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05 março, 2023

[Minha Experiência] Forever Tour in Brazil - 2022/23



 Olá pessoas!

Vamos dar uma interrompida nos posts "normais" pra conversar um pouquinho sobre essa experiência que eu tive noite passada (estou escrevendo na noite seguinte ao show, pra não esquecer nenhum detalhe, porque sou dessas, infelizmente). Vou tentar colocar o máximo de coisas interessantes (ou não) aqui nesse post!

Antes de tudo, esse é um relato pessoal, contando a experiência que eu tive no show do Big Time Rush aqui no Brasil, em São Paulo, no dia 3 de março, no Espaço Unimed (Barra Funda).






A COMPRA DOS INGRESSOS

Bom, o BTR avisou que tava de turnê no começo de 2022 e eu acompanho eles no instagram e tals (eu assistia a série de TV desde a estréia, lá em 2010, e continuei acompanhando os meninos, mesmo durante a longa pausa deles e então o retorno), e quando eles lançaram uma imagem mostrando Brasil com São Paulo junto, eu surtei kkkk 

A venda de ingressos aconteceu em agosto de 2022, e eu consegui comprar bem fácil (até agora não tenho certeza de os ingressos esgotaram ou não, porque mesmo no dia do show tinha gente comprando na bilheteria); fui no show junto com a minha irmã

Pegamos pista, inteira (nenhuma de nós duas estuda mais) e junto com as taxas o preço total de cada ingresso foi R$470,00 (parcelados em até 5x). Achei bem caro, espero que se eles voltarem mais pra frente não seja tão caro (até porque depois o preço abaixou....).

Ah, e nós imprimimos aqui em casa mesmo.





NA IDA PRO SHOW

Fomo de trem e depois fizemos baldeação na estação Luz pra Barra Funda. Da estação do trem pro Espaço Unimed (a casa de shows onde aconteceu o evento) é muito perto, dá 5 minutos (ou menos). 

Tinha um monte de vendedor com itens não-oficiais em volta do espaço, e gente vendendo comida também, mas a gente entrou sem problema, porque o show começou ás 21:30, mas os portões abriram ás 18:30 (nós chegamos umas 20:15). Lá dentro só revistaram rapidinho a gente (a principal preocupação deles era levar guarda-chuva kkkk). 

Lá no Espaço Unimed tinha banheiro, comida e merchan bem acessíveis (perto do palco e tals).





A COMPRA DO MERCHAN

Eu queria voltar com alguma lembrança do show, porque quando eu fui no show do Bangtan eu já tinha a camiseta, então é como se esse fosse um objeto pra me lembrar da experiência que eu tive, e eu queria algo assim com o BTR também. 

Não compramos nada dos vendedores fora do show (apesar de eu ter considerado comprar depois....), mas lá dentro do Unimed tinha alguns homens vendendo copos lindos por R$30,00 (que até eu não tenho certeza se eram oficiais, mas eram bem bonitos e bem feitos hahaha). 

Comprei e fiquei feliz hahaha





DURANTE O SHOW

Foi uma gritaria danada hahaha

Como ficamos na pista (e não na pista premium), ficamos o tempo inteiro de pé (mas enquanto não começava a gente sentou no show mesmo). Não compramos nada lá (além do copo, claro) e sei que não foi tanto tempo assim de espera, mas parece que demorou demais pra começar hahahah mas eu estava ansiosa, então foi isso.

O som do show estava muito bom, os instrumentos perfeitos!! O pessoal da banda era muito talentoso (e eles apresentaram todos, fizeram todo muito gritar pelo povo da banda também hahaha). 

No meio do show eles liberaram uns balões gigantes e ficaram brincando com eles no palco (mas não soltaram pra galera, foi só no palco mesmo). E no final teve a chuva de confetes/papel cortado, que me deixou toda emocionada pra variar.





APÓS O SHOW

Assim que a última música tocou (que já sabíamos que seria Boyfriend), eu e minha irmã saímos correndo (como dava né, com um pessoal na nossa frente andando bem devagar) e corremos pra estação pra pegar o último trem (aqui em SP o último trem parte ás 23:55 -ou algo assim), porque o show acabou 23:30 em ponto.

Deu tudo certo, fizemos a baldeação certinho (apesar da minha irmã ficar com medo da gente perder), e voltamos pra casa em 1 hora. 





Pontos Positivos


* Os meninos são muito simpáticos!! Eles estavam muito felizes e falaram o tempo inteiro! Eles super interagiram com a galera, faziam piada, contavam qual música eles gostavam mais.... Foi muito legal!

* Teve dancinha!! Como uma boa boyband, o BTR tem passos de danças pra maioria das músicas e eles conseguiram fazer todos no palco (eles até ensinaram pra gente o passo de Dale Pa'Ya, que eu só consegui fazer metade kkkk)

* Antes cantar Worldwide eles chamaram 4 meninas pro palco, fizeram elas sentarem nuns bancos e abraçaram elas, cantaram pra elas (o Carlos até SE AJOELHOU e cantou pra menina!!! Você é casado, pais de 3 filhos, homem! kkkkkkk), e as meninas aproveitaram bastante, deu pra ver que elas eram muito fãs o que eu achei bem justo.





Pontos Negativos


* Acho que meu único ponto negativo foi o Espaço Unimed mesmo. Gente, que lugar péssimo pra show! O palco só é um pouco mais alto que o chão que a galera fica, então a gente não vê nada! O lugar é construído de forma "normal", sem nenhuma caída em direção ao palco, ou o palco ser mais alto... Sério, um horror. O Espaço Unimed só é bom pra fazer show estilo Roberto Carlos, em que eles colocam cadeiras e mesas pro povo assistir sentado. De resto, eu acho que só compensa pista premium (daquele jeito né, tenha consciência que você pode ser esmagado), ou camarote (talvez o mezanino também, mas depende). De resto, nota 2 pro Espaço Unimed

(mesmo tendo banheiro com água e sendo bem bonitinho com luzes e etc)

* E claro, o fato de que eles não cantaram Fall (e cantaram Honey, que é uma música que eu não gosto tanto e que podia ter sido trocada por outra....)





Coisas pra ressaltar do show em si


* Os meninos estavam muito felizes, eles cantaram a setlist igualzinha que a produtora do show liberou, então eu lembrava de algumas músicas quando alguma acabava. Eles pularam muito, o Logan e o James fizeram dois saltos pra trás (que é tipo uma marca dos shows deles, eles sempre fazem isso) e foi bem no começo, foi muito legal xD

* Antes de cantar as duas últimas músicas (Big Time Rush e Boyfriend) eles saíram do palco, todo mundo achou que tinha acabado e estávamos surtando porque ainda faltava cantar essas duas que são as mais populares deles (ou duas das) quando eles aparecem de volta com a camiseta do Brasil pra cantar "oh, oh, ohhh-ô" e foi INCRÍVEL.

* A galera foi bem respeitosa, ninguém brigou com ninguém, o pessoal pulava junto, gritamos "Big Time Rush" antes do show começar (e tem filmagem disso no instagram), gritaram "____ eu te amo" pra todos os membros em momentos específicos, batemos palma, muitos gritos... enfim, foi ótimo! Algumas pessoas levaram cartazes e acho que eles conseguiram ver. 

* Eles não falaram nada em português, que eu me lembre, só o Carlos no final gritou "Brasil, te amo", mas fora isso não lembro mesmo.... O Kendall disse que estava sendo o melhor show da América do Sul e que eles com certeza vão voltar (*todos morre*).





Acho que é isso. Se eu lembrar de mais alguma coisa, edito o post.

Foi um momento muito legal, a minha versão de 14 anos ficou satisfeita e com uma impressão de "dever cumprido", sabe? Eu nem poderia imaginar que conseguiria ir no show dos meninos... Então foi mais um sonho realizado, só tenho a agradecer a Deus mesmo.

Se você tiver a oportunidade, vá, porque vale a pena. Muito.


Beijos e até o próximo post!

16 julho, 2021

[K-Drama] Life on Mars

Oi gente! Quanto tempo eu não dou as caras aqui, não é? 

Bateu a vontade de postar uma resenha de drama pra vocês, então aqui estamos!



Título: Life on Mars (라이프 온 마스)

Episódios: 16

Ano/BN: 2018 / OCN


Eu assisti Life on Mars no fim do ano passado, num período de tempo ok. Não assisti tudo de uma vez, mas também não levei 1 mês pra concluir. O ritmo poderia ter sido melhor, mas não culpo a histórias; pelo contrário, eu que não estava num mood ideal pra ver kdrama.



Minha Sinopse

Um policial vai parar alguns anos no passado depois de levar uma surra e ser atropelado. Lá ele descobre que faz parte do esquadrão principal para pegar um bandido que está ligado com a morte de seu pai.


Personagens

Han Tae Joo (Jung Kyung Ho): o protagonista é um homem sério e que corre atrás do que quer descobrir (mesmo que ás vezes ele seja influenciado por coisinhas bestas). O Jung Kyung Ho entregou um personagem real e que tem sentimentos muitas vezes conflituosos que acabam afetando suas decisões.




Kang Dong Cheol (Park Sung Woong): o chefe do equipe que ama bebidas e acha que a violência resolve tudo. Nos primeiros episódios ele agredia *todo mundo* e isso me incomodou bastante, porque eu não via como comédia (sei lá se era essa a intenção que eles tinham com essas cenas); conforme a história vai avançando a gente "acostuma" com esse "jeitinho" dele, mas no geral foi um personagem bem real também.




Obviamente a história tem mais personagens, principalmente da equipe principal, eu destaco aqui só a detetive Na, que era uma moça muito gentil e trabalhadora que conquistou meu coração de primeira.


A Investigação

Eu amo história de investigação, então dessa parte eu gostei. Teve momentos em que as coisas estavam bem no nariz dos detetives (ou eles poderiam ter obviamente ter resolvido as coisas de outra forma), mas acho que tudo contribuiu pra gerar o conflito da trama. Temos casos fechados e o caso principal que ronda a vida do Tae Joo.


 



A Comédia

Acredite ou não, tem um pouquinho de comédia nesse drama (como eu disse alí em cima, talvez as cenas em que o chefe Kang linchava o povo do mal eram pra ser parte da comédia, mas nunca saberemos). Tem algumas cenas engraçadinhas que não necessariamente são feitas pra gente gargalhar; eu vejo elas mais como momentos de descontração, porque a história é um tanto pesada.


 

 


O Mistério

O mistério faz a gente ficar preso na história ("como o Tae Joo foi parar no passado?", "por que raios ele está no passado?", "o que aconteceu com o corpo dele no presente?", "essa voz que conversa com ele é real ou não?", "afinal de contas, O QUE é real?") e dá pra fazer várias teorias com as informações que o drama vai nos proporcionando no decorrer dos episódios (eu acertei algumas).


 



Música

AGNES - Patrick Joseph

A Ost de Life on Mars se encaixou perfeitamente com o clima do drama, principalmente essa abertura que tem uma vibe animada, mas ao mesmo me deixa um pouco triste (não posso falar mais por causa de spoilers). 




Pontos Negativos

 Teve uma coisinha ou outra que me incomodou (o fato da violência extrema nos primeiros episódios, por exemplo, ou quando a gente descobre que o pai do Tae Joo não era um cara tão bom assim como marido, mas parece que isso era relevado pelo fato de ter sido um bom pai, tipo: quê??), mas num geral eu fiquei satisfeita com o que recebi.


 Não sei se o final seria um ponto negativo, mas até agora eu ainda tenho sentimentos conflituosos com a forma que a história acabou; eu entendo que eles tiveram que fechar em 16 episódios, e talvez se eu for assistir a história original britânica faça mais sentido (até porque tem mais de 3 temporadas), mas eu deixo aqui que acho que cada um tem a sua interpretação.



Classificação: **** (ótimo).

Recomendo sim assistir Life on Mars e tirar suas próprias conclusões.


Depois de tanto tempo sem aparecer, obrigada á você que leu até aqui.

Até mais!

22 julho, 2019

Tirando a poeira *cof*

 Olá pessoas! Eis que apareci novamente, depois de tanto tempo. Não, eu não abandonei o blog, apenas comecei a trabalhar (pra glória de Deus). Eu achei que esse dia nunca chegaria? Achei. Mas Deus foi mais misericordioso e me abençoou 🙏🙏
Pra vocês terem noção, estou escrevendo esse post do celular, no meu break (intervalo), porque a vida está tão corrida que nem tempo pra ver vídeo no youtube eu tenho mais. Vários canais que eu acompanho estão desatualizados (principalmente os de livros. Não sei de mais nada que lançou!!), vários amigos deixados no vácuo (sunbae, desculpa pela milésima vez), e a lista só cresce.

Mas enfim, chega de desculpas, vamos falar sobre como minha life está indo: sou teacher, e o ambiente em que trabalho é maravilhoso (ambientes tóxicos: aqui não temos!!). A escola é muito boa, a metodologia é ótima (e todo mundo elogia que aprende rápido), e o meu salário é bom também (que cá entre nós, isso mexe muito com a gente!).
Só tenho a agradecer a Deus todos os dias por essa bênção. #blessed

Além do trabalho, dois cursos estão tomando o meu tempo também. Às terças-feiras eu faço fotografia. Minha professora é muito boa, tem um currículo bom e leva a gente pra fazer ensaios uma semana sim/outra não (essa é a melhor parte do curso, admito). Estou aprendendo muita coisa, e apesar de não querer ter a fotografia como emprego principal, se surgisse a oportunidade de fotografar como hobbie, eu não acharia ruim não....
Enquanto isso, às quintas-feiras, eu faço Libras (a segunda língua oficial do nosso país, caso você seja ignorante quanto á isso). Minha professora é surda, mas fala. Ela conseguiu fazer uma faculdade e hoje tem 3 empregos (ganhou do Julius). Não é um curso fácil (até mesmo porque aprender uma língua nova exige disciplina e muita prática), mas eu estou gostando bastante. Ela dá vários exercícios que nos obrigam a conversar em Libras e nos faz apresentar coisas lá na frente (por incrível que pareça, eu não fico desconfortável com essa parte. Acho que o trauma que eu tinha era só com a escola mesmo).
Os cursos têm apenas 10 aulas e eu já tive 6 aulas de ambos, ou seja, em agosto acaba. Apesar de ser algo rápido (e de graça), torçam por mim!!

Em contrapartida à todas essas coisas boas, ontem (domingo, 21), um primo muito querido meu faleceu. Foi bem de repente, ninguém esperava (ele tinha apenas 20 anos), e foi um choque pra família. Minha mãe chorou demais (ela era madrinha dele), e todo mundo tá devastado.
Ainda não caiu minha ficha, e acho que só vamos perceber a falta dele no dia-a-dia.

Eu tenho vários posts pra fazer aqui pro blog, várias atualizações e recomendações, mas por enquanto vamos nos manter nos básicos (eu também não tenho direito á férias por não ter 1 ano trabalhando, então esse mês de julho estive na labuta sem parar).
Minha saúde está ótima, tudo bem com minha família e amigas, altos planos para o futuro, e finalmente posso comemorar que agora sou dizimista na igreja o/

Desculpe se esse post foi inútil pra você, mas eu quis postá-lo pra não deixar esse cantinho desatualizado. Ainda tenho bloguinhos amigos pra comentar, e um desafio de postagens pra participar, mas vamos fazendo as coisas com calma, certo?
Obrigada por ler até aqui, e até a próxima (que eu espero do fundo do coração ser próxima mesmo)!


[post cheio de gifs da minha diva eterna, Selena Gomez, 
em homenagem ao aniversário de 27 anos dela]

27 dezembro, 2018

O que 2018 me trouxe

 Nem sei como começar direito esse post. Pra você ter ideia, eu comecei a escrever porque acabei de fazer as unhas e estou esperando o esmalte secar (kkkkk) -detalhe que: faz mais de meses que eu não pintava as unhas.
A proposta do mês de dezembro do Togheter é contar o que aconteceu de bom em 2018.
Quais foram as situações ou coisas que vieram á mim nesse ano tão conturbado (isso todos concordamos; 2018 foi um ano complicado....)? O que você tem para agradecer, quando olha para trás e pensa nos seus últimos 365 dias??

Confesso que 2018 começou bem mal pra mim.
Por conta de uma influência negativa (que deveria ser positiva), eu acabei me afastando de todas as minhas amigas (nem tenho muitas, mas pra mim foi algo bem "grande"). Fiquei meio depressiva com a faculdade, a falta de emprego, o descaso de pessoas que eu achava que se importavam muito comigo... Enfim, foi um horror.
O pior foi que isso durou 4 meses. Apenas quando abril chegou e eu ouvi uma verdade (que foi mais como um tapão na cara) do meu pastor, que eu voltei ao "eu normal": não devemos nos importar com alguém esperando algo em troca. Isso se chama arrogância.
Mudou minha vida.
(reflita aí você também)

Logo depois, as coisas na faculdade começaram a ficar chatas e cansativas (por n motivos, tanto das matérias em si, quanto dos meus colegas de classe), e eu não via a hora de chegar as férias pra não precisar me estressar.
Ok. E então agosto chega, e a minha avó descansa eternamente. Foi algo repentino, mas ao mesmo tempo "esperado" (ela estava bem doente). De alguma forma (que nem eu sei explicar), isso causou um impacto emocional gigante em mim, gerando situações problemáticas num futuro próximo (mas aqui sou eu chutando, porque nada foi comprovado cientificamente. Ainda).

No meio de outubro (?), enquanto voltava para casa de mais um dia de aula da faculdade, á noite, eu surtei. Tive uma crise de falta de ar, coração acelerado, mãos suando e formigando, fraqueza... Uma sensação horrível. Eu achei que poderia morrer, entrei em desespero e fiz uma bateria de exames médicos, achando que pudesse ter alguma doença.
Não deu em nada.
E então, na sexta-feira passada (à esse texto), eu surtei novamente. Todas aquelas sensações descritas alí em cima aconteceram de novo. Meus pais me levaram para o hospital, e lá -com um médico de plantão- nós finalmente descobrimos o que eu tinha: ansiedade.
Ainda é muito novo e esquisito pra mim, aceitar que ansiedade é de fato uma doença e precisa de tratamento (no meu caso, o médico sugeriu que eu passasse inclusive por um psiquiatra, pra ver se havia necessidade de remédio).
Eu tento procurar quais são as coisas que me deixam ansiosa e não ficar me preocupando tanto, mas novamente, eu ainda não entendo direito como isso funciona (e nem vou tentar explicar aqui).

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Depois de todo esse texto rememorando as coisas ruins que aconteceram no meu 2018, o que eu tenho pra agradecer, você pode estar perguntando.
Bom,

 descobri que minha saúde está ótima, apesar da ansiedade;
 nada de ruim aconteceu comigo ou com a minha família 
(no sentido de assaltos, sequestros e etc);
 tenho o que comer (todos os dias) e onde morar (aliás, eu me 
mudei pela 9ª vez no dia 19 de outubro. faz 2 meses que estamos 
no apartamento novo e eu estou amando)
 voltei a conversar com minhas amigas, mas parei de implorar atenção 
(e de me sentir culpada por "cortar contato" com pessoas que não se importavam comigo);
 me aproximei uns 90% de Deus. eu sempre (uns 14 anos) 
tive uma vida de oração e leitura da bíblia, além de conversas diárias 
e aleatórias (do tipo: dentro do ônibus me surge uma vontade louca de 
conversar com Deus), mas sinto que com a leitura de um livro sobre 
propósitos, consegui ficar mais grudadinha dEle;
 consegui escrever regularmente durante o ano 
todo no blog (regularmente, regularmente...);
 conheci pessoas novas;
 voltei a brincar com crianças com mais frequência (meus 
priminhos tudo cresceram ou moram longe de mim, então ainda 
bem que tenho 5 crianças como novos vizinhos);
 tive um crush, mas desapeguei de forma super tranquila 
(muita diferença. até de idade);
 consegui ficar de boa com família e amigos, apesar do meu voto 
na eleição (até porque, desfazer amizade e relacionamentos por causa 
de pessoas corruptas que não se importam 1% com você, 
é muuuuuita falta de maturidade e altruísmo);
 descobri que design não é pra mim -e foi uma libertação dizer 
isso em voz alta, principalmente pros meus pais;
 comecei a fazer -finalmente- depilação á laser (algo que me 
incomodava desde sempre). e o melhor: fiz por mim;
 aprendi a conviver melhor com meu cabelo (cacheado, volumoso 
e nem um pouco do tipo que os homens gostam, mas quem liga?);
 comecei a acompanhar um podcast (Otaminas, suuuuuper recomendo);
 assisti muitos animes (eu não fazia isso desde a época da escola);
 fui num show cover do Queen 
(e percebi que só conheço 5% dessa banda, rsrsrs);
 entrei pro fandom do Stray Kids (Stay) e estou 
extremamente feliz por fazer parte de mais uma família;
 voltei a escrever;
 descobri que tomar leite sem lactose (apesar de não 
dar muita diferença) é bem melhor que leite integral;


Se esse post foi meio esquisito, releve. Como eu disse no começo, nem sabia como começar, imagina então como ele iria sair....
Enfim, obrigada por ler até aqui.


Estamos na véspera de Natal na hora em que eu estava escrevendo esse post!! (o meu feriado preferido) então eu tenho que me despedir com um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo (até porque só vai ter post de novo em 2019 -mdssss, 2019??!!!).
Bjosss!!!
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