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13 outubro, 2025

O que eu assisti no ano de 2024 - versão séries!

Olá pessoas! Pra quem achou que eu não iria aparecer por aqui com a minha listinha anual de séries/documentários/reality shows que eu assisto, você estava quase certo!! Nem imaginem quanto tempo eu demorei pra deixar esse post pronto, desde começar o rascunho até procurar as imagens...

Fui abrir meu bujo pra conferir tudo o que eu tinha assistido e fiquei surpresa de não ser muita coisa; lembro que a listinha de 2023 ficou bem grande, demorei bastante pra escrever... Acho que esse ano o post não vai ficar tão cansativo. No total foram 12 conteúdos assistidos, divididos entre EUA, Coréia e o acréscimo da Turquia esse ano, com as queridinhas "dizis".

Aperta o play no bmg que eu escolhi e bora ler!







Single's Inferno (Solteiros, Ilhados e Desesperados) - 3ª temporada

Como de praxe, eu e minha irmã iniciamos o ano assistindo esse reality show de namoro (que atualmente é mais pra divulgação e networking do que namoro mesmo) duvidoso, cheio de gente fútil, plastificada e sem noção, mas que por algum motivo gostamos bastante hahaha. 

Essa terceira temporada deu o que falar porque ao invés do que aconteceu nas duas primeiras, a pessoa disputada da vez foi um homem e não uma mulher; o Jurandir Lee Gwan Hee teve 3 opções entre as moças do programa (e eu acertei a escolha final dele), fazendo eu e minha irmã revirarmos os olhos pras coisas que ele falava (sem nem um pingo de vergonha) e aplaudíamos quando as meninas se juntavam pra falar mal dos homens (em especial, dele kkkk). 

Outro diferencial também foi o acréscimo do Dex como novo apresentador (totalizando 5), que foi um dos participantes da 2ª temporada e fez tanto sucesso que trouxeram o moço pra comentar (porque ele tem mesmo bons comentários pra fazer, acho até que ele fala aquilo que os outros hosts têm medo de falar). 

Num geral foi uma boa temporada, com acontecimentos de vergonha alheia, mulheres bonitas tendo que se contentar com escolhas duvidosas, brincadeiras com prêmios mixurucas e por fim, um casal bem fofinho (que eu espero que tenham dado super certo na vida real).


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Merlin - 3ª temporada

Essa eu vou ter que confessar: demorei tanto pra assistir 13 episódios por medo de ficar sem, que acabei deixando de lado. Tive que conferir no Wiki Fandom pra relembrar o que tinha acontecido na temporada shame on me Mas olha só, isso só fez minha vontade de voltar a assistir a série retornar com força! Já comecei a 4ª e penúltima temporada, então com certeza no post do ano que vem ela aparece por aqui com uma opinião final sobre a série num geral ;)

Coloquei o gif da Morgana porque ela foi uma das principais personagens dessa temporada; a meia-irmã dela aparece com mais frequência também, e apesar de tentar evitar spoilers ao máximo, não tem como falar da 3ª temporada de uma série de 12 ANOS sem soltar uma informação ou outra!, ou seja, é aqui que ela a personagem começa sua "mudança para o mal", e apesar do que falam, eu não consigo condenar ela, porque a moça sofreu tanto estando no escuro sobre sua própria história... E poxa, quem não ficaria com raiva do Uther depois de descobrir tudo o que ele fez (além de ser uma péssima pessoa, um péssimo pai, um péssimo rei, enfim... vocês entenderam)?

As histórias extras também são boas, mas a partir daqui a história principal (o lore) da série entra em foco mesmo, tem 4 episódios especiais divididos em duas partes (começo e fim de temporada) e também preciso dizer *pode ser spoiler* que a cena do Arthur reunindo seus cavaleiros numa távola redonda e do Merlin colocando a Excalibur na pedra foram muito empolgantes!! Acho que são as cenas que todo muno conhece, sabendo muito ou pouco sobre as lendas comuns do Rei Arthur. Mal posso esperar pra saber como a série termina (porque eu nunca cheguei a ver o final na época que passava na TV).


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Ghosts - 1ª e 2ª temporadas

Essa série é uma delicinha! Comecei a assistir depois de ver uma recomendação no instagram, meio sem saber sobre o que era, mas acabei gostando muito! Ela me conquistou aos poucos e mal posso esperar pra ver a 3ª e 4ª temporadas (que por enquanto só estão disponíveis no Paramount+, que foi onde eu assisti, mas acabamos cancelando, e na Netflix só tem as 2 primeiras temporadas, que bem, eu já assisti), até porque a 2ª temporada terminou num cliffhanger muito bom!

Aqui vamos acompanhar a Sam e o Jay, um casal gente boa que vai viver numa mansão no meio do nada, depois que a Sam herda a propriedade de uma tia dela. Lá, eles se surpreendem com o quão ruim o lugar está, mas tem potencial pra virar outra coisa, tipo uma pousada. Antes de tudo se concretizar, a Sam sofre um pequeno acidente na cabeça, e quando acorda consegue enxergar fantasmas. Daí o plano da pousada deles fica pra depois, porque ela descobre que na mansão tem 8 fantasmas vivendo lá, de diferentes culturas e diferentes eras (não vou falar o que eles estão fazendo lá, assiste pra ver!).

A série é uma sitcom sem risadas de fundo (do tipo que eu mais gosto), então os episódios são curtos e de 22 por temporada, mas você nem vê passar de tão legal que é acompanhar esses fantasmas "atrapalhando" a vida da Sam e do Jay (especialmente porque ele não vê os fantasmas), mas ao mesmo tempo o quanto eles agregam com tudo num geral. Recomendadíssimo, fiquei feliz que teve mais audiência depois que entrou na Netflix.

(ah, não confundir com a versão britânica, a original; essa daqui é a versão US


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Castle - 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª temporadas

Um dia eu decidi que iria começar a assistir as séries antigas que eu não assisti na época em que elas lançaram porque eu estava assistindo outras séries e eram muitas pra acompanhar, aí entrei na Disney+ e vi que Castle estava na minha lista, dei uma rápida lida na sinopse e pensei: "é isso aí".

A série tem 8 temporadas (atualmente estou na 7ª, no post do ano que vem trago a conclusão pra vocês) e ela tem esse título por conta do protagonista, Richard Castle (seu sobrenome é artístico), um escritor de uma série muito famosa de um detetive que um dia recebe a visita da detetive Beckett porque alguém cometeu assassinato usando as descrições do livro dele, e não apenas contente em ajudar a resolver o mistério pra limpar a barra (vai que os fãs acham que ele era doido, né), ele se encanta pela bela e inteligente detetive e simplesmente usa seus contatos (ele é bem famoso) pra começar a acompanhar a polícia de Nova York com a desculpa de que vai criar uma nova série de livros sobre uma detetive bela e inteligente baseada... na detetive Beckett.

Sendo uma série de 2009 é de se esperar que algumas piadas e situações estejam datadas, especialmente nas primeiras temporadas, por exemplo o relacionamento cão e gato do Castle com a Beckett, as provocações que eles se fazem; ou até falas um pouco problemáticas de cunho sexual... Mas depois que a série engata no plot e os roteiristas sabem o que querem fazer com a história, tudo melhora uns 80%!  Digo com convicção que os próprios casos que a equipe do 12º departamento de polícia (composto também pelos queridos agentes Ryan e Esposito, e a linda Lanie) ficam bem mais interessantes de acompanhar também.

Confesso que eu achava que teria mais referências á literatura (considerando que o Castle tem um clube de pôquer com outros 3 escritores, sendo todos eles interpretados pelos escritores na vida real mesmo), mas só de ter referências á cultura pop num geral já tá bom. Outra coisa que me incomodou bastante nas primeiras temporadas é a quantidade de mulheres que aparecem pra fazer uma cena romântica com o Castle; como ele tá a fim da Beckett, e ela dele, mas ninguém dá o braço a torcer e eles ficam num chove-não-molha, outros interesses românticos aparecem diversas vezes nos episódios, até eles ficarem juntos. Alguns episódios eu chegava a revirar o olho, rsrsrs

Apesar dessas coisinhas chatinhas, o elenco é muito querido, os personagens secundários funcionam bem na trama, e antes do casal "Caskett" acontecer, o relacionamento mais fofo dessa série é do Castle com a filha dele, a Alexis -a mãe dele também é um show a parte.


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Avatar: The Last Airbender - 1ª temporada

E então que o live action de Avatar estreou (e já confirmaram 3 temporadas, igual o desenho) e eu fui conferir, porque gostei bastante do elenco e da produção em sentidos de efeitos especiais. O resultado foi muito bom, apesar do que falaram sobre as mudanças do Sokka (o fato de ele ser meio misógino no desenho e aqui ele é politicamente correto), num geral eu curti a forma como eles fizeram a primeira temporada em poucos episódios de um jeito que ficou bem resumido, com os pontos importantes da história principal, mas sem perder os elementos engraçados e leves que a gente tanto gosta. 

A escolha do elenco foi certeira na minha opinião (apesar de eu achar o ator do Aang bem novinho pra desenvolver um crush com a Katara), mas tenho que admitir que minha parte favorita foram as cenas do Iroh com o Zuko (que foi provavelmente o melhor do elenco principal): a relação dos dois foi muito bem trabalhada e a questão toda com o 'self-discovery' dele foi bem apresentada e já imagino bem desenvolvida nas próximas temporadas.

Os efeitos especiais me satisfizeram (só de não ter um monte de dobrador de terra pra levantar uma pedrinha já foi ótimo! Kkkkkk). 


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The Chosen - 2ª temporada

Estava comentando justamente sobre essa segunda temporada antes de escrever aqui (lembre-se que esse post é escrito por partes e nunca de uma vez só), e as memórias de assisti-la foram as melhores

Acho que nem preciso explicar sobre o que é a série (visto que mesmo o pessoal não-crente já ouviu falar), mas mesmo assim, aqui vai um rápido resumo: a vida de Jesus e seus discípulos. É isso. E você pode acompanhar tudo nos 4 evangelhos da Bíblia (o que eu recomendo), então o que temos aqui é uma produção muito bem feita (com dublagem bem feita também, graças a Deus) de episódios lindos e emocionantes sobre o Mestre e seus Escolhidos (os "the chosen" huh? hihihi). 

Essa 2ª temporada foi pedrada atrás de pedrada, eu amei ela do início ao fim! Alguns episódios marcaram mais, mas ela num todo me deixou muito satisfeita. Começamos diretamente onde paramos na temporada 1, com a visita de Jesus a um templo e podemos ver essa cena na visão de João no futuro, quando escreveu também. Não quero contar muito, mas esse primeiro episódio me emocionou demais, foi um chororô quando chegou nos últimos 10 minutos.... 

E pra finalizar a temporada, nada melhor do que o planejamento e o início do sermão do monte, com suas belas bem-aventuranças pra me fazer chorar mais um pouquinho (como se o que eu tivesse chorado no resto dos episódios já não fosse o suficiente), com os 12 agora completos (Judas entrou pro bando).

Se você ainda não assistiu a The Chosen, não sabe o que está perdendo. Deixa esse preconceito pra lá e vem conhecer um pouquinho mais sobre esses 12 homens (e mulheres) que nada eram mais do que apenas homens, seres humanos comuns, e mesmo assim acreditaram e trilharam na terra por 3 anos com seu melhor amigo Jesus


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Twin Peaks - 1ª temporada

Não me pergunte por onde eu consegui assistir essa raridade dos anos 90, porque não vou contar (mas acho que você já sabe...). Só sei que resolvi pegar pra ver, tentando entender se era todo esse mousse que os fãs falavam... E acabei com uma opinião meio a meio

A série conta sobre o agente do FBI Dale Cooper (um viciado em café que grava seus pensamentos num gravador, ao invés de usar o bom e velho diário, com a desculpa de que a secretária está ouvindo tudo) que foi resolver um crime na pacata -e estranhíssima- Twin Peaks, uma cidadezinha fictícia perto da fronteira com o Canadá. Esse crime é o assassinato de uma garota muito querida e famosa pela cidade, Laura Palmer.

A série tem uma trilha sonora bem melancólica (ouvindo a abertura você já consegue imaginar o tipo) e depressiva, pra mostrar como um assassinato muda a vida de toda uma comunidade, ainda mais quando é com uma garota tão meiga, tão linda como a Laura... Outra coisa que preciso dizer também é que eles levam tempo contando as coisas; tudo é explicado nos mínimos detalhes, a sensação que dá é que você não assistiu quase nada ao final do episódio, parece que pouca informação foi contada. Eu sentia como se eles estivessem mais mostrando a vida do dia-a-dia do povo do que desvendando o crime.

Ah, e os casos extraconjugais também, meu Deus, todo mundo trai alguém nessa série, essa foi uma coisa que me incomodou, que me fez tirar pontos num geral. Tem algumas cenas meio de "humor negro" (não sei se essa expressão ainda se usa), que faz você dar aquela risadinha que é só um arzinho sabe, quando você entende a piada.

Num geral, a série é interessante. Eu gostei da atuação do elenco, gostei do agente Cooper e das tiradinhas, mas muita coisa me incomodou na série que me fez parar por aqui mesmo (eu até comecei o episódio 1 da segunda temporada, porque a primeira acaba de um jeito ??? e eu fui de curiosa). Como eu disse, os casos extraconjugais (cara, é só separar e ficar com o pessoa que você gosta. PRA QUE trair?), a demora em acontecer as coisas, as alunas adolescentes fazendo coisas que nenhum adolescente faz (esse ponto a gente "releva" porque olha de quando a série é, né) e o cancelamento da série em 2 temporadas pra depois continuar em filme me incomodou um pouco também.

Sei lá, tinha horas que eu só queria saber da investigação, quem afinal de contas matou a Laura, e não sobre o romance entre o policial e a secretária... Ou sobre a mulher que apanha do marido, ou até do pai da Laura perdendo a cabeça depois da morte da filha. Enfim, assista por conta e risco. É uma série clássica? Sim. É uma série imperdível? Não. 


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Vatanim Sensin/Wounded Love/Você é Minha Pátria - 1ª e 2ª temporadas (final)

Eis que eu entrei pro mundo das dizis, as séries turcas. Confesso que eu não sabia quase nada sobre elas, apenas que existiam e que muita gente gostava, por conta daquela dizi que fez muito sucesso internacionalmente uns anos atrás, Será Isso Amor? (que eu esqueci o nome no original). Lembro que queria pegar pra ver, porque as pessoas estavam surtando no Twitter, mas ficou por isso mesmo, não acabei indo atrás. E então alguém postou um gif de Vatanim Sensin no Twitter e eu fiquei apaixonada pelo casal do gif. As próprias respostas do tweet eram cheias de elogios e deu 5 minutos em mim e decidi ver o que era kkkk

Achei no telegram pra assistir, fiquei chocada que tinha MUITOS EPISÓDIOS (e que o casal do gif pelo qual eu tinha me apaixonado 🥲), mas dei uma chance mesmo assim. E que bom, porque eu gostei muito dessa história tão emocionante e apaixonante

As novelas turcas (ou séries, ou dizis) me lembram os c-dramas no sentido de que acontecem muitas coisas e tem o plus de ter muitos personagens também (e novos são introduzidos durante as temporadas), então só vou contar que a história gira em torno do Cevdet, um oficial que vive muito bem com sua esposa e filhos, até que ele sofre uma traição do melhor amigo: quase foi assassinado e teve sua família "roubada", largada a Deus dará pra sofrer sozinha.

E então temos um salto de alguns anos pra descobrir que na verdade ele não morreu coisa nenhuma, pelo contrário, ele voltou como um homem mal, que está do lado do partido político grego, na época em que eles quase tomaram a Turquia. 

Olha, muuuuita coisa acontece, como eu já disse, e durante as duas temporadas (com 60 episódios cada 🙃), tem plot twist atrás de plot twists, emoções, muita mostrando momentos tristes, muito amor também e frases bonitas.

Por fim, tenho que falar sobre o casal do gif: Leon e Hilal! Eu amei esses dois, ficava todos os episódios esperando interações deles, sofria e curtia cada momento deles e torcia muito pra esse casal dar certo (o que o Leon sofre nessa série.... vou te contar, viu)! Meu tumblr tá cheio de posts deles hahaha enfim, tenho certeza que se você assistir Vatanim  Sensin, também vai ficar apaixonado por eles ❤️ 


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Fallen - 1ª temporada

Eu fui uma daquelas pessoas que não escapou da febre dos anos 2010 com os livros sobre seres sobrenaturais (vampiros, lobisomens, fantasmas, anjos....), então sim, eu já conhecia Fallen. Lembro de pegar o primeiro livro pra ler e achar uma chatice, ainda mais porque eu li depois de Hush Hush (outra série sobre anjos) que eu gostei muito na época. 

O tempo passou, falaram que saiu uma adaptação pra longa (não fui pesquisar pra ver se saiu mesmo, se você souber conta aqui), e então o canal no telegram que eu acompanho sobre séries de romance variadas (que não são muito conhecidas) postou essa série, me fazendo ter vontade de assistir pra ver se eu gostava (os fãs no tt também estavam bem agitados).

A série só tem 8 episódios (que eu assisti bem rapidinho), e conta a história da Luce, uma menina que foi parar num internato ~bem esquisito~ depois de ser acusada de incendiar um local (por ser menor de idade, ela não podia ir pra cadeia). 

Ela tentou de tudo pra provar sua inocência, mas ter visões estranhas e sentir coisas que não consegue ver não ajudaram muito na causa da menina, coitada. Então para o internato ela foi, e apesar das pessoas aleatórias e dos professores excêntricos, ela consegue se virar bem, faz amigos e até surge um sentimento romântico pelo gentil e lindo Daniel (que na série é interpretado pelo Gijs Blom, que fica careca o tempo inteiro, que pena). 

Eu não lembrava que a série era sobre anjos, mas nem foi culpa minha, porque parece apenas que coisas anormais acontecem na vida daqueles jovens na escola, e nem no último episódio da temporada eles não sugerem nada relacionado ao assunto

Resumindo: eu gostei. Espero que não seja cancelada e que venha logo a 2a temporada pra eu fazer teorias e surtar pelo casal principal -que os fãs prometeram protagonizar um romance avassalador.


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Love 101

Mais uma dizi pra conta! Na "diziland" o pessoal dizia que esse aqui era um must watch, e como era de fácil acesso pra assistir (vulgo, está na Netflix), peguei pra ver. 

É uma história bem adolescente, naquele estilo antigo em que os personagens são os alunos ruins, e não estudam, só querem saber de namoro e etc, o que foi uma coisa que me pegou um pouco no início (veja bem: eu já passei dessa fase há muuuuito tempo se é que eu sequer tive essa fase), mas depois que a gente acostuma com o ritmo da história e com os 5 protagonistas, fica bem fácil de diluir e aproveitar. 

As músicas são todas estadunidenses, jovens e "rockzinhas", mas até que combinam com os clima da série.

Ah, a história se passa no presente e no passado; o principal é no passado mesmo, mas no presente a gente fica na dúvida se todo mundo ainda está bem, se continua amigo até o último episódio (acho que era o objetivo principal de quem assiste). No fim das contas o final é satisfatório e eu só fiquei feliz de não ter uma outra temporada. 


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The Last of Us - 1ª temporada

Como uma boa fã do jogo, é claro que eu estava ansiosíssima pra assistir a série!! E como eu não tinha HBO até ano passado, ficou difícil de ver simultâneo, então a maratona só aconteceu depois que o hype passou kkkk o que não foi um problema pra mim, pelo contrário, eu até prefiro ver as coisas fora do hype pra não pegar spoiler e não ser influenciada pela comunidade.

Acho que todo mundo já ouviu falar de TLOU, mas caso você não conheça, é uma série pós-apocalíptica que tem como protagonista Joel, um homem de meia idade que faz de tudo pra sobreviver nesse mundo onde um fungo mata a torto e à direito, enquanto leva uma garota de 14 anos, Ellie, para uma base segura. 

É obvio que o relacionamento deles é o ponto principal da história e o que emociona o espectador, então foi muito importante o Pedro Pascal e a Bella Ramsey terem uma boa química na interpretação -o que, ainda bem, aconteceu!

Eu amei a série! Amei os personagens, a forma como o Craig Mazen contou essa história com acréscimos que elevaram mais ainda o nível de masterpiece que a obra tem, e a forma como eles escolheram fazer a primeira parte do jogo em 9 episódios. Chorei em vários deles, perdi a conta de quantas vezes reassisti os meus momentos favoritos e surtei muito no tumblr hahahaha

Recomendadíssimo, mesmo sem conhecer o jogo só vai assistir essa super produção frenética mas ao mesmo tempo delicada, com uma trilha sonora e atuações nível Emmy.


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Chernobyl

Como eu agora tenho HBO, e já tinha assistido a série que eu mais queria ver (a série de cima), resolvi pegar Chernobyl porque é uma série super aclamada, por ser uma minisérie e porque eu sabia bem pouco sobre o desastre em Chernobyl.

A série tem o mesmo criador e escritor que TLOU, então a forma como os episódios são contados ficou muito instigante, a narrativa deixa a gente curioso pra saber o que vai acontecer e por ser uma história real, tanto a curiosidade pra saber o que vai acontecer com os personagens (que são em partes fictícios e em partes inspirados em pessoas reais) quanto o que aconteceu de fato nessa tragédia, pegam a gente de jeito. 

Me emocionei como as coisas foram resolvidas, especialmente porque a gente acompanha 3 personagens principais e outros coadjuvantes que nem precisam aparecer tanto pra causar impacto; e assim, sem querer dar spoilers, sabendo do que ele trata a história, dá pra imaginar que nem todo mundo teve um fim feliz, né? 

Sei que a série ganhou alguns prêmios (merecidos), mas independente de ter sido ou não premiada, vale muito a pena conferir; a trilha sonora deixa bem no clima agourante e desesperador, e a atuação do elenco é pra fechar com chave de ouro essa recomendação. 


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Gente, vocês nem imaginam quanto tempo demorou pra esse post estar completo kkkk enfim, meados de outubro e estamos aqui, antes tarde do que nunca.

Obrigada por ler até aqui, e até o próximo post!

20 abril, 2024

Todas as séries (e reality show) que eu assisti em 2023!

Olá pessoas! Até que não demorei pra aparecer com o post das séries do ano, huh? Se não me engano, ano passado esse post saiu quase no fim do primeiro trimestre... Não vou nem comentar sobre isso aqui, então segue o baile :)

Como já é de praxe, comento aqui nesse post todas as séries (não doramas, nem filmes) e outras coisas derivadas (leia-se: documentários, reality show, etc), vistos no ano anterior (porque sou dessas, eu espero o ano acabar realmente pra contabilizar).

Em 2023 eu acho que consegui balancear; assisti um total de 18 dramas (que não pareceram tudo isso), e bastante séries. Também vi uma página inteira do meu bullet de filmes, e acho que só ficou a desejar os animes e desenhos mesmo (apesar de eu ter conseguido finalizar Star vs. Forças do Mal). Espero poder reverter isso em 2024 e deixar tudo igualzinho!

Ainda estou pensando se faço um post com os animes e desenhos também.... Será que faço? Aceito sugestões nos comentários :)







The Gifted - 1ª e 2ª temporadas (final?)

Nossa, como eu disse no instagram, essa é uma daquelas séries que eu acho que só eu assisti. Mais alguém aí conhece esse mundinho a parte da Marvel

Aqui temos uma espécie de X-Men (até porque, sem muitos spoilers, eles mencionam os X-Men e alguns mutantes em específico várias vezes nos episódios), mas com uma nova geração que já se esqueceu que as pessoas podem ter seus genes modificados e nascer com poderes. 

Acompanhamos uma família a princípio, mas ao longo da série esse núcleo vai crescendo e se expandindo, virando uma espécie de novela mesmo. Tem a parte dos mutantes com mutações visuais, então eles são rechaçados pela sociedade, tem os mutantes que escondem quem são, a fim de viver bem, tem os que não se escondem e nem têm medo do que pensam deles... Enfim, vários tipos de pessoas por aqui. 

A série nem é tão antiga assim (bom, depende se você considera 2017 recente), mas saibam que o roteiro ainda é o mesmo das séries dos anos 2000, início dos anos 2010, com vários episódios por temporada, aquele dramalhão adolescente, personagens irritantes pra caramba, e até que efeitos especiais decentes. 

Ah, eu coloquei um ? alí no título, porque aparentemente a série foi cancelada, mas sei lá né, com tudo voltando e tendo reboot hoje em dia, vai que eles resolvem ressuscitar....


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Sanditon - 2ª e 3ª temporadas (final)

Minha série fofinha acabou! Como foi divertido acompanhar essas duas temporadas curtíssimas de Sanditon! Eu assistia um episódio toda noite, até acabar, e não sei se eu comentei isso aqui, mas sou uma pessoa que guarda sentimentos de lugares e momentos, então a minha cama á noite, quentinha e um episódio de uma série de romance gostosinha me trazem bons pensamentos e memórias.

Minhas divagações á parte, vamos a série kkkk

Aqui temos a conclusão daquela história iniciada em 2019 que foi cancelada depois de 1 temporada e com o ator principal saindo do elenco mesmo com um final triste, com a desculpa de que "era assim que a história deveria acabar" 🤡 Sobre uma obra de Jane Austen, veja bem (lembrei de uma amiga: "mas gente, homem pensa?")!!! sim Theo James, eu peguei ranço de você, caguei pra o que quer que você for fazer. espero mudar de ideia um dia 

Eu achava que não ia gostar das mudanças de elenco, de roteiro e etc, mas elas foram muito bem encaixadas! Acabei gostando mais que a primeira temporada hahaha o local das filmagens continua o mesmo com alguns acréscimos porque a história anda né, mas a cidadezinha de Sanditon com as casinhas enfileiradas e o mar logo á frente continua a nos encantar <3

Gostei muito de como tudo foi resolvido, AMEI um casal secundário da segunda temporada (quase que eu coloco um gif deles aqui, ao invés dos protagonistas kkkk), e os temas abordados foram importantes e mostrados de um jeito muito legal. Série recomendadíssima!


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Sherlock - 4ª temporada (final)

Gente, que parto foi terminar essa série viu. E digo isso em dois sentidos: primeiro que a série vivia saindo dos streamings quando eu estava assistindo com o meu pai (acho que a gente levou, sem brincadeira, uns 6 anos pra assistir tudo. ou mais), e porque a história começou a dar umas reviravoltas estilo novela mexicana e quando a gente tava assistindo o último episódio a minha cara era aquele meme do Shrek

Como ainda não li os livros (comprei um volume de contos ano passado, espero ler em breve), não sei se a série foi fiel com o desenrolar dos acontecimentos, mas os roteiristas resolveram ir por um caminho que eu não gostei não -e nem meu pai.

A gente realmente assistiu porque gostamos muito do personagem e pra terminar de vez a série (que lembrando: tem mais de 1 hora por episódio). A atuação do Benedict e do Martin Freeman continuam boas, mas senti que o Freeman não conseguiu dar conta do que fizeram com o personagem dele, hein....


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The Handmaid's Tale - 5ª temporada

Essa também eu tenho que confessar que demorei pra acabar. Os episódios não estavam fluindo e só estavam acontecendo coisas que eu não tinha lá muito interesse em saber né nom Serena?, então assim..... kkkk

Quanto a história, muita coisa mudou. Quando a gente para pra pensar que a série só tem 5 temporadas, mas que tanta coisa aconteceu, muitos anos já se passaram na cronologia, desde a primeira temporada, tanta coisa já aconteceu... Não digo que o ritmo decaiu, claro que teve mudanças nesse sentido por conta do que acontece na 4ª temporada, mas o foco do plot da história teve que mudar. Ainda não sei se gostei ou não.

Aqui o foco está na June em sua "nova vida" (sem spoilers), mas ainda sofrendo, porque sofrimento demais nunca é pouco, não é mesmo?, mas também acompanhamos os dilemas dos outros personagens (que com exceção da Serena e do comandante Joseph, ficam bem em segundo plano). Pra não dizer que não teve algo que me prendeu, os dois últimos episódios são os melhores, e a temporada termina num cliffhanger bem bom. 


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Daisy Jones & The Six

Primeiramente, não, eu não li o livro da Taylor Jenkins Reid. Eu nunca li nenhum livro dela porque não tenho vontade mesmo, todas as histórias parecem ter exatamente o tipo de plot que eu não vou gostar (com exceção de Amores Verdadeiros, essa eu tenho interesse de ler, mas provavelmente não vai rolar, já que eu não tenho o livro e o filme já estreou na Prime, então vou assistir o filme).

Ou seja, eu conhecia a história de Daisy Jones por cima; mas assistindo a série, percebi que todas as teorias (ou quase todas, vai) que eu fiz durante os episódios, estavam corretas. Sim, essa é uma história sem grandes revelações, sem nada de novo pra apresentar, e diversas vezes previsível. Isso significa que é ruim e eu não gostei? Não. Na verdade, eu me até que me diverti assistindo os episódios sentindo uma raivinha vez ou outra, claro.

A narrativa é contada em forma de documentário sobre essa banda fictícia dos anos 60 (?) que foi uma daquelas bandas de um disco de sucesso só; então eles ficaram muito famosos mas não duraram nada. Os membros da banda têm personalidades diferentes e eles encontram a Daisy (interpretada pela neta do Elvis, Riley Keough) pra ser a cantora principal deles, junto com o Billy. No começo as coisas não dão certo, mas depois eles se ajeitam "daquele jeito" e conseguem prosperar nesse mundo catastrófico que foi a indústria musical da época em que o rock estava roubando a cena. Ah, e tem as drogas também. Sempre tem as drogas.

No fim das contas, eu gostei muito da interpretação do elenco principal, da direção e como respeitaram o formato da história (documentário) e gostei bastante das músicas! Minha preferida é Let Me Down Easy. Ah, o figurino também ficou bem divertido de um jeito não brega (afinal, vocês sabem o tipo de calça que o povo usava nessa época né?). Mas como eu disse, a história não tem nada de inovador, talvez um ponto ou outro, e no fim das contas foi uma série pra assistir enquanto eu passava roupa (quem é mais velho aqui sabe a minha tour com assistir séries enquanto eu passo roupa hahaha).


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The Flatshare (Teto para Dois)

Mais um aqui que eu não li o livro (e nem pretendo ler), mas que já que a adaptação saiu, bora assistir né? rsrsrs

Uma mini série da mesma leva do "assisti enquanto passava roupa" que tem começo meio e fim (é uma mini série mesmo, afinal), e que fala sobre uma mulher e um homem que dividem a cama de um jeito não sexualmente: ela usa de noite e ele de dia, então eles nunca se encontram -SE respeitarem os horários né... Mas estamos falando de uma comédia romântica, então é claro que uma hora eles vão errar o horário e se encontrar....

Essa aqui tem uma vibe de comédia romântica dos anos 2000, então quem não leu o livro acho que vai gostar bastante. Gostei deles se comunicarem via post-it e mesmo sem se conhecerem tentarem ajudar um ao outro (o que parando pra pensar, só em ficção mesmo que uma pessoa vai morar com um completo desconhecido e dividir itens bem pessoais....). A história também tem como foco relacionamento abusivos e suas consequências, além de falar um pouco sobre colegas de trabalho que puxam seu tapete.

Num geral eu gostei da série, foi bom pra passar o tempo e bem produzida/dirigida. Ah, eu achei curioso que a protagonista é interpretada pela Sybil de Downton Abbey (fazia tempo que eu não via essa atriz fazendo alguma coisa)!



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Merlin - 1ª e 2ª temporadas

Minha série conforto! Como eu descrevi na minha retrospectiva no instagram: efeitos especiais horrorosos, plots questionáveis, e um bromance da melhor qualidade!

Ok, ok, vamos do começo. Eu conheci Merlin quando passava na TV (agora esqueci o canal, será que era na Universal ou na SyFy?) e vocês sabem como funciona acompanhar série pela TV né, episódios fora de ordem, horários inflexíveis e não poder dar pausa pra xixi. Então quando eu estava vagando pelo facebook numa das 5 vezes em que fiz isso ano passado, apareceu uma postagem da página de Merlin aqui no Brasil que eu nem lembrava que seguia. E lá eles atualizaram dizendo que tinham postado a série no drive, dublado! Foi a oportunidade perfeita pra reviver esse meu momento de fã de histórias do Rei Arthur e do mago Merlin e de quebra assistir a série completinha e na ordem certa.

Ainda não terminei de assistir tudo (em minha defesa, só tinha as 3 temporadas e quando eu comecei a ver a terceira eu fiquei enrolando porque não tinha mais episódios pra assistir, já que eles só colocaram as duas últimas temporadas um pouco antes do ano acabar), mas já adianto que o roteiro se mantém constante durante todos os episódios.

Nessa versão da história de Artur e Merlin, o mago ainda é jovem (e tem a mesma idade que o futuro rei), mas serve de apoio e guia, apesar de se atrapalhar algumas vezes. O próprio Merlin tem seu tutor, Gaius (um velhinho muito do simpático que é o único que sabe o segredo do Merlin), e passa seus dias como ajudante pessoal de Artur, enquanto salva a vida dele inúmeras vezes sem o mesmo desconfiar.

As outras personagens da série também estão presentes, como o rei Uther (um combo de péssimo rei + péssimo pai), Guinevere (que aqui também é o interesse amoroso de Artur, mas não se resume a uma mulher sem graça e sem personalidade; pelo contrário, ela brilha diversas vezes além de ser acho que única representação da rainha Gwen que não seja branca), a bruxa Morgana -que eu não vou falar muito sobre, porque essa versão dela sofre várias modificações ao longo dos episódios- que é interpretada por uma atriz lindíssima (Katie McGrath) e é claro, o Dragão-feito-de-CGI-horroroso (interpretado pela voz de Sir John Hurt), que é a personagem com mais paciência nessa série toda kkkkk quantas vezes eu e as pessoas do TV Time não reclamamos nos comentários de que o Merlin sempre vai pedir ajuda ao Dragão, mas NUNCA segue o que ele manda! 

A série tem uma história moldura, que segue até o fim das 5 temporadas, mas enquanto as coisas principais acontecem, temos alguns episódios "episódicos" com começo, meio e fim, só pra gente aproveitar mais esse mundinho das cavalarias, reis, bruxas e magos.



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Outlander - 6ª e 7ª temporadas

Confesso que demorei pra assistir essas temporadas de Outlander, mesmo sendo uma das minhas séries preferidas. Já era pra eu ter falado, pelo menos, sobre a temporada 6 no post do ano passado, mas acabou que eu só senti mais vontade de ver tudo depois de conversar com a única amiga que eu tenho que também assiste a série.

Como falar sobre Outlander é chover no molhado, só digo que a história continua muito boa, mesmo com a "fórmula" da Diana, a gente ainda consegue se surpreender com a sucessão de acontecimentos, e eu continuei apaixonada pelo meu casal favorito da ficção! Jamie e Claire continuam tão unidos e tão fortes como sempre, mesmo com as tragédias acontecendo na vida deles (e bota tragédia, viu?).

Temos alguns acréscimos de elenco novo também, com personagens que chegam e ficam e outros que chegam e vão embora porque sua história já foi contada. O foco agora é na vida diária da família Fraser, enquanto eles lidam com um pai e seus dois filhos (esquisitíssimos) que chegaram ao Fraser's Ridge procurando moradia. E depois, voltamos à mistura de passado com presente, porque Brianna e  Roger precisam tomar uma decisão muito importante em nome da família.

O "final de temporada" é emocionante e nostálgico (como todos os outros), e eu mal posso esperar pra sair a segunda parte da temporada 7 em novembro; ou não né, afinal depois dela, a 8ª temporada será a última (já confirmado por todos).



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Queen Charlotte: A Bridgerton Story

E aqui temos a melhor coisa relacionada a Bridgerton que a Netflix inventou de fazer! 

Quando os trailers saíram, eu fiquei super empolgada porque gostei de cara do que spoiler da cena do muro (que aliás, é uma das melhores cenas da série toda, que inclusive reverbera durante todos os 8 episódios). Gostei do elenco e principalmente, gostei deles estarem fazendo algo "novo" -mesmo sendo a partir de um universo que já existe.

Fui assistir e acabou que me encantou mesmo! A série fala principalmente da vida do rei Geroge IV e sua esposa Charlotte, mas de formas separadas (calma que tem cena deles dois juntos também); vemos a preocupação -com razão- da Charlotte ao ter que se casar com um inglês desconhecido e nem imaginar o que ele escondia por trás do rostinho bonito (ou da personalidade bacana). 

Esse spin-off continua com os mesmo trejeitos da série original dos Brigadeiros, e eu arrisco a dizer que apesar de poder assisti-la independente, eles fazem alguns comentários sobre as personagens das outras 2 temporadas. Mas nada que te faça ficar confuso, é mais um "easter egg" pra quem é fã.

Espero que a netflix não invente de acrescentar uma segunda temporada, porque além de não ter história pra isso, seria muita mancada focar num spin-off ao invés da série principal, que todo mundo fica aguardando ano após ano. 


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Only Murders in the Building - 1ª e 2ª temporadas

Preciso dizer que eu já havia assistido ao primeiro episódio de OMITB um pouco depois que estreou nas terras tupiniquins, mas eu achei um porre kkkkk bem chatinho e com um humor específico e feito para os estadunidenses. Decidir dar uma nova chance quando começamos a assinar o Star+ aqui em casa (a série está lá, aliás), e apesar de ter pegado gosto após alguns episódios, a minha opinião inicial não mudou muito não.

O episódio piloto não é bom (um ponto negativo) e a série demora pra engatar; e eu ainda acho que o humor é bem específico e "feito para" estadunidense (tanto que 90% do elenco é composto de atores da Hollywood de 30 anos atrás). Mas isso não impede ninguém de se divertir com o trio composto por um ator em decadência, um ex-roteirista da Broadway e uma jovem séria que não sabe o que quer da vida. E o que eles têm em comum? O amor por podcasts de true crime. Eles gostam tanto disso, que decidem criar seu próprio podcast de true crime, após um crime acontecer no hotel em que eles moram, em Nova York. 

Não sei se vocês já viram aquele meme do cavalo, que vai melhorando o desenho das partes do corpo dele dividido por partes, em que as pessoas costumam comparar temporadas de séries? Pois aqui tem mais uma: a série vai melhorando com o passar do tempo. Detalhe aqui e acolá, a narrativa, desenvolvimento de personagens e os mistérios, só vão crescendo conforme os 10 episódios de cada temporada passam. 

Além dessa premissa e da comédia (sem gente rindo, preciso dizer!), eles sempre colocam umas participações especiais bem legais com exceção da Amy Schummer na S2, que graças a Deus, só apareceu em 2 episódios e depois foi embora. ninguém gosta dessa mulher, e o elenco de peso só vai ficando mais pesado também kkkk atualmente estão filmando a 4ª temporada, e eu já assisti a 3ª, mas como foi só esse ano, a resenha dela fica pro ano que vem heheh


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Eu Nunca... - 4ª temporada (final)

E a minha série queridinha chegou ao fim! *todos chora

Eu Nunca... se foi no meio de 2023 e assim que a temporada estreou eu já peguei pra assistir, porque o cliffhanger deixado na temporada passada estava me dando muita curiosidade, e porque como eu disse, essa série é super gostosinha de assistir. 

O que falar: a vida da Devi teve várias reviravoltas, e o humor dela também. Gostei que nessa temporada eles focaram um pouquinho mais na saúde mental dela (eu amo as cenas dela com a psicóloga), mas não deixando de mostrar o quanto a Devi consegue ter noção e ao mesmo tempo ser doida hhahaha

A vida das amigas dela, Eleanor e Fabíola também são resolvidas (de um jeito que eu super curti), a é claro, a vida amorosa da Devi também foi devidamente concluída -e com sucesso! Que bom ver meu ship vingar e acabar tudo bem; foi ótimo estar certa desde o começo hahah

Então mais uma vez fica aqui minha indicação: se você ainda não assistiu Eu Nunca..., não sabe o que está perdendo. Não se engane por achar que é uma série adolescente (que é mesmo), e que será cheia de coisas bestas, porque o roteiro e o texto da série vão te surpreender


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Abbott Elementary - 1ª e 2ª temporadas

Bom dia, você já ouviu falar da série Abbott Elementary? 

Conhecer eu já conhecia, mas só de ouvir falar; até estar dando uma olhada no catálogo da Star+ quando começamos a assinar, que surgiu o interesse de assistir. Peguei um dia pra ver, e achei super gostosinha! É uma série da mesma categoria de Friends e Modern Family: comédia sem risadas de fundo pra assistir enquanto almoça. Eu assisti enquanto comia a sobremesa da janta, mas você entendeu.

Aqui acompanhamos o corpo docente de uma escola majoritariamente negra (pensando agora, não lembro de ter visto alunos brancos...), na periferia de "Philly", nos Estados Unidos. Eles vão desde professores bonzinhos (como a fofa da Bárbara) até professores malucos (como a Melissa). E no meio disso temos a Janine, nossa protagonista (essa felizinha do gif, fazendo estrelinha), que é um raio de sol na vida de quem a conhece. Ela tem pouca experiência lecionando -o que a faz tomar decisões muito questionáveis na maioria dos episódios-, mas o coração grande e a bondade compensam. Além do mais, ela tem colegas que estão sempre dispostos a ajudar.

A série é super leve, com temáticas do dia-a-dia numa escola, mas também acompanhando a vida pessoal de cada professor. Preciso destacar também o Gregory (interpretado pelo "carinha que mora logo alí", vulgo Tyler James Williams), que tem o sonho de ser diretor, mas enquanto isso não acontece se contenta com um cargo mais baixo; a louca da Ava, que poderia ter qualquer profissão menos ser a diretora da escola Abbott (e a história de como ela conseguiu ser diretora é no mínimo curiosa), e o Jacob, um dos poucos professores brancos que dá aula pro ensino médio (que é um queridinho meu, porque ele não tem filtro e fala demais ás vezes, tipo eu).

Estou no aguardo da 3ª temporada estrear por aqui (lá fora já estão no episódio 10), então é claro que eu recomendo essa série; a classificação diz livre para todos os públicos, mas poucas coisas são livres para todos os públicos hoje em dia, então eu recomendo para acima de 12 anos, pelo menos. 


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Squid Game: the Challenge

Como você já deve saber se é frequentador desse blog (pff), eu gosto bastante de reality shows (os bons, claro. Nada de "de férias com ex" ou "casamento às cegas" por aqui), então quando eu vi que surgiria um reality show sobre Squid Game eu torci a boca. Por que bem, esse reality show é exatamente o que o dorama critica, e é claro que a Netflix ia usar e abusar até não poder mais do poder de Squid Game (que eles gostam de chamar de Round 6 por aqui). Mas bem, sabendo separar as coisas eu acho que tudo bem (e parece que nem fez sucesso, então não acho que vão fazer outra edição; ah, e parece que o vencedor ainda não recebeu o prêmio......).

Basicamente eles tentam imitar todos os jogos feitos no dorama (mas sem a parte da morte, claro, as pessoas só fingem que levaram um tiro e caem no chão, é meio cômico aliás), mas com grandes mudanças; os jogos principais estão aqui (com exceção do Cabo de Guerra, que eu achei justo eles terem substituído, porque no dorama funcionou por motivos de surpresa, o que não seria justo num reality show em que as pessoas já sabem o que vai acontecer), mas a forma como eles foram conduzidos pra chegar num único ganhador foi um pouco decepcionante.

Pra começar, eu não sei se foi uma exigência/prerrogativa dos produtores que eles escolhessem pessoas chatas e legais, pro público torcer pra legais e ficar com raiva das chatas (porque eu pegue rancinho de uns chatos, viu?), mas isso foi um ponto negativo que vale a pena mencionar. 

Mas nada se compara ao grande problema desse reality: os jogos de azar. Como eles mudaram um pouco as regras, mas tinha muitos jogadores que passavam a cada fase, eles tiveram que eliminar aos poucos pra ter a quantia certa, e o recurso escolhido foram mini jogos de azar do tipo: jogar um dado e se cair em 6 ou 1 você sai; escolher entre caixas com botões diferentes, e se você escolher a caixa que vai brilhar de tal cor, você sai; e por aí vai. Ou seja, dava super pra equipe manipular os resultados (que eu tenho certeza que foi o que eles fizeram). 

O que tiramos desse programa então? Na verdade, nada. Como eu disse, o próprio fato dele existir já vai contra a o propósito do dorama. As briguinhas entre os participantes pareciam brigas de participantes do BBB (o que nos leva a pensar que a humanidade é a lama mesmo, independente do país ser desenvolvido ou não), e ganhar através de jogos de azar não me parece justo. Conclusão: não precisa assistir isso aqui não, pode pular



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The Chosen - 1ª temporada

Finalmente peguei The Chosen pra assistir! Não tem desculpa pra minha demora (apesar de eu não ter curtido o primeiro episódio não), eu só enrolei mesmo, mas ainda bem que eu finalmente apertei o botãozinho de assistir na Netflix (ah, outra coisa: um dos motivos pra eu ter enrolado pra assistir foi essa limitação que havia anteriormente de existir apenas no app específico). 

A série ficou muito boa, cheia de momentos cotidianos que se tornam especiais por conta de Jesus, eu chorei em todos eles! Era de lei: eu sabia que não sairia intacta de um episódio, tinha que ter uma lagriminha pelo menos hahaha

A atuação do elenco me surpreendeu (a dublagem também, fiquei feliz por um projeto ser levado tão a sério, com dubladores que combinam com os atores, e não apenas uma voz qualquer só pra falar que existe a opção de dublagem que é o que infelizmente acontece com a dublagem dos doramas que não são dirigidos pelo Glauco.... sim, eu cheguei a conclusão que só ele é um bom diretor pra escalar as vozes, porque olha....), a trilha sonora é in-crí-vel e gostei muito como eles escolheram contar a história dos "escolhidos", dando destaque para seus problemas pessoais e personagens secundários que emocionam tanto ou até mais que os protagonistas (estou falando de você, mulher Samaritana que veio pegar água no poço!).

Se você ainda não assistiu, vai correndo! Já temos 3 temporadas, com a 4ª sendo lançada nos cinemas e em TV aberta; não perde a chance não, vai conhecer Jesus e depois migrar pra Bíblia e conhecer Ele mais a fundo ainda! 


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Goosebumps

Arrepios.....! Será que alguém lembra dessa série de livros de terror infantil, que também teve uma adaptação pra TV muitos anos atrás? Eu assistia alguns episódios, mas como passava na TV aberta em horários aleatórios, eu não conseguia acompanhar direitinho. Até que, zanzando na disney+ outro dia, vi que essa nova adaptação existia, chamei minha irmã e a gente começou a assistir.

A história está bem fiel aos livros (pelo que eu li pela Internet, afinal eu não li os livros), seguindo uma história principal, adaptando situações episódicas com adolescentes, os pias deles e um professor que herdou uma casa assombrada como protagonistas. A série é sobrenatural e tem uma trilha sonora mais sombria, com alguns efeitos especiais bem bons (apesar de cumprir o "check" na listinha de produções fantásticas da TV hoje em dia: a imagem totalmente escura, quase preta, zero iluminação, pra conseguir enganar o público de qualquer efeitos).

Como eu disse, os adolescentes são os protagonistas, e ao mesmo tempo em que a gente acompanha os dilemas das vidas particulares deles com seus pais (que são péssimos pais, aliás), também vemos como eles se viram com esse ex-aluno que morreu misteriosamente anos atrás e agora assombra a cidade em busca de vingança.

A história não tem furos de roteiro, mas preciso comentar que o desenvolvimento de personagem deixa a desejar; os adolescentes amadurecem, e são bem espertos pra o que a gente espera de pessoas de 15, 16 anos de idade (eles também fazem umas bobagens, bem típico dessa raça), mas os adultos diversas vezes não agem como adultos e fazem escolhas e tomam atitudes ridículas, principalmente na reta final da temporada (que como boa amante de coisas únicas, eu preferia que acabasse por aqui, mas a segunda temporada parece que já foi confirmada). Quero destacar o personagem do professor novo, que age como o vilão da temporada (não por querer, claro), que é interpretado pelo talentosíssimo Justin Long, que estava sumido fazia alguns anos e que fiquei bem feliz de vê-lo voltando a atuar. 

Se você quer algo leve e adolescente pra assistir, só pra passar o tempo, mas que ainda seja de qualidade, eu recomendo a série. Mas não espere jump scares ou cenas violentas.


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Single's Inferno (Solteiros, Ilhados e Desesperados) - 1ª e 2ª temporadas

Por algum motivo o meu cérebro esqueceu que eu já assisto esse reality há 3 anos (já foram 3 temporadas), e acabei não falando sobre ele aqui 🤡 mas sem problema, porque acho que a maioria das pessoas que consumem programas coreanos já ouviram falar do reality show dos Solteiros numa ilha.

Pois bem, comecei a assistir a primeira temporada lá em 2022 sem pretensão, achei que fosse só um passatempo -mas eu esperava sim que a atitude dos participantes fosse bem diferente dos realities daqui do Brasil (e nisso eu acertei). Mas acabou que eu comecei a ficar engajada de verdade conforme os episódios iam passando, e até a minha irmã se interessou e começou a assistir comigo lá pela metade (ela teve um pouco de dificuldade de associar quem era quem).

O formato de "arranjar um par romântico em TV aberta" não é nada novo, mas colocar essas pessoas numa ilha chamada Inferno e só dar o Paraíso à elas quando formarem casais foi bem legal. Ou seja: eles podem conversar e interagir na ilha (ou no Inferno), mas não podem saber a idade ou profissão um do outro (caso você não saiba, a hierarquia é muito importante na Coréia do Sul, então você saber a idade de alguém e descobrir que essa pessoa é mais nova ou mais velha que você, influencia totalmente na forma como trata essa pessoa e no discurso escolhido ao falar, se vai ser formal ou não). Só depois que um menino e uma menina conseguirem se escolher "ao mesmo tempo", aí eles podem ir para algum hotel muito chique com piscina, camas enormes e comida maravilhosa pra poder conversar e descobrir esses itens mencionados -mas sim, o resto fica segredo pros outros participantes.

A questão é que a gente começa a se empolgar com os participantes (em especial as meninas, porque mulher sofre por homem em qualquer país do mundo), e acabamos torcendo pra um determinado casal ficar junto, enquanto pra outros a gente não quer nem ver de longe. 

A primeira temporada formou 3 casais (se não me engano, já faz tempo), mas eles não têm obrigação de continuar juntos após o programa; essa temporada também teve uma menina padrão coreano que teve vários pretendentes querendo ela, um cara que só quis uma única menina durante o programa inteiro (o que foi muito perturbador), e um casal interessante de início, mas que depois foi só ladeira a baixo por conta do cara.

Já na segunda temporada a amizade entre os participantes ganhou mais espaço (apesar de também haver outra menina sendo disputada por mais de um homem); eles se ajudavam a conquistar um ao outro, e teve até um dos participantes (que entrou no meio da competição) que ganhou tanto destaque que acabou virando apresentador na 3a temporada.

Falando em apresentador, sim, temos 4 apresentadores comentando as cenas e dando seus palpites nos casais que podem formar; eles são o Kyuhyun (Super Junior), Lee Da Hee (atriz maravilhosa, que veste as melhores roupas, minha amiga falou que ela parece uma Barbie), o rapper fofinho Hanhae e a querida e sempre sensata modelo Jin Kyung. Eles falam o que a gente pensa e sempre surtam quando algo mais "ousado" acontece no programa hahahaha


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E quase que esse post não sai! Parece que cada ano que passa, o dia da postagem dessa série de post aqui sai cada vez mais tarde kkkkkk mas antes tarde que nunca né, acho que ainda dá pra aproveitar as dicas!

Se você leu até aqui, obrigada! Deixa sua opinião aqui embaixo -se quiser- e dê recomendações sobre novas séries que eu preciso assistir em 2023!

Beijos e até o próximo post!

02 abril, 2024

Aleatoriedades do primeiro trimestre


Olá pessoas!

Não costumo fazer esse tipo de post por aqui (eu tenho outro blog mais informal e um pouco pessoal pra isso), mas como esse aqui recebe mais atenção e meio que é o meu blog principal, resolvi escrever por aqui mesmo (até porque as coisas que eu vou comentar aqui hoje são relacionadas ao que eu já posto geralmente por aqui).

O post de séries assistidas em 2023 ainda está no forninho (faltam só duas séries, das tantas que eu vi, pra falar sobre), então enquanto ele não sai, resolvi voltar á blogosfera antiga de tratar o blog como um diário virtual, e falar sobre coisas aleatórias que têm acontecido na minha vida ultimamente.




Eu tenho trabalhado bastante esse ano; se você não sabe (acho que nunca contei aqui também), eu sou professora de inglês, e trabalho em duas escolas de idiomas e uma escola regular (uma das escolas de idiomas é online, então tenho uma aluna do RJ). Esse ano as coisas ficaram um pouco mais corridas do que ano passado, porque apesar de manter quase a mesma quantidade de aulas, os dias em que eu trabalho alternaram -tenho a quinta e a sexta livres, mas as minhas segundas e quartas ficaram um pouco cansativas.

Mas nada a reclamar; eu gosto do meu trabalho, só não curto muito preparar as aulas, ás vezes, de resto eu aproveito bastante, principalmente por ter um ambiente bem bacana (sem pessoas tóxicas) e poder conversar com os alunos (minha parte favorita).




Tenho assistido bastante coisa também, meu TV Time está lotado de atualizações e eu tô ficando um pouco doida, confesso rsrsrs  Não costumo ver tanta coisa ao mesmo tempo, tanto pra não confundir as histórias (mas isso nunca aconteceu), quanto pra não ter tanta coisa em andamento; prefiro terminar uma coisa só por vez. Mas bem, ás vezes acontece.

Sem falar muito sobre as séries por aqui (por conta do resumão de fim de ano que eu sempre falo), vou só comentar as séries antigas que eu geralmente não falo no resumo: uma delas é Zoey 101. Estou assistindo com a minha irmã, pelo streaming horrível da Paramount+; assistimos uns 5, 6 episódios por semana (ás vezes menos), porque queríamos relembrar o que acontecia no final da série antes de ver o filme, Zoey 102.




[E sim, eu sei da polêmica envolvendo as séries produzidas pela Schneider's Bakery, ele é um homem horrível, espero que a justiça chegue nele e que ninguém nunca mais precise ver esse homem na frente; que ele receba alguma sentença envolvendo terapia, porque esse homem é doente. Esclarecendo isso, não compactuamos com nada do que ele acredite, estamos separando a obra do autor -o que infelizmente estamos tendo que fazer muito ultimamente, huh-, e guardando a memória afetiva dos programas de quando éramos crianças]


Já tínhamos feito isso (digo, reassistir uma série antiga) com Big Time Rush (e depois fomos no show!), então resolvemos fazer o mesmo com Zoey, e surpreendentemente, não está sendo tão ruim. Não diria que a série envelheceu bem, porque ela com certeza tem muitas coisas problemáticas, mas não está sendo um martírio assistir novamente.

Ainda achamos o romance da Zoey com o Chase bem mal escrito (e o Chase um cara bem esquisito, sendo quase um stalker pela Zoey), mas eu acho bem fofinho o romance da Quinn com o Logan (que é a base para o filme 102).





Ah, também intercalamos alguns episódios de O Manual de Sobrevivência Escolar do Ned também, que continuam bem engraçados e, esse sim, envelheceu muito bem! Pode assistir sem medo, se você nunca viu (é uma das minhas séries adolescentes preferidas até hoje!).


Estou revendo sozinha alguns episódios de Minha Vida com Derek (quem lembra?), porque eu gostava bastante, apesar de passar raiva com algumas coisas que o Derek fazia pra Casey. A família deles é uma bagunça, mas eles se entendem no meio de tudo isso, então tá certo.

Ah, mais alguém também achava a relação da Casey com o meio-irmão dela Derek, meio esquisita? Eu lembro de shipar os dois quando adolescente... Mas vendo hoje em dia (e vendo vários vídeos de compilados no youtube, e opiniões na internet afora), a série meio que deixava margem pra uma dupla interpretação... Pelo menos eles não eram irmãos de sangue.

(ah, esse também teve um filme lançado ano passado; eu quero assistir também!)






Assisti alguns filmes bons esse ano, e outros nem tanto, mas acho que eles merecem um post a parte.


Ainda não assisti nenhum anime esse ano (nem eu acredito!), mas tenho vários na minha lista interminável, e continuo acrescentando mais, especialmente quando leio uma review boa de alguma lançamento da temporada (ainda bem que a temporada de primavera 2024 está bem meia boca; só me interessei pelas continuações mesmo).

Em contrapartida, peguei alguns desenhos pra assistir. Um deles é Amphibia, que tem 3 temporadas, mas eu estou vendo beeeeem devagar, porque a história não é tão interessante, com exceção dos episódios que fazem parte da mitologia da série (aqueles que não são fillers, só pra encher a cota). É uma história sobre a Anne, uma menina que foi parar em Amphibia, um universo só de anfíbios em que os sapos falam. É um original da Disney, então você pode ver pelo Disney+ 





Também peguei pra ver um desenho bem antigo (2005), pelo youtube mesmo, chamado Academia de Titãs (o título em inglês faz um brincadeira com aquele filme, Class(h) of the Titans). É sobre 7 adolescentes que descobrem ser descendentes de figuras heróicas da mitologia grega (Teseu, Aquiles, Ártemis e etc) e começam a estudar numa academia pra treinar e combater Cronos, o titã do tempo, depois que ele conseguiu fugir do Tártaro (o engraçado é que ele está inteirinho; quem conhece a história sabe que Zeus fez picadinho dele antes de jogá-lo no Tártaro....). 

É um pouco infantil, mas bem divertido. A primeira temporada dá pra achar dublado, já a segunda só em inglês mesmo.  





E quanto ás minhas leituras, pra quem viu o meu post de como meu bullet journal se tornou um bullet reading também, só digo que estou conseguindo manter um ritmo de leitura bom, sem pressão pra ler "x" livros por mês (em fevereiro eu só consegui terminar 2, mas em março foram 5); eu até fiz uma meta (mais ou menos...) no formato de estante, mas não lembro quantos livros são no total, talvez uns 40 ou 50, mas sinceramente, não pretendo esquentar a cabeça com isso. Nunca esquentei, não vai ser agora que eu vou começar.

A maioria das leituras foram boas, com destaque pra Anna Kariênina, o primeiro russo lido e o primeiro finalizado do ano (foram quase 5 meses lendo, desde agosto do ano passado, com pausa aleatórias), O clube do livros dos homens, junto com Loucos por Livros, que foram duas gratas surpresas, considerando que são livros de romance contemporâneo sensuais, e que eu geralmente detesto (eles também aquelas capas com desenhos, que a gente já cansou de ver, sabem?), mas que dessa vez me fizeram não querer parar de ler até terminar tudo (e confesso: Charlie Lastra entrou pro meu exclusivíssimo hall de crushes literários 🤭).




Algumas "decepções" foram O Deus que destrói sonhos, que eu achava que seria um texto sobre nossos sonhos e como devemos alinhá-los com os sonhos e propósitos de Deus, mas se revelou um livro que, como diz a Vica, poderia ser um post do instagram, repleto de citações pra cima e pra baixo, e com um texto que diversas vezes fugia do assunto do título do capítulo, além de Memórias Póstumas de Brás Cubas, que eu nunca tinha lido integralmente, com exceção de trechos na época da faculdade (ainda não sei como minha maior nota da faculdade na matéria de literatura brasileira foi quando estudamos Machado), e se mostrou um livro super aleatório em alguns momentos (agora entendo a inspiração de Tristram Shandy que o Machado se inspirou) e com uma história de um homem que teve seu único amor da vida sendo uma mulher casada, com quem ele vivia como amante.

Se parar pra pensar, se a decrepitude da vida e a porquidão do ser humano fossem os temas que o autor quis trazer no livro, ele foi bem sucedido.

Também fiz releitura de Percy Jackson (por conta da série), e de Cinder, porque finalmente consegui comprar os livros 2 e 3 pra dar continuidade pra série. Ainda preciso comprar o último volume, mas vou deixar pra me desesperar só mais frente, levando em conta o preço dos livros da Rocco.





Eu até poderia comentar sobre músicas, mas acho que esse post está muito grande, então fica pra um próximo.

Obrigada por ler até aqui. Vamos interagir nos comentários!

Beijos! ;*

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