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09 janeiro, 2025

Cuidado com as sombras quando o verão chegar



Olá pessoas, como estão? 

E eis que esse é o primeiro post de 2025! Como passaram de fim de ano? Espero que todos tenham tido boas festas e comido coisinhas gostosas ;p No post de hoje vamos falar sobre anime; mais especificamente o último anime que eu assisti ano passado (mas assim, nos 45 do segundo tempo mesmo!).


Summertime Render (ou Rendering) é um mangá escrito e ilustrado por Yasuki Tanaka de 13 volumes que ganhou uma adaptação pra anime em 2022, um live action e até um video game (que parece que vai dar bom considerando a história).

Nesse anime acompanhamos Shinpei, um adolescente que volta para sua cidade natal depois de 2 anos por conta do funeral da sua melhor amiga de infância (e de quem ele gostava também), e ao chegar lá coisas estranhas começam a acontecer com pessoas à sua volta, além de descobrir um novo "dom": voltar no tempo.





A história começa bem interessante, mas confesso que só fui me empolgar mesmo pra maratonar depois do episódio 12, por que apesar de contar bastante coisa e ser empolgante, eu estava num momento não propício pra ver animes e estava achando tudo meio devagar (coisa que você provavelmente não vai achar). 

Tem muitos momentos de tensão, reviravoltas e teorias sobre as temíveis sombras que parecem querer dominar o mundo. Não quero falar muito pra não dar spoilers, mas tem todo um plano maior por trás, tem outras pessoas envolvidas, e tem o mistério de por que o Shinpei consegue voltar no tempo através do olho direito (o olho direito é um pouco mais claro que o esquerdo).






Momentos leves também estão presentes, mas de um jeito ao mesmo tempo tristes, porque como a Ushio, a amiga do Shinpei, faleceu, não tem clima pra quase nada né? É. Até que.... a sombra dela aparece e tudo fica diferente. Ela começa a mudar as coisas, age como se fosse a própria Ushio e acrescenta muito na história também.

Claro que tem momentos fofinhos, mas são bem poucos; esse não é um anime de romance, não espere muita coisa não. Mas uma coisa boa que eu posso dizer é que a história é redondinha e fecha com chave de ouro (eu gostei bastante do final).






Se tiver pra reclamar, eu diria que são as cenas quase ecchi, com focos em peitos, partes do corpo aparecendo e zoom específico nas mulheres, mas depois de um certo episódio você acostuma -e elas quase nem aparecem mais, ainda bem.

As duas openings são boas, e as endings também dão o tom da história. A produção é bem feita, o character design muito bom (diferente de 7seeds que eu falei recenetemente, em que o traço e animação deixam a desejar) e os seiyuus combinaram muito bem (a voz do Shinpei é a mesma do Tanjiro por exemplo, e eu gostei bastante da voz da Ushio).




Não li o mangá e nem tenho intenção, já que eu gostei do anime. Só queria jogar o jogo pra saber se foi bem feito e se vale a pena. 

Se você já conhecia a história, ou se já leu o mangá, me conta aqui embaixo ^^


Beijos e até o próximo post!

26 outubro, 2024

O que afinal de contas é o Projeto 7SEEDS?

Como fazia tempo que eu não falava sobre um anime por aqui, resolvi pegar o último (e único) que eu terminei e falar sobre ele. Eu fiz algo do tipo com mais 3 outros animes; é só entrar na categoria "Animes" alí em cima (que eu arrumei recentemente, tá bem bonitinha, vai lá) pra conferir os outros posts.




O anime de hoje é uma ficcção científica com drama pós apocalíptico: 7SEEDS.

7 Seeds é um mangá escrito e ilustrado por Yumi Tamura, que teve seu início em 2001 e término em 2017, totalizando 35 volumes. O mangá ganhou uma adaptação pra anime exclusiva para a Netflix em junho de 2019 com duas partes (veja bem: o streaming e o MAL podem até chamar de temporadas, mas a história é interrompida bruscamente antes de começar a "parte 2", dando a entender claramente que é apenas um projeto de 24 episódios divididos no meio).





A história segue várias grupos de pessoas diversas que um dia estavam em casa, vivendo suas vidas no Japão, quando de repente vão dormir e acordam muitos anos num futuro em que o mundo já não é mais o mesmo que conhecemos: alguma coisa aconteceu com a Terra e tudo está debaixo d'água ou destruído. Agora esses grupos -que receberam nomes das estações do ano- devem se virar pra recomeçar a vida num mundo que não demonstra nenhuma empatia para com eles.


Não sei dizer se 7 Seeds tem um personagem principal, apesar de acompanharmos alguns personagens específico mais do que outros, porque como a ideia era juntar quatro (ou 5, sem dar muitos spoilers aqui) grupos de pessoas com habilidades aleatórias, é claro que teremos muitas personagens pra conhecer, amar ou não (eu definitivamente não amei algumas). 

A cada episódios novos personagens vão sendo introduzidos e a gente conhece mais sobre suas vidas, suas ideologias no mundo novo, seus pensamentos, e principalmente: se conseguem viver bem em comunidade apesar da falta de recursos.





Tem drama, tem aquela comédia duvidosa que muitos animes também, tem espaço até pra história de amor (mas beeeem na superfície: você não vai encontrar romance aqui). Eu fiz algumas teorias enquanto assistia os episódios, e em partes eu estava certa, e em outras eu queria estar certa (especialmente na segunda parte, em que a história começa a seguir um rumo que não me agradou muito, para uma personagem em específica). 

As openings são boas (a segunda é a melhor), e as endings também são condizentes com o clima da história. 






O anime não adaptou tudo, então se você quiser continuar lendo o mangá a partir de onde a história do anime cobre, siga para o capítulo 113

Eu peguei pra ler, porque fiquei interessada em saber a história completa, mas o traço do anime é muito diferente do traço do mangá, então ás vezes fico confusa em juntar um rosto do anime com o rosto do mangá. Estou lendo bem aos poucos, então vai demorar pra terminar, visto que o mangá é bem extenso. Se você já leu, conta aqui se gostou do final (mas não conta o final).




Até o próximo post!

21 janeiro, 2021

Tem uma guerra diferente em Kaguya-sama...

Olá pessoas! Quanto tempo eu não apareço aqui pra falar sobre animes, não é? Sem delongas, bora conversar sobre Love is War: Kaguya-sama!



Love is War: Kaguya-sama é um mangá lançado em 2015 que continua em andamento atualmente. É escrito e ilustrado pelo Aka Akasaka, um mangaká que sabe muito bem dosar comédia e vida escolar, de um jeito que te faz querer ver mais e mais.

A obra ganhou uma adaptação em anime na temporada de inverno de 2019, e com apenas 12 episódios conseguiu conquistar geral, alcançando então, uma segunda temporada, em 2020. E para os fãs da história, teremos uma terceira temporada confirmadíssima em breve, ainda em 2021.


               


Na história conhecemos Kaguya, uma adolescente rica que é vice presidente do conselho estudantil de uma escola particular de renome no Japão. Ela é inocente pras coisas importantes da vida, mas um gênio quando se trata de estudos -e de guerras no amor, claro.

Ela gosta do presidente do conselho, Shirogane, um moço trabalhador (bota trabalhador nisso!), de uma família humilde, mas que tem um dom pra administrar as coisas. Ah, e ele também gosta da Kaguya. 

O problema é que apesar de se gostarem, esses dois não dão o braço a torcer, e querem ver o outro se confessando primeiro, só pra não "perder" a "guerra" do amor. 


 


Os episódios (vou falar apenas do anime, já que eu não li o mangá) são compostos em forma de mini histórias (3 por episódio), em que acompanhamos as aventuras da Kaguya, Shirogane e Chika (a secretária mais fofa e sem noção kkk) na sala do conselho estudantil. Eles fazem de tudo naquele lugar, desde jogos esquisitos até encenações pra manipular o amado/a.

As openings e endings são ótimas e vão grudar na sua cabeça! A animação está muito boa (valeu A1-Pictures!) e a dublagem é perfeita pra se encaixar nos momentos de comédia do anime: uma expressão de surpresa, caras e bocas bem representadas, e sons cotidianos contribuem pra tudo sair ótimo no final.


 


Se você gosta de romance, mas acha que a maioria dos shoujos são "enrolados", eu recomendo demais começar por Kaguya-sama, porque não tem nada clichê ou "água-com-açucar"; pelo contrário, as cenas vão te fazer ter aquela vergonha alheia disfarçada de "ai meu Deus, isso super acontece comigo!", sabe?

Pra quem prefere ler, a Panini anunciou que o mangá vai vir pras terras brasileiras agora em fevereiro, então que tal tentar colecionar (se o preço não for um rim, é claro).


Já assistiu Kaguya-sama? Me conta aqui!

Bjs e até o próximo post!

13 abril, 2019

Mob Psycho 100: porque ter poderes não torna ninguém popular


Faz um tempinho que eu terminei Mob Psycho 100 e assim que o episódio 12 acabou, eu já queria escrever um post só pra falar sobre esse anime (ao invés de colocá-lo junto com outros, num post geral). 
Eu não esperava muito quando peguei pra assistir (apesar de saber que o mangaká é o mesmo de One Punch), talvez pela falta de informações, ou pelos otakus num geral não falarem muito sobre. Eu mesma só descobri essa história com a chegada da segunda temporada (não falarei sobre ela aqui; esse é um post geralzão. E eu também ainda não assisti a 2ª, então evidentemente não posso dizer nada), via posts no tumblr e comentários aleatórios no twitter.
Com essa pequena introdução, vamos então ao post -sem spoilers, como sempre


Mob é um garoto do ensino médio que não se destaca em nada. Ele não é bom nos esportes, não é bom nos estudos, não tem boa aparência, não sabe se socializar, e não "pega nada no ar" (piadinha apenas pra quem já assistiu). Na contramão de tudo isso, ele tem uma coisa que o difere da maioria: poderes paranormais.


Eu já me identifiquei de cara com o Mob pela descrição feita aqui em cima (ambos não somos bons em nada), e quando rola essa identificação, a gente se sente mais confortável pra opinar e torcer a favor/contra de tal personagem fictício; é isso que faz uma história ser boa.
Apesar do Mob ter poderes paranormais, ele é um garoto bem normal. Tem uma família normal, não consegue falar com a garota que gosta, é meio gente boa e ainda trabalha (de forma quase injusta) pra um charlatão (isso é outra preciosidade a parte, aliás). Mas se você parar pra pensar, a fama de tantos heróis ocidentais atuais não se dá pelo mesmo caminho?
Peguemos como exemplo o que me vem primeiro à cabeça nessa situação: Homem-Aranha. O cara é um zé ninguém na escola e na vida que um dia é picado por uma aranha especial e ganha superpoderes. Me diga: que garoto do alto dos seus 11 anos (até os 50, não é mesmo?) não se identificou com ele?

   

O anime é uma comédia quase escrachada (também, sendo do mesmo autor de One Punch...) que dá aquela lição de moral bem sutil. Quando você espera ansioso por cenas de lutas, elas vêm, mas sem perder a essência do bom humor.
As personagens secundárias também ganham destaque em determinado momento na história, e a animação num geral é bem satisfatória. A obra tem cores e traços fortes (tão fortes que chegam a beirar o ridículo, com o tanto de exagero contido neles), e eu amei a dublagem (a japonesa mesmo). Achei que tudo combinou e ficou ajeitadinho.

      

Como eu disse anteriormente, o anime ganhou uma segunda temporada recentemente. Ainda não vi, mas disseram que ficou boa e com a mesma qualidade da anterior. 
Se você procura algo pra relaxar ou pra dar aquele respiro entre uma história dramática ou bem "shounenzona", Mob Psycho 100 é ideal -não é bobo, não é lento, e te prende tanto quanto.


Se você já conhece a história do garoto que tem o sonho de ser popular, ou ainda não, mas se interessou, deixa um comentário aqui embaixo :)
Fico por aqui, e até um próximo post.
Beijos!!

07 janeiro, 2019

O sarcasmo brilhante de One Punch Man

Esse post era pra ter saído faz muito tempo (até porque o anime do qual será falado nem é mais novo), mas por n motivos acabou saindo só agora. Esqueçam as desculpas e bora falar de anime! -mais especificamente, do shonen mais apelão do mundo.

One Punch Man é uma webcomic criada por One, em 2009, que apesar do traço não ser dos melhores, conseguiu conquistar muita gente (muita gente mesmo!), ganhando uma versão digital, em 2012. A obra continuou fazendo sucesso, até que resolveram publicar um mangá e posteriormente -o que iriei falar aqui- uma adaptação para anime.

      

Saitama é um cara comum em seus 20 e poucos anos, que um dia acaba salvando uma criança de um vilão com cara de lagosta (sim, isso mesmo) enquanto voltava para casa. A partir desse dia, ele decidiu deixar de ser um assalariado pra se tornar o herói mais forte do mundo. E o melhor: derrotando tudo e todos com apenas um soco.

Por que One Punch Man é tão bom? Porque é uma sátira. Uma sátira sobre super-heróis
Apesar de diálogos bem construídos e com intenções sinceras, não dá pra levar o anime a sério o tempo inteiro (na verdade, eu ri em boooooa parte).
Pra vocês terem noção, no mundo em que Saitama e o resto das personagens moram, existe uma organização que classifica heróis de acordo com suas capacidades e habilidades, porque é mesmo muito necessário ter alguém pra socorrer a humanidade quando um monstro do mar resolve invadir e matar todo mundo. Quem nunca passou por isso?

A graça de One Punch é que tudo é tratado de forma tão seriamente cômica, que chega a ser incrível. Eu, como boa não-apreciadora de super heróis em geral (acho que esse tema já deu, na verdade), percebi que precisava dessa história. Precisava dessa narrativa lotada de referências e piadas naturais, além de frases soltas pelo nosso protagonista que simplesmente viram memes.

   

Só pra curiosidade, a obra também contém muitas situações vividas pelo próprio One, inclusive até em relação ao seu traço "feio" -que hoje em dia é desenhado por Yusuke Murata. Meu favorito é no episódio 7, onde Saitama joga a maravilhosa frase: "Eu não faço essa 'coisa de herói' por admiração. Eu faço porque eu quero!", comparando a avalanche de críticas que One recebeu.

A animação é ótima (mas a 2ª temporada vai ser feita por outro estúdio) e a dublagem também -até a dublagem brasileira. Vi apenas algumas cenas, mas achei que o trabalho deles ficou muito bom, como sempre-; você pode assistir o anime pela Netflix, ou pelo crunchyroll, se não me engano. 
Só sei que já vi milhares de vezes, e as cenas de lutas são sempre válidas por conta do inesperado e dos variados poderes.


O texto ficou sem spoilers, e por conta disso pode estar "mal explicado", mas levem em conta a indicação, ok?
Obrigada por ler até aqui, e até a próxima!
Ah, Feliz Ano Novo e que 2019 seja incrível!

07 setembro, 2018

Você PRECISA assistir Violet Evergarden


Olá pessoas! Como vão?
Eis que voltei novamente, com aquele post de recomendação citado no finalzinho do post passado.
Sem mais enrolações, vamos falar de anime! ~sem spoilers~
[que saudade de falar sobre isso! Não tenho ninguém pra surtar quando esse é o assunto...]

Caso você nunca tenha ouvido falar, Violet Evergarden é uma light novel escrita por Kana Akatsuki e ilustrada por Akiko Takase, que felizmente foi adaptada para um lindo anime de apenas 13 episódios. Eu pensei várias vezes em como eu poderia escrever esse post: lista, tópicos, temas... Mas decidi que iria simplesmente falar o que der na telha, dando ênfase nos pontos em que eu mais gostei e assim por diante.

Basicamente, Violet Evergarden conta a história da Violet, uma garota que tem dificuldades para expressar emoções, e por isso muitas vezes as pessoas se referem à ela como "boneca" e afins. O interessante é que nós não sabemos nada sobre a vida da Violet (origem e etc), mas sabemos que numa determinada época de sua vida, o Major Gilbert decidiu acolhê-la e criá-la.
E isso mudou tudo.

      

A começar pela animação, eu fiquei sabendo (depois de ver o anime) que todo mundo estava super esperando, numa hype mesmo, por conta do estúdio que se encarregou [Kyoto Animation], e depois de conferir os 13 episódios, eu dou graças a Deus pelo trabalho maravilhoso que esse povo fez.
Não tenho palavras pra descrever o quão perfeito foi tudo: desde movimentos fortes aos mais sutis (uma piscada ou uma mexida nos dedos), eles arrasaram.
As paisagens que carregaram a linda história também eram todas de tirar o fôlego (em especial no episódio 4, no finalzinho). Meus olhos brilharam enquanto eu assistia cada episódio.

   

Não tenho muito o que falar da trilha sonora, porque fiquei tão concentrada na história que quase nem prestei atenção no fundo (hehe), mas posso garantir que também é um espetáculo. A abertura tem uma melodia suave que vai ganhando um pouquinho de força (só um pouco, o ritmo continua lento) no refrão. E a letra..... Ai, a letra.....
Além disso, o pano de fundo sonoro num geral, é cheio de sons "simples" e suaves, com toques melodiosos e que te acalmam.

Vi algumas críticas (?) de pessoas falando que a obra foi superestimada devido ao grande marketing (e aqui eu já coloco um adendo de que fui extremamente abençoada por nunca ter ouvido falar da história nem nada do tipo, então eu tinha zero expectativas), e reclamando até de detalhes insignificantes como o fato de a Violet "não usar capacete para lutar na guerra" (sério, gente??). Inclusive, teve gente também comparando a Violet com o Ed, de Fullmetal (e fazendo piadinha sem graça); mas felizmente, nesse blog somos maduros o suficiente para comentar sobre algo sem ofender outra coisa.

Violet Evergarden fala sobre tantos assuntos de forma profunda e carismática, que não tem como você não se identificar em algum momento, nem que seja com uma frase ou com a personalidade de alguma personagem. Elas são tão marcantes, que não tem como odiar ninguém nem mesmo o Dietfried; pelo contrário, você cria um laço de empatia com todas.

      

A cada frase ou final de episódio, eu sentia meu coração quentinho e acabava chorando em muitos alguns momentos. Confesso que já assisti essa obra-prima mais vezes do que posso contar, e digo que chorei em cada uma delas. É o tipo de história verdadeiramente apaixonante.

   

Pra você que ficou curioso e foi correndo assistir e quer mais, ou você que já viu, já surtou e ficou indignadx com o final, uma notícia boa: estão produzindo um filme para 2020 -infelizmente-, que já tem até um trailer mixuruca (mas melhor que nada, não é mesmo?).
Também fiquei sabendo de um OVA, mas como vi pela Netflix e lá não tem esse especial, fiquei só curiosidade e ansiedade para mais história da minha "boneca de auto memórias" preferida.

Fico por aqui.
Espero fazer outros posts nesse estilo de indicação, mas de uma maneira mais "livre".
Obrigada por ter lido.

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