Olá pessoas! Estou de volta com outra resenha, dessa vez um drama bem diferente do post passado: vamos falar de mistério e investigação!
Título: Voice 2 (보이스 2)
Episódios: 12
Ano/BN: 2018 /OCN
Eu gostei muito de Voice, e se você leu a minha resenha no ano passado, você já sabia disso. Então quando a segunda temporada entrou na netflix, eu corri pra assistir. Eu já sabia que os personagens não continuariam os mesmos, com exceção de um ou outro, mas sinceramente, achei que não atrapalhou nada! Contanto que a atriz que faz a diretora Kang continue a mesma, acho que essa "franquia" tem chances de continuar sendo boa!
Minha Sinopse
A vida do pessoal que trabalha na equipe Hora de Ouro da polícia continua corrida: agora um novo assassino que não vai muito com a cara de policiais resolve por conta própria assassinar alguns deles... Pra achar esse bendito, a detetive Kang vai precisar da ajuda do policial Do, um homem com um passado um tanto... Esquisito, mas que tem o senso de justiça necessário pra salvar vidas.
Personagens
Kang Kwon Joo (Lee Ha Na): a detetive Kang continua incrível. A super audição dela continua sendo útil pra equipe, e sua percepção também melhora.
Fiquei feliz que a Lee Ha Na decidiu ser a prota de todas as temporadas de Voice hahaha ela tá sempre empolgada e postando várias fotinhas quando temporada nova começa e eu fico mais animada ainda pra assistir logo!
Do Kang Woo (Lee Jin Wook): o protagonista masculino dessa vez mudou: o detetive Moo cumpriu seu dever e decidiu fazer outro trabalho em outro lugar -pelo menos é isso que eles contam no drama.
O sucessor de sua posição é o detetive Do, um moço com um passado misterioso (que me deixou curiosa até quase o final, quando eu comecei a ter algumas teorias do que acontecia com ele. O detetive Do é um homem que quer que a justiça seja feita e que demora um pouquinho pra ficar do lado da detetive Kang, mas que depois apoia a moça com unhas e garras. Gostei bastante dele (e achei o ator bem bonito também, hahaha).
Os Casos
Eu gostei bem mais dos casos isolados da segunda temporada, mesmo gostando bastante dos casos da primeira também (isso faz sentido pra você?). Achei que a OCN abordou alguns assuntos muito importantes que podem gerar possíveis debates se você resolve assistir ao drama em conjunto.
Em comparação, o caso principal meio que deixou a desejar (eles continuaram na mesma forma de revelar o assassino um pouquinho antes, pra gente não ficar ansioso), talvez porque, na minha visão, o vilão ficou meio sem sal, sei lá hahaha
O Suspense
Apesar de eu ter comentado que a revelação do vilão-mor não demora a acontecer, ainda tem aqueles momentos de suspense que fazem a gente ficar agarrando a almofada/travesseiro de nervoso, esperando o que vai acontecer em seguida.
Tanto nos casos isolados (que aqui também envolvem pessoas da equipe Hora de Ouro, igual na primeira temporada), o suspense e os cliffhangers (será que a detetive Kang vai conseguir usar a sua super audição pra salvar a vítima?) são garantidos.
Música
A ost de Voice é sempre faixas de sons agitados e ao mesmo tempo calmos, pra gerar aquela tensão enquanto a gente assiste, e como nenhuma me marcou tanto (que eu estou me lembrando agora), coloquei aqui só a principal, que tocou mais (o refrão é bem marcante), 'Voice' da cantora Kim Yeon Ji.
O vídeo pode conter spoilers
Pontos Negativos
Talvez isso seja um ponto negativo, ou talvez eu só tenha gostado bem mais do vilão principal da primeira temporada, mas como eu já disse mais acima, o vilão da vez não tem tanta presença na série. Eu achei a escolha do ator conivente para o papel que ele desempenhou na história, mas quem sabe um a mais velho e com um trejeito menos caricato teria funcionado melhor.
Classificação:**** (ótimo).
Uma observação: eu sei que esse não é o foco do drama, mas achei que super rolou um clima entre os protagonistas! A detetive Kang ficou bem mais próxima do detetive Do do que do detetive Moo (1ª temp.), talvez seja por conta dos dois serem solteiros, enquanto na primeira temporada o detetive Moo tinha acabado de perder a esposa e tinha um filho pequeno pra criar.
Então fica a dica pra você tentar reparar nisso também (ou vir aqui me dizer se eu tô imaginando coisas xD)
Obrigada por ler até aqui. Ainda tem outras resenhas vindo por aí, logo logo eu arranjo tempo e vontade pra escrever!
Olá pessoas! Eis que apareço novamente (ao som da música nova do AKMU) pra trazer outra resenha que eu estava devendo pra vocês (na verdade já tem bem mais do que o que eu tinha planejado inicialmente, mas tudo bem).
Então bora!
Título: Private Lives / Personal Life (사생활)
Episódios: 16
Ano/BN: 2020 / jTBC
Eu decidi pegar pra ver esse drama por causa da Seohyun (SNSD). Fazia muito tempo que ela não atuava em nada (e eu só tinha visto ela como atriz numa pontinha em outro drama que agora eu não lembro qual é), então eu queria muito ver esse lado dela.
Outro motivo também foi o Go Kyung Pyo (ele apareceu pela última -e única- vez aqui no blog quando eu comentei sobre Chicago Typewriter), porque eu acho ele um ótimo ator. E muito bonito também.
Minha Sinopse
Cha Joo Eun sempre sofreu por causa do comportamento irresponsável e ilegal dos pais. Apesar de jurar fazer o contrário, ela cresce no mesmo caminho.
Personagens
Cha Joo Eun (Seo Hyun - SNSD): a protagonista aqui não é a mocinha que estamos acostumados a acompanhar nos doramas; a Cha Joo Eun foi muito influenciada pelos pais (normal) e infelizmente, de uma forma bem negativa. Devido a criação, a moça é alguém forte, que não tem medo de arriscar e falhar. Amei ver a Seohyun atuando! Quero muito que ela faça outros papéis!
Lee Jung Hwan (Go Kyung Pyo): aqui temos um detetive sério e bobão (nem sei explicar direito, hahaha). Ele conhece a Joo Eun de um jeito inusitado (e engraçado!) e acaba a vida dele é mais rodada do que a gente imagina....
Jung Bok Gi (Kim Hyo Jin): não quero falar muito sobre essa personagem aqui pra não dar spoiler, mas num geral eu gostei dela. No começo confesso que queria muito que ela se ferrasse (kkkkk), mas depois as coisas começam a acontecer, muitas mudanças.... Gostei da atriz, não conhecia nada dela e achei ela super convincente no papel.
Kim Jae Wook (Kim Young Min): quem lembra dele em CLOY?? Gente, eu fiquei chocada com a versatilidade do ator! Ele já apareceu aqui na resenha de 'My Ahjussi' (e lá também choveu elogios pra ele). Aqui ele faz o papel de um cara malandro e que está sempre atrás de dinheiro (e da cachorrinha).
O Plot Confuso
Que a gente não entende muito bem uma história nos primeiros episódios, é algo normal. Geralmente no segundo ou no terceiro (dependendo do drama) já conseguimos pegar o plot, quem é o vilão, qual o objetivo do/a protagonista e etc.
Mas com Private Lives isso fica confuso quase o drama inteiro. Quando eu pensava que entendia o que estava acontecendo, acontecia algum plot twist e revelações do passado de algum personagem eram jogadas na nossa cara.
O dorama tem essa narrativa de misturar passado com presente, e mostrar outros pontos de vista além do principal; eu geralmente não me incomodo com essa forma de contar uma história, desde que ela seja bem feita. Não vou dizer que terminei 'Private Lives' com um ? na minha cabeça, mas acho que isso super contribuiu pra muita gente abandonar esse drama hahaha
Romance
A história dos protagonistas é muito bonitinha, mas num estilo bem Sr. e Sra. Smith, sabe? Eles têm vidas particulares "secretas" um do outro e ao mesmo tempo ficam uma graça nas cenas em que estão juntos. Talvez isso tenha sido um dos motivos que me fez continuar o drama até o final, porque eu queria ver o que aconteceria quando as duas coisas "se encontrassem".
Num geral, o romance fica em segundo plano e tudo bem, porque o foco da história é outros quinhentos (mas eu amei a química entre a Seohyun e o Kyung Pyo!!)
Música
Things to Love - 6band
Essa música é a música-tema do drama, tem uma vibe meio "cruzeiro chique" por causa do intrumental, talvez (?), ou talvez seja só eu que tenha essa impressão hahaha mas a voz do cantor e a melodia num geral faz a coisa toda parecer bem sexy
O vídeo pode conter spoilers
Private Lives - Minju
Essa aqui é a música de abertura e ela ficou bem característica pra mim xD O ritmo gruda na cabeça e a voz da Minju é bem calminha e achei que combinou bastante!
O vídeo pode conter spoilers
Pontos Negativos
Como eu disse alí em cima, a confusão do plot do drama atrapalhou um pouco, mas mesmo com isso eu consegui assistir até o final sem problema nenhum (talvez tenha sido porque eu assistia 1 ou 2 episódios por semana, mesmo quando o drama já estava completinho na netflix). Se pra você não funcionar maratonar, tenta mudar o ritmo.
Sério, olha esses dois!! 😍
Classificação:*** (bom).
Eu recomendo assistir esse drama se você gosta dos atores (o meu caso!), ou se você gosta de histórias de suspense e reviravoltas, mescladas com um pouquinho de outros gêneros também. Enfim, tire suas próprias conclusões.
Oi gente! Quanto tempo eu não dou as caras aqui, não é?
Bateu a vontade de postar uma resenha de drama pra vocês, então aqui estamos!
Título: Life on Mars (라이프 온 마스)
Episódios: 16
Ano/BN: 2018 / OCN
Eu assisti Life on Mars no fim do ano passado, num período de tempo ok. Não assisti tudo de uma vez, mas também não levei 1 mês pra concluir. O ritmo poderia ter sido melhor, mas não culpo a histórias; pelo contrário, eu que não estava num mood ideal pra ver kdrama.
Minha Sinopse
Um policial vai parar alguns anos no passado depois de levar uma surra e ser atropelado. Lá ele descobre que faz parte do esquadrão principal para pegar um bandido que está ligado com a morte de seu pai.
Personagens
Han Tae Joo (Jung Kyung Ho): o protagonista é um homem sério e que corre atrás do que quer descobrir (mesmo que ás vezes ele seja influenciado por coisinhas bestas). O Jung Kyung Ho entregou um personagem real e que tem sentimentos muitas vezes conflituosos que acabam afetando suas decisões.
Kang Dong Cheol (Park Sung Woong): o chefe do equipe que ama bebidas e acha que a violência resolve tudo. Nos primeiros episódios ele agredia *todo mundo* e isso me incomodou bastante, porque eu não via como comédia (sei lá se era essa a intenção que eles tinham com essas cenas); conforme a história vai avançando a gente "acostuma" com esse "jeitinho" dele, mas no geral foi um personagem bem real também.
Obviamente a história tem mais personagens, principalmente da equipe principal, eu destaco aqui só a detetive Na, que era uma moça muito gentil e trabalhadora que conquistou meu coração de primeira.
A Investigação
Eu amo história de investigação, então dessa parte eu gostei. Teve momentos em que as coisas estavam bem no nariz dos detetives (ou eles poderiam ter obviamente ter resolvido as coisas de outra forma), mas acho que tudo contribuiu pra gerar o conflito da trama. Temos casos fechados e o caso principal que ronda a vida do Tae Joo.
A Comédia
Acredite ou não, tem um pouquinho de comédia nesse drama (como eu disse alí em cima, talvez as cenas em que o chefe Kang linchava o povo do mal eram pra ser parte da comédia, mas nunca saberemos). Tem algumas cenas engraçadinhas que não necessariamente são feitas pra gente gargalhar; eu vejo elas mais como momentos de descontração, porque a história é um tanto pesada.
O Mistério
O mistério faz a gente ficar preso na história ("como o Tae Joo foi parar no passado?", "por que raios ele está no passado?", "o que aconteceu com o corpo dele no presente?", "essa voz que conversa com ele é real ou não?", "afinal de contas, O QUE é real?") e dá pra fazer várias teorias com as informações que o drama vai nos proporcionando no decorrer dos episódios (eu acertei algumas).
Música
AGNES - Patrick Joseph
A Ost de Life on Mars se encaixou perfeitamente com o clima do drama, principalmente essa abertura que tem uma vibe animada, mas ao mesmo me deixa um pouco triste (não posso falar mais por causa de spoilers).
Pontos Negativos
Teve uma coisinha ou outra que me incomodou (o fato da violência extrema nos primeiros episódios, por exemplo, ou quando a gente descobre que o pai do Tae Joo não era um cara tão bom assim como marido, mas parece que isso era relevado pelo fato de ter sido um bom pai, tipo: quê??), mas num geral eu fiquei satisfeita com o que recebi.
Não sei se o final seria um ponto negativo, mas até agora eu ainda tenho sentimentos conflituosos com a forma que a história acabou; eu entendo que eles tiveram que fechar em 16 episódios, e talvez se eu for assistir a história original britânica faça mais sentido (até porque tem mais de 3 temporadas), mas eu deixo aqui que acho que cada um tem a sua interpretação.
Classificação:**** (ótimo).
Recomendo sim assistir Life on Mars e tirar suas próprias conclusões.
Depois de tanto tempo sem aparecer, obrigada á você que leu até aqui.
Oi gente, olha só quem está dando as caras aqui depois de muito tempo??
O "corona vairus" fez quase todo mundo e aquietar em casa, e eu fui uma dessas pessoas que literalmente se trancou dentro de casa e que não saí pra nada. Eu só fui dar as caras na rua depois de mais de 2 meses... Ou mais. Nada confirmado.
No meio disso tudo, eu me mudei (voltei a morar na cidade que eu nasci e vivi por muito tempo), continuei trabalhando (graças ao bom Deus) e consegui assistir e ler muita coisa (mais assistir, vamos ser sinceros). Então hoje vim aqui fazer aquele bem esporádico post de atualizações, onde eu digo minha sincera opinião sem spoilers que pode te ajudar a decidir se lê algo :)
O que andei lendo?
Surpreendentemente, não li muitas fanfics esse ano. Eu reli alguns dos meus capítulos preferidos de algumas fanfics, mas nada novo. Li muito mangá (mas isso é outro assunto que dá pano pra muita manga, quem sabe um dia eu não faça um post só sobre isso?), e como eu ainda não tinha comentado nada sobre os livros que eu li no final de 2019, vou encaixar tudo aqui, até o último livro lido agora, em outubro de 2020.
Pega a pipoca e vem ler!
Fangirl - Rainbow Rowell
Classificação:***/e meio
Foi o meu segundo contato com a escrita da autora desde Eleanor & Park (que eu li há muito tempo, e preciso reler), mas eu ainda lembrava do jeitinho da Rainbow de escrever: como se estivesse do nosso lado, passando por todos os problemas da adolescência/juventude e sabendo exatamente o que a gente pensa -em especial, as pessoas introvertidas, assim como a protagonista do livro, a Cath.
Eu me identifiquei demais com ela; desde a parte de se sentir um peixe fora d'água em situações públicas, até o fato de ser a louca das fanfics (tudo bem que eu só leio por enquanto, mas mesmo assim)!
Mas confesso que meu amor por personagens desse livro só se estende até a Cath e seu pai: a irmã gêmea dela é a típica adolescente de filme americano (a menina popular que só quer "curtir" a vida), a colega de quarto dela da faculdade é chata (só simpatizei com a moça em uma única cena) e até o mocinho, o Levi, deixou a desejar em alguns aspectos.
É um livro muito gostosinho de ler e que vai te fazer relembrar como é estar apaixonada(o) e não saber lidar com isso, mas senti raiva em alguns acontecimentos (e por vários personagens), então queria a todo momento entrar na história e mudar uma coisinha ou outra.
Eu queria MUITO ler Perdida. Eu queria MUITO ter esse livro na minha estante, então entenda que o hype pra essa história foi grande. Finalmente consegui comprar ano passado (tem post sobre, clicando aqui), e resolvi pegar pra ler, depois de iniciar meu contato com romances de época. Meus amigos, foi um balde de água fria.
Acontece que a escrita da Carina nessa história é a escrita de alguém que acabou de começar (esse é o primeiro romance que ela escreveu na vida), então tem muita coisa pra lapidar (e eu digo MUITA mesmo). A narrativa é cheia de vícios de linguagem e gírias do século XXI (detalhe: a protagonista vai parar no século XIX), que incomodam DEMAIS. Eu entendo que a Sofia é uma mulher moderninha (do tipo que anda com camisinha na bolsa e não quer saber de relacionamento sério), mas poxa, se eu percebesse que estava numa época totalmente diferente da minha e que possuia possíveis riscos de vida, eu tentaria o máximo me adaptar ao ambiente, e não dar uma de "diferentona" querendo descontruir pensamentos que ainda estão longe de ser desconstruídos.
Tirando essa parte super constrangedora da história (sério, tem momentos que dá vergonha alheia de ver a Sofia falar tanto "tipo", "daora", "de arrasar"), a partir do capítulo 19 a história começa a se desenvolver pra algo bacana. Tem bastante romance (o livro é bem grossinho e mesmo assim não aborda outros assuntos não), então se você não gosta de histórias água-com-açúcar e vai-não-vai, esse livro não é pra você.
No fim, eu tive uma sensação boa (a história se encerra nesse volume, apesar de ter continuação que eu não vou ler), mas é um livro bem simples e que precisa de um tempo pra você acostumar com a narrativa imatura da Carina.
Eu queria muito ler um livro da Colleen, porque ela é a queridinha de muita gente, e apesar de não ser muito fã de romance, eu sempre soube que os livros dela falam sobre assuntos sérios e tabus. 'Um Caso Perdido' é um dos livros mais famosos da Colleen, então achei legal começar por ele.
Eu estranhei muito a narrativa. Não sei se é porque esse livro é mais antigo, mas achei a escrita da Colleen meio pobre. A protagonista é bem chatinha (no decorrer do livro ela melhora um pouco), achei a formação do romance bem conveniente, e o Holder não me encantou o tanto que eu achei que encantaria.
Tudo bem que o livro tem um plot twist em seguida do outro, a partir do momento que a história começa a engatar, mas acho que isso deixou o livro com uma carga pesada demais (tem muito gatilho, muita coisa horrível com o passado das personagens), achei que a Colleen tentou muito chocar o leitor e não conseguiu administrar os temas abordados (por mim ela podia escolher um tema só e trabalhar em cima dele, desenvolver, ao invés de colocar um monte coisa).
Fora que né gente, as personagens estão no ensino médio então tem aquele drama adolescente tooodo, que vocês já sabem que eu não gosto. Eu esperava mais.
Minha primeira leitura nacional em muito tempo! Confesso que preciso ler mais literatura brasileira... Enfim, esse foi o primeiro livro completinho que eu li depois que peguei gosto por baixar livros grátis na Amazon kkk Eu sou prime, e além de conseguir "emprestar" um máximo de 10 livros por vez pra ler (livros bons!), agora vivo correndo atrás de livros grátis hahaha
Eu achava que a história de Amor Plus Size fosse ser clichê, com o menino popular que se aproxima da menina gorda só por causa de alguma aposta, ou só pra tirar sarro da cara dela... Mas tive uma grata surpresa ao me deparar com outra narrativa. A protagonista, Maitê é uma fofa, super queria ser amiga dela hahaha ela é aquele tipo de pessoa amiga de todo mundo, super da galera, gentil... Enfim, o que eu não sou hahaha
O jeito de contar histórias da Larissa me deixou confortável, principalmente porque parecia que a gente estava vivendo a vida da Maitê junto com ela; ficou algo bem íntimo, sabem? Fora todos os problemas que a garota enfrenta, é super fácil de se identificar e sofrer junto -o relacionamento complicado com a mãe, e os dilemas do amor.
A ideia principal da história (que nós já somos apresentados no prólogo do livro) ficou bem interessante também, eu só gostaria de ter visto um pouco mais dessa parte (como ela conseguiu de fato chegar onde chegou), e não sou mais estrelinhas porque quando o casal finalmente aconteceu, a história acabou hahaha
It Girl (Como Me Tornei Acidentalmente A Garota Mais Popular Da Escola) - Katy Birchall
Classificação:**/e meio
Li esse livro faz tanto tempo que tive que entrar no kindle pra conferir a sinopse e algumas páginas pra ver se lembrava da história.
Tem essa menina de 14 anos que vive com o pai e o cachorro, e ela é meio desesperada, a ponto de se esconder no armarinho da limpez quando algo de ruim acontece. Aí o pai dela conhece uma atriz famosa, decide casar com ela e a mulher tem uma filha do primeiro casamento, um pouco mais velha que a protagonista. Graças às dicas de moda e comportamento que a sua nova irmã mais velha dá, Anna meio que começa a ser popular.
A história é bem adolescente, com algumas cenas engraçadas e outras que vão te fazer sentir vergonha alheia (se você já passou por algumas das situações mostradas no livro, talvez nem tanto). Eu lembro que achei legalzinho, é um livro bom pra passar o tempo ou se você estiver numa ressaca literária.
Ai gente, esse aqui foi uma decepção. Eu nunca tinha lido nada da Penelope Ward, mas conheço muita gente que gosta das histórias dela, então quando vi que esse aqui estava disponível pra clientes prime, peguei pra conferir.
A escrita é de alguém iniciante (não sei se esse foi um dos primeiros livros da Penelope) e bem rasa num geral. O livro é curto, dá pra ler em um ou dois dias, e como a história não se aprofunda da forma correta, você termina a história com uma sensação de "tá, e aí?".
O protagonista masculino é muito chato, meio idiota e ouso dizer que estar num relacionamento com ele pode não ser algo bom, mas por algum motivo a protagonista não pode viver sem ele.
Sinceramente, não recomendo. Nem quero mais ler nada dessa autora, porque sei que os livros têm todos essa mesma vibe.
As Valentinas (Uma História de Meus 15 Anos) - Luiza Trigo
Classificação:*
Esse aqui eu nem sei se deveria contar essa classificação direito, mas resolvi colocar pra ficar no mesmo padrão dos outros.
É praticamente um conto, eu peguei pra ler porque nunca tinha lido na da Luiza Trigo (apesar de já conhecer a moça faz bastante tempo), e mesmo sabendo que a história era infanto-juvenil, eu não sabia que era TANTO infanto-juvenil.
A escrita é bem infantil, a história nem tem tempo de se desenvolver por conta do número de páginas e é bem pra passar o tempo mesmo (ou pra contabilizar, se você tem uma meta de ler x livros por ano). O problema foi só que eu não sou o público-alvo.
Eu já conhecia a escrita da Aimee (e a própria Aimee), e esse é um dos livros mais famosos dela, e quanto vi que estava de graça no kindle eu peguei pra ler.
A história começa muito boa, a protagonista é super divertida (toda vaidosa, fala o que pensa -sem magoar os outros, corre atrás do que quer... Enfim, eu gostei muito do começo, principalmente da forma como ela conhece o mocinho (que foi outro que gostei bastante).
O plot é interessante, apesar de ter uma parte voltada para a faculdade e cursinho (que eu estou vendo bastante na literatura brasileira no gênero jovem adulto), num geral tudo se encaixa muito bem, com começo, meio e fim e tudo explicadinho.
Talvez o que não tenha me agradado tanto foi a forma como o relacionamento amoroso do casal foi desenvolvido depois que eles viram amigos em diante. Acho que poderia ter acontecido de outro jeito algumas situações, ou mesmo no clímax da história, não sei se as atitudes dos protagonistas me conquistou tanto.
Eu recomendo ler essa história sim, acho que muita gente vai gostar!
Confissões de Uma Garota Desastrada (O Diário de Chloe Snow #1) - Emma Chastain
Classificação:**/5
Eu li esse aqui porque a Aimee (Oliveira, do livro acima) recomendou no instagram dela, por ser uma história adolescente que era boa.
Temos uma protagonista de 14 anos (também) que está entrando no novo ano escolar e quer se destacar. Ela gosta de cantar e tem um crush pelo garoto mais popular da escola. Eu sei, nada novo.
A história tem alguns aspectos que me fizeram sorrir e vários que me causaram vergonha alheia (a Chloe fazia umas coisas que eu ficava: "??? menina??"), e tem uma situação em específica que acontece aqui que vai contra os *meus* princípios éticos, então obviamente esse foi um dos motivos por eu ter abaixado a nota da história.
Novamente, é uma obra pra adolescentes (ou nem tanto, porque a Chloe faz um monte de coisas que eu com 14 anos estava beeeem longe de fazer), e pra passar o tempo. Se os outros livros da série estiverem disponíveis de forma gratuita eu talvez leia. Mas sei que não vou comprar não.
Vou parar com o post aqui porque ele já está enorme. Tenho mais algumas leituras pra comentar aqui no blog, mas foram de 4 e 5 estrelas, então eu quero deixar num post separado (sim, eu consegui ler bastante no ano de 2020!).
Se você leu até aqui e já conhecia alguma dessas histórias, me conta nos comentários!