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20 julho, 2024

[K-Drama] Mystic Pop-Up Bar

Olá pessoas, como vão todos?

Quero aproveitar que ainda tô no pique pra escrever resenha e escrever algumas pra deixar programado (eu tô conseguindo manter a frequência de 1 post por semana), então sem mais enrolações, vamos lá!




Título: Mystic Pop-Up Bar / Two Tops Pocha / Two-Way Pocha / Twin Pub / Double Decker Carriage (쌍갑포차)

Episódios: 12

Ano/BN: 2020 / jTBC



Sinopse

Um jovem com um dom especial começa a trabalhar num bar centenário, onde a dona mergulha nos sonhos dos clientes para resolver os problemas emocionais deles.




- esse é um daqueles dramas farofas, que tem de tudo: drama, romance, mistério e comédia. É um drama coringa, que de alguma forma vai atingir alguém (porque você tem que se interessar por alguma dessas coisas aqui). Eu gostei mais de uns do que outros, mais no geral, Mystic Pop-Up Bar é um drama leve, pra passar o tempo, ou um "drama de intervalo" (doramas que são ótimos pra quebrar o ritmo entre um drama alucinante e outro).


- temos um trio à la trapalhões como protagonistas, e eles dão super certo juntos; a dona no bar, Weol Ju, é uma mulher que sofreu no passado e virou uma pessoa meio amargurada, o que não dá muito certo porque o trabalho é justamente ajudar os seres humanos com seus problemas, principalmente emocionais, e pra fazer isso ela precisa ter a paciência de ouvi-los. Ainda bem que ela tem o chefe Gwi como ajudante e logo recruta o jovem misterioso Kang Bae também. 


- falei que o dorama tem todos os gêneros possíveis, mas a comédia predomina. Tem muitas cenas de comédia pastelão e comédia engraçada mesmo (porque né). Alguns casos que a Woel Ju precisa lidar são meio complicados e pra não perder nenhum cliente ela faz das tripas coração pra ajudar a pessoas, fazendo várias viagens ao mundo espiritual (não lembro agora se é assim mesmo que eles chamam) e etc. Ah sim, tem essa parte da fantasia também.


- a história tem uma temática moldura (que eu não vou comentar muito), então apesar do dorama ser no estilo episódico (coisa que eu muito gosto), todos os casos são ambientados pelo plot principal. Então mesmo que o episódio esteja falando de uma coisa no começo, no meio ou no fim ele deixa um cliffhanger pra gente ficar ligado e não esquecer da história moldura. 



Música

Não tendo uma Ost tão grande (ou que me interessou tanto....), recomendo aqui apenas Dive (Jung Jin Woo) que é bem animadinha e passa bem a vibe do drama, além de tocar diversas vezes, especialmente no final dos episódios alegres e I'll Be (Ben), que é mais melancólica, mas tem a voz da Ben, então é uma gracinha.





Classificação: ⭐⭐⭐


Por hoje é só.

Obrigada por ler até aqui! Até o próximo post~

08 junho, 2024

[K-Drama] Crazy Love

Olá pessoas, como estão? 

Nem acredito que estou escre esse post no friozinho hahaha mas nem dá pra comemorar muito, porque amanhã já volta a ficar quente de novo.....




Título: Crazy Love / Noiva por Vingança (크레이지 러브)

Episódios: 16

Ano/BN: 2022 / KBS2



Sinopse

Noh Go Jin é o CEO da GO Study e o maior instrutor de matemática do país. Lee Shin Ah é a secretária de Noh Go Jin com presença zero. Ela está no topo da empresa quando se trata de sinceridade e responsabilidade, mas é tão quieta, introvertida e sem esperança de se gabar que parece inexistente.




- temos aqui um romcom com dois personagens doidos e meio sem noção (pelo menos no começo do drama; depois eles viram gente, como diziam os antigos hahaha). A história principal gira em torno do que o casal quer fazer na vida individual e no relacionamento conturbado entre si. 


- é uma delicinha acompanhar o desenvolvimento do romance deles, lembro que foi um dos que eu mais gostei de ver acontecer ano passado. Eles se odiavam no começo (mais a Shin Ah, porque pro NoGoJinho -como as meninas chamavam ele kkkkkk-, a secretária era só uma funcionária meia boca), depois começam a se entender melhor devido às circunstâncias, se tornam próximos e descobrem que gostam um do outro: quer algo mais fofo e bem desenvolvido do que um romance acontecendo aos poucos?? (o famoso "slow burn")


- além do romance tem também um mistério rondando na vida do CEO professor: alguém o atropelou e ele quer muito saber quem foi (com razão), mas no meio do caminho ele perde a memória e a Shin Ah vê a oportunidade de se vingar do chefe autoritário dela. Esse mistério é mais pra movimentar a história e dar o gatilho do plot, porque ela é bem segundo plano pra mim.


- as personagens secundárias são legaizinhas, mas nada demais. As ex-secretárias do No Go Jin junto com a faxineira (que me dava nojinho as vezes), a melhor amiga da Shin Ah que tinha um romance secreto com o irmão mais novo da mesma (interpretado pelo SanHa do Astro!! Foi a primeira vez que eu vi ele atuando, achei ótimo), a mão direita e melhor amigo do No Go Jin (que era um charme), e por último, a ex do No Go Jin que começou sendo uma fofa e depois virou uma sem noção.


- o drama também tem comédia, como um bom romcom, mas é mais no começo (como os romcoms athais também); então aproveite pra rir nos primeiros episódios, porque depois as risadas vão diminuindo. Eu diria que num geral, esse drama não tem nada demais, é de uma roteirista novata então a narrativa não é perfeita (apesar de ser coerente), e não vai te deixar suuuuper curioso pra maratonar, mas é um doraminha farofa com romance fofinho e dois protagonistas lindos :D





Música

Quando fui buscar a Ost de Crazy Love eu não achava que ela fosse ter muita coisa, mas acabou que na verdade são 6 faixas originais kkkk Minhas indicações então ficam pra I'm Crazy (Lee Dae Hwi & Jeon Woong - AB6IX) que o refrão gruda na cabeça e você vai ficar cantando "i'm crazyyy" o tempo todo -até porque essa música tocava no final de quase todos os episódios; Stay Alive (fromis_9) que é bem fofinha e super combina com o drama e acho que é a primeira vez que eu escuto e gosto de uma música do fromis_9 risosDive into you (Jay B), uma música super fofa, que ficou linda na voz do Jay B, e que o refrão também é bem catchy e Wide Open (JUNIEL) outra bem fofinha e que o começo me lembrava Fine da Taeyeon (até o tom da voz dela lembra um pouco o da Taeyeon).





Classificação: ⭐⭐⭐⭐


Por hoje é só.

Obrigada por ler até aqui! Até o próximo post~

20 abril, 2024

Todas as séries (e reality show) que eu assisti em 2023!

Olá pessoas! Até que não demorei pra aparecer com o post das séries do ano, huh? Se não me engano, ano passado esse post saiu quase no fim do primeiro trimestre... Não vou nem comentar sobre isso aqui, então segue o baile :)

Como já é de praxe, comento aqui nesse post todas as séries (não doramas, nem filmes) e outras coisas derivadas (leia-se: documentários, reality show, etc), vistos no ano anterior (porque sou dessas, eu espero o ano acabar realmente pra contabilizar).

Em 2023 eu acho que consegui balancear; assisti um total de 18 dramas (que não pareceram tudo isso), e bastante séries. Também vi uma página inteira do meu bullet de filmes, e acho que só ficou a desejar os animes e desenhos mesmo (apesar de eu ter conseguido finalizar Star vs. Forças do Mal). Espero poder reverter isso em 2024 e deixar tudo igualzinho!

Ainda estou pensando se faço um post com os animes e desenhos também.... Será que faço? Aceito sugestões nos comentários :)







The Gifted - 1ª e 2ª temporadas (final?)

Nossa, como eu disse no instagram, essa é uma daquelas séries que eu acho que só eu assisti. Mais alguém aí conhece esse mundinho a parte da Marvel

Aqui temos uma espécie de X-Men (até porque, sem muitos spoilers, eles mencionam os X-Men e alguns mutantes em específico várias vezes nos episódios), mas com uma nova geração que já se esqueceu que as pessoas podem ter seus genes modificados e nascer com poderes. 

Acompanhamos uma família a princípio, mas ao longo da série esse núcleo vai crescendo e se expandindo, virando uma espécie de novela mesmo. Tem a parte dos mutantes com mutações visuais, então eles são rechaçados pela sociedade, tem os mutantes que escondem quem são, a fim de viver bem, tem os que não se escondem e nem têm medo do que pensam deles... Enfim, vários tipos de pessoas por aqui. 

A série nem é tão antiga assim (bom, depende se você considera 2017 recente), mas saibam que o roteiro ainda é o mesmo das séries dos anos 2000, início dos anos 2010, com vários episódios por temporada, aquele dramalhão adolescente, personagens irritantes pra caramba, e até que efeitos especiais decentes. 

Ah, eu coloquei um ? alí no título, porque aparentemente a série foi cancelada, mas sei lá né, com tudo voltando e tendo reboot hoje em dia, vai que eles resolvem ressuscitar....


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Sanditon - 2ª e 3ª temporadas (final)

Minha série fofinha acabou! Como foi divertido acompanhar essas duas temporadas curtíssimas de Sanditon! Eu assistia um episódio toda noite, até acabar, e não sei se eu comentei isso aqui, mas sou uma pessoa que guarda sentimentos de lugares e momentos, então a minha cama á noite, quentinha e um episódio de uma série de romance gostosinha me trazem bons pensamentos e memórias.

Minhas divagações á parte, vamos a série kkkk

Aqui temos a conclusão daquela história iniciada em 2019 que foi cancelada depois de 1 temporada e com o ator principal saindo do elenco mesmo com um final triste, com a desculpa de que "era assim que a história deveria acabar" 🤡 Sobre uma obra de Jane Austen, veja bem (lembrei de uma amiga: "mas gente, homem pensa?")!!! sim Theo James, eu peguei ranço de você, caguei pra o que quer que você for fazer. espero mudar de ideia um dia 

Eu achava que não ia gostar das mudanças de elenco, de roteiro e etc, mas elas foram muito bem encaixadas! Acabei gostando mais que a primeira temporada hahaha o local das filmagens continua o mesmo com alguns acréscimos porque a história anda né, mas a cidadezinha de Sanditon com as casinhas enfileiradas e o mar logo á frente continua a nos encantar <3

Gostei muito de como tudo foi resolvido, AMEI um casal secundário da segunda temporada (quase que eu coloco um gif deles aqui, ao invés dos protagonistas kkkk), e os temas abordados foram importantes e mostrados de um jeito muito legal. Série recomendadíssima!


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Sherlock - 4ª temporada (final)

Gente, que parto foi terminar essa série viu. E digo isso em dois sentidos: primeiro que a série vivia saindo dos streamings quando eu estava assistindo com o meu pai (acho que a gente levou, sem brincadeira, uns 6 anos pra assistir tudo. ou mais), e porque a história começou a dar umas reviravoltas estilo novela mexicana e quando a gente tava assistindo o último episódio a minha cara era aquele meme do Shrek

Como ainda não li os livros (comprei um volume de contos ano passado, espero ler em breve), não sei se a série foi fiel com o desenrolar dos acontecimentos, mas os roteiristas resolveram ir por um caminho que eu não gostei não -e nem meu pai.

A gente realmente assistiu porque gostamos muito do personagem e pra terminar de vez a série (que lembrando: tem mais de 1 hora por episódio). A atuação do Benedict e do Martin Freeman continuam boas, mas senti que o Freeman não conseguiu dar conta do que fizeram com o personagem dele, hein....


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The Handmaid's Tale - 5ª temporada

Essa também eu tenho que confessar que demorei pra acabar. Os episódios não estavam fluindo e só estavam acontecendo coisas que eu não tinha lá muito interesse em saber né nom Serena?, então assim..... kkkk

Quanto a história, muita coisa mudou. Quando a gente para pra pensar que a série só tem 5 temporadas, mas que tanta coisa aconteceu, muitos anos já se passaram na cronologia, desde a primeira temporada, tanta coisa já aconteceu... Não digo que o ritmo decaiu, claro que teve mudanças nesse sentido por conta do que acontece na 4ª temporada, mas o foco do plot da história teve que mudar. Ainda não sei se gostei ou não.

Aqui o foco está na June em sua "nova vida" (sem spoilers), mas ainda sofrendo, porque sofrimento demais nunca é pouco, não é mesmo?, mas também acompanhamos os dilemas dos outros personagens (que com exceção da Serena e do comandante Joseph, ficam bem em segundo plano). Pra não dizer que não teve algo que me prendeu, os dois últimos episódios são os melhores, e a temporada termina num cliffhanger bem bom. 


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Daisy Jones & The Six

Primeiramente, não, eu não li o livro da Taylor Jenkins Reid. Eu nunca li nenhum livro dela porque não tenho vontade mesmo, todas as histórias parecem ter exatamente o tipo de plot que eu não vou gostar (com exceção de Amores Verdadeiros, essa eu tenho interesse de ler, mas provavelmente não vai rolar, já que eu não tenho o livro e o filme já estreou na Prime, então vou assistir o filme).

Ou seja, eu conhecia a história de Daisy Jones por cima; mas assistindo a série, percebi que todas as teorias (ou quase todas, vai) que eu fiz durante os episódios, estavam corretas. Sim, essa é uma história sem grandes revelações, sem nada de novo pra apresentar, e diversas vezes previsível. Isso significa que é ruim e eu não gostei? Não. Na verdade, eu me até que me diverti assistindo os episódios sentindo uma raivinha vez ou outra, claro.

A narrativa é contada em forma de documentário sobre essa banda fictícia dos anos 60 (?) que foi uma daquelas bandas de um disco de sucesso só; então eles ficaram muito famosos mas não duraram nada. Os membros da banda têm personalidades diferentes e eles encontram a Daisy (interpretada pela neta do Elvis, Riley Keough) pra ser a cantora principal deles, junto com o Billy. No começo as coisas não dão certo, mas depois eles se ajeitam "daquele jeito" e conseguem prosperar nesse mundo catastrófico que foi a indústria musical da época em que o rock estava roubando a cena. Ah, e tem as drogas também. Sempre tem as drogas.

No fim das contas, eu gostei muito da interpretação do elenco principal, da direção e como respeitaram o formato da história (documentário) e gostei bastante das músicas! Minha preferida é Let Me Down Easy. Ah, o figurino também ficou bem divertido de um jeito não brega (afinal, vocês sabem o tipo de calça que o povo usava nessa época né?). Mas como eu disse, a história não tem nada de inovador, talvez um ponto ou outro, e no fim das contas foi uma série pra assistir enquanto eu passava roupa (quem é mais velho aqui sabe a minha tour com assistir séries enquanto eu passo roupa hahaha).


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The Flatshare (Teto para Dois)

Mais um aqui que eu não li o livro (e nem pretendo ler), mas que já que a adaptação saiu, bora assistir né? rsrsrs

Uma mini série da mesma leva do "assisti enquanto passava roupa" que tem começo meio e fim (é uma mini série mesmo, afinal), e que fala sobre uma mulher e um homem que dividem a cama de um jeito não sexualmente: ela usa de noite e ele de dia, então eles nunca se encontram -SE respeitarem os horários né... Mas estamos falando de uma comédia romântica, então é claro que uma hora eles vão errar o horário e se encontrar....

Essa aqui tem uma vibe de comédia romântica dos anos 2000, então quem não leu o livro acho que vai gostar bastante. Gostei deles se comunicarem via post-it e mesmo sem se conhecerem tentarem ajudar um ao outro (o que parando pra pensar, só em ficção mesmo que uma pessoa vai morar com um completo desconhecido e dividir itens bem pessoais....). A história também tem como foco relacionamento abusivos e suas consequências, além de falar um pouco sobre colegas de trabalho que puxam seu tapete.

Num geral eu gostei da série, foi bom pra passar o tempo e bem produzida/dirigida. Ah, eu achei curioso que a protagonista é interpretada pela Sybil de Downton Abbey (fazia tempo que eu não via essa atriz fazendo alguma coisa)!



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Merlin - 1ª e 2ª temporadas

Minha série conforto! Como eu descrevi na minha retrospectiva no instagram: efeitos especiais horrorosos, plots questionáveis, e um bromance da melhor qualidade!

Ok, ok, vamos do começo. Eu conheci Merlin quando passava na TV (agora esqueci o canal, será que era na Universal ou na SyFy?) e vocês sabem como funciona acompanhar série pela TV né, episódios fora de ordem, horários inflexíveis e não poder dar pausa pra xixi. Então quando eu estava vagando pelo facebook numa das 5 vezes em que fiz isso ano passado, apareceu uma postagem da página de Merlin aqui no Brasil que eu nem lembrava que seguia. E lá eles atualizaram dizendo que tinham postado a série no drive, dublado! Foi a oportunidade perfeita pra reviver esse meu momento de fã de histórias do Rei Arthur e do mago Merlin e de quebra assistir a série completinha e na ordem certa.

Ainda não terminei de assistir tudo (em minha defesa, só tinha as 3 temporadas e quando eu comecei a ver a terceira eu fiquei enrolando porque não tinha mais episódios pra assistir, já que eles só colocaram as duas últimas temporadas um pouco antes do ano acabar), mas já adianto que o roteiro se mantém constante durante todos os episódios.

Nessa versão da história de Artur e Merlin, o mago ainda é jovem (e tem a mesma idade que o futuro rei), mas serve de apoio e guia, apesar de se atrapalhar algumas vezes. O próprio Merlin tem seu tutor, Gaius (um velhinho muito do simpático que é o único que sabe o segredo do Merlin), e passa seus dias como ajudante pessoal de Artur, enquanto salva a vida dele inúmeras vezes sem o mesmo desconfiar.

As outras personagens da série também estão presentes, como o rei Uther (um combo de péssimo rei + péssimo pai), Guinevere (que aqui também é o interesse amoroso de Artur, mas não se resume a uma mulher sem graça e sem personalidade; pelo contrário, ela brilha diversas vezes além de ser acho que única representação da rainha Gwen que não seja branca), a bruxa Morgana -que eu não vou falar muito sobre, porque essa versão dela sofre várias modificações ao longo dos episódios- que é interpretada por uma atriz lindíssima (Katie McGrath) e é claro, o Dragão-feito-de-CGI-horroroso (interpretado pela voz de Sir John Hurt), que é a personagem com mais paciência nessa série toda kkkkk quantas vezes eu e as pessoas do TV Time não reclamamos nos comentários de que o Merlin sempre vai pedir ajuda ao Dragão, mas NUNCA segue o que ele manda! 

A série tem uma história moldura, que segue até o fim das 5 temporadas, mas enquanto as coisas principais acontecem, temos alguns episódios "episódicos" com começo, meio e fim, só pra gente aproveitar mais esse mundinho das cavalarias, reis, bruxas e magos.



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Outlander - 6ª e 7ª temporadas

Confesso que demorei pra assistir essas temporadas de Outlander, mesmo sendo uma das minhas séries preferidas. Já era pra eu ter falado, pelo menos, sobre a temporada 6 no post do ano passado, mas acabou que eu só senti mais vontade de ver tudo depois de conversar com a única amiga que eu tenho que também assiste a série.

Como falar sobre Outlander é chover no molhado, só digo que a história continua muito boa, mesmo com a "fórmula" da Diana, a gente ainda consegue se surpreender com a sucessão de acontecimentos, e eu continuei apaixonada pelo meu casal favorito da ficção! Jamie e Claire continuam tão unidos e tão fortes como sempre, mesmo com as tragédias acontecendo na vida deles (e bota tragédia, viu?).

Temos alguns acréscimos de elenco novo também, com personagens que chegam e ficam e outros que chegam e vão embora porque sua história já foi contada. O foco agora é na vida diária da família Fraser, enquanto eles lidam com um pai e seus dois filhos (esquisitíssimos) que chegaram ao Fraser's Ridge procurando moradia. E depois, voltamos à mistura de passado com presente, porque Brianna e  Roger precisam tomar uma decisão muito importante em nome da família.

O "final de temporada" é emocionante e nostálgico (como todos os outros), e eu mal posso esperar pra sair a segunda parte da temporada 7 em novembro; ou não né, afinal depois dela, a 8ª temporada será a última (já confirmado por todos).



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Queen Charlotte: A Bridgerton Story

E aqui temos a melhor coisa relacionada a Bridgerton que a Netflix inventou de fazer! 

Quando os trailers saíram, eu fiquei super empolgada porque gostei de cara do que spoiler da cena do muro (que aliás, é uma das melhores cenas da série toda, que inclusive reverbera durante todos os 8 episódios). Gostei do elenco e principalmente, gostei deles estarem fazendo algo "novo" -mesmo sendo a partir de um universo que já existe.

Fui assistir e acabou que me encantou mesmo! A série fala principalmente da vida do rei Geroge IV e sua esposa Charlotte, mas de formas separadas (calma que tem cena deles dois juntos também); vemos a preocupação -com razão- da Charlotte ao ter que se casar com um inglês desconhecido e nem imaginar o que ele escondia por trás do rostinho bonito (ou da personalidade bacana). 

Esse spin-off continua com os mesmo trejeitos da série original dos Brigadeiros, e eu arrisco a dizer que apesar de poder assisti-la independente, eles fazem alguns comentários sobre as personagens das outras 2 temporadas. Mas nada que te faça ficar confuso, é mais um "easter egg" pra quem é fã.

Espero que a netflix não invente de acrescentar uma segunda temporada, porque além de não ter história pra isso, seria muita mancada focar num spin-off ao invés da série principal, que todo mundo fica aguardando ano após ano. 


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Only Murders in the Building - 1ª e 2ª temporadas

Preciso dizer que eu já havia assistido ao primeiro episódio de OMITB um pouco depois que estreou nas terras tupiniquins, mas eu achei um porre kkkkk bem chatinho e com um humor específico e feito para os estadunidenses. Decidir dar uma nova chance quando começamos a assinar o Star+ aqui em casa (a série está lá, aliás), e apesar de ter pegado gosto após alguns episódios, a minha opinião inicial não mudou muito não.

O episódio piloto não é bom (um ponto negativo) e a série demora pra engatar; e eu ainda acho que o humor é bem específico e "feito para" estadunidense (tanto que 90% do elenco é composto de atores da Hollywood de 30 anos atrás). Mas isso não impede ninguém de se divertir com o trio composto por um ator em decadência, um ex-roteirista da Broadway e uma jovem séria que não sabe o que quer da vida. E o que eles têm em comum? O amor por podcasts de true crime. Eles gostam tanto disso, que decidem criar seu próprio podcast de true crime, após um crime acontecer no hotel em que eles moram, em Nova York. 

Não sei se vocês já viram aquele meme do cavalo, que vai melhorando o desenho das partes do corpo dele dividido por partes, em que as pessoas costumam comparar temporadas de séries? Pois aqui tem mais uma: a série vai melhorando com o passar do tempo. Detalhe aqui e acolá, a narrativa, desenvolvimento de personagens e os mistérios, só vão crescendo conforme os 10 episódios de cada temporada passam. 

Além dessa premissa e da comédia (sem gente rindo, preciso dizer!), eles sempre colocam umas participações especiais bem legais com exceção da Amy Schummer na S2, que graças a Deus, só apareceu em 2 episódios e depois foi embora. ninguém gosta dessa mulher, e o elenco de peso só vai ficando mais pesado também kkkk atualmente estão filmando a 4ª temporada, e eu já assisti a 3ª, mas como foi só esse ano, a resenha dela fica pro ano que vem heheh


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Eu Nunca... - 4ª temporada (final)

E a minha série queridinha chegou ao fim! *todos chora

Eu Nunca... se foi no meio de 2023 e assim que a temporada estreou eu já peguei pra assistir, porque o cliffhanger deixado na temporada passada estava me dando muita curiosidade, e porque como eu disse, essa série é super gostosinha de assistir. 

O que falar: a vida da Devi teve várias reviravoltas, e o humor dela também. Gostei que nessa temporada eles focaram um pouquinho mais na saúde mental dela (eu amo as cenas dela com a psicóloga), mas não deixando de mostrar o quanto a Devi consegue ter noção e ao mesmo tempo ser doida hhahaha

A vida das amigas dela, Eleanor e Fabíola também são resolvidas (de um jeito que eu super curti), a é claro, a vida amorosa da Devi também foi devidamente concluída -e com sucesso! Que bom ver meu ship vingar e acabar tudo bem; foi ótimo estar certa desde o começo hahah

Então mais uma vez fica aqui minha indicação: se você ainda não assistiu Eu Nunca..., não sabe o que está perdendo. Não se engane por achar que é uma série adolescente (que é mesmo), e que será cheia de coisas bestas, porque o roteiro e o texto da série vão te surpreender


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Abbott Elementary - 1ª e 2ª temporadas

Bom dia, você já ouviu falar da série Abbott Elementary? 

Conhecer eu já conhecia, mas só de ouvir falar; até estar dando uma olhada no catálogo da Star+ quando começamos a assinar, que surgiu o interesse de assistir. Peguei um dia pra ver, e achei super gostosinha! É uma série da mesma categoria de Friends e Modern Family: comédia sem risadas de fundo pra assistir enquanto almoça. Eu assisti enquanto comia a sobremesa da janta, mas você entendeu.

Aqui acompanhamos o corpo docente de uma escola majoritariamente negra (pensando agora, não lembro de ter visto alunos brancos...), na periferia de "Philly", nos Estados Unidos. Eles vão desde professores bonzinhos (como a fofa da Bárbara) até professores malucos (como a Melissa). E no meio disso temos a Janine, nossa protagonista (essa felizinha do gif, fazendo estrelinha), que é um raio de sol na vida de quem a conhece. Ela tem pouca experiência lecionando -o que a faz tomar decisões muito questionáveis na maioria dos episódios-, mas o coração grande e a bondade compensam. Além do mais, ela tem colegas que estão sempre dispostos a ajudar.

A série é super leve, com temáticas do dia-a-dia numa escola, mas também acompanhando a vida pessoal de cada professor. Preciso destacar também o Gregory (interpretado pelo "carinha que mora logo alí", vulgo Tyler James Williams), que tem o sonho de ser diretor, mas enquanto isso não acontece se contenta com um cargo mais baixo; a louca da Ava, que poderia ter qualquer profissão menos ser a diretora da escola Abbott (e a história de como ela conseguiu ser diretora é no mínimo curiosa), e o Jacob, um dos poucos professores brancos que dá aula pro ensino médio (que é um queridinho meu, porque ele não tem filtro e fala demais ás vezes, tipo eu).

Estou no aguardo da 3ª temporada estrear por aqui (lá fora já estão no episódio 10), então é claro que eu recomendo essa série; a classificação diz livre para todos os públicos, mas poucas coisas são livres para todos os públicos hoje em dia, então eu recomendo para acima de 12 anos, pelo menos. 


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Squid Game: the Challenge

Como você já deve saber se é frequentador desse blog (pff), eu gosto bastante de reality shows (os bons, claro. Nada de "de férias com ex" ou "casamento às cegas" por aqui), então quando eu vi que surgiria um reality show sobre Squid Game eu torci a boca. Por que bem, esse reality show é exatamente o que o dorama critica, e é claro que a Netflix ia usar e abusar até não poder mais do poder de Squid Game (que eles gostam de chamar de Round 6 por aqui). Mas bem, sabendo separar as coisas eu acho que tudo bem (e parece que nem fez sucesso, então não acho que vão fazer outra edição; ah, e parece que o vencedor ainda não recebeu o prêmio......).

Basicamente eles tentam imitar todos os jogos feitos no dorama (mas sem a parte da morte, claro, as pessoas só fingem que levaram um tiro e caem no chão, é meio cômico aliás), mas com grandes mudanças; os jogos principais estão aqui (com exceção do Cabo de Guerra, que eu achei justo eles terem substituído, porque no dorama funcionou por motivos de surpresa, o que não seria justo num reality show em que as pessoas já sabem o que vai acontecer), mas a forma como eles foram conduzidos pra chegar num único ganhador foi um pouco decepcionante.

Pra começar, eu não sei se foi uma exigência/prerrogativa dos produtores que eles escolhessem pessoas chatas e legais, pro público torcer pra legais e ficar com raiva das chatas (porque eu pegue rancinho de uns chatos, viu?), mas isso foi um ponto negativo que vale a pena mencionar. 

Mas nada se compara ao grande problema desse reality: os jogos de azar. Como eles mudaram um pouco as regras, mas tinha muitos jogadores que passavam a cada fase, eles tiveram que eliminar aos poucos pra ter a quantia certa, e o recurso escolhido foram mini jogos de azar do tipo: jogar um dado e se cair em 6 ou 1 você sai; escolher entre caixas com botões diferentes, e se você escolher a caixa que vai brilhar de tal cor, você sai; e por aí vai. Ou seja, dava super pra equipe manipular os resultados (que eu tenho certeza que foi o que eles fizeram). 

O que tiramos desse programa então? Na verdade, nada. Como eu disse, o próprio fato dele existir já vai contra a o propósito do dorama. As briguinhas entre os participantes pareciam brigas de participantes do BBB (o que nos leva a pensar que a humanidade é a lama mesmo, independente do país ser desenvolvido ou não), e ganhar através de jogos de azar não me parece justo. Conclusão: não precisa assistir isso aqui não, pode pular



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The Chosen - 1ª temporada

Finalmente peguei The Chosen pra assistir! Não tem desculpa pra minha demora (apesar de eu não ter curtido o primeiro episódio não), eu só enrolei mesmo, mas ainda bem que eu finalmente apertei o botãozinho de assistir na Netflix (ah, outra coisa: um dos motivos pra eu ter enrolado pra assistir foi essa limitação que havia anteriormente de existir apenas no app específico). 

A série ficou muito boa, cheia de momentos cotidianos que se tornam especiais por conta de Jesus, eu chorei em todos eles! Era de lei: eu sabia que não sairia intacta de um episódio, tinha que ter uma lagriminha pelo menos hahaha

A atuação do elenco me surpreendeu (a dublagem também, fiquei feliz por um projeto ser levado tão a sério, com dubladores que combinam com os atores, e não apenas uma voz qualquer só pra falar que existe a opção de dublagem que é o que infelizmente acontece com a dublagem dos doramas que não são dirigidos pelo Glauco.... sim, eu cheguei a conclusão que só ele é um bom diretor pra escalar as vozes, porque olha....), a trilha sonora é in-crí-vel e gostei muito como eles escolheram contar a história dos "escolhidos", dando destaque para seus problemas pessoais e personagens secundários que emocionam tanto ou até mais que os protagonistas (estou falando de você, mulher Samaritana que veio pegar água no poço!).

Se você ainda não assistiu, vai correndo! Já temos 3 temporadas, com a 4ª sendo lançada nos cinemas e em TV aberta; não perde a chance não, vai conhecer Jesus e depois migrar pra Bíblia e conhecer Ele mais a fundo ainda! 


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Goosebumps

Arrepios.....! Será que alguém lembra dessa série de livros de terror infantil, que também teve uma adaptação pra TV muitos anos atrás? Eu assistia alguns episódios, mas como passava na TV aberta em horários aleatórios, eu não conseguia acompanhar direitinho. Até que, zanzando na disney+ outro dia, vi que essa nova adaptação existia, chamei minha irmã e a gente começou a assistir.

A história está bem fiel aos livros (pelo que eu li pela Internet, afinal eu não li os livros), seguindo uma história principal, adaptando situações episódicas com adolescentes, os pias deles e um professor que herdou uma casa assombrada como protagonistas. A série é sobrenatural e tem uma trilha sonora mais sombria, com alguns efeitos especiais bem bons (apesar de cumprir o "check" na listinha de produções fantásticas da TV hoje em dia: a imagem totalmente escura, quase preta, zero iluminação, pra conseguir enganar o público de qualquer efeitos).

Como eu disse, os adolescentes são os protagonistas, e ao mesmo tempo em que a gente acompanha os dilemas das vidas particulares deles com seus pais (que são péssimos pais, aliás), também vemos como eles se viram com esse ex-aluno que morreu misteriosamente anos atrás e agora assombra a cidade em busca de vingança.

A história não tem furos de roteiro, mas preciso comentar que o desenvolvimento de personagem deixa a desejar; os adolescentes amadurecem, e são bem espertos pra o que a gente espera de pessoas de 15, 16 anos de idade (eles também fazem umas bobagens, bem típico dessa raça), mas os adultos diversas vezes não agem como adultos e fazem escolhas e tomam atitudes ridículas, principalmente na reta final da temporada (que como boa amante de coisas únicas, eu preferia que acabasse por aqui, mas a segunda temporada parece que já foi confirmada). Quero destacar o personagem do professor novo, que age como o vilão da temporada (não por querer, claro), que é interpretado pelo talentosíssimo Justin Long, que estava sumido fazia alguns anos e que fiquei bem feliz de vê-lo voltando a atuar. 

Se você quer algo leve e adolescente pra assistir, só pra passar o tempo, mas que ainda seja de qualidade, eu recomendo a série. Mas não espere jump scares ou cenas violentas.


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Single's Inferno (Solteiros, Ilhados e Desesperados) - 1ª e 2ª temporadas

Por algum motivo o meu cérebro esqueceu que eu já assisto esse reality há 3 anos (já foram 3 temporadas), e acabei não falando sobre ele aqui 🤡 mas sem problema, porque acho que a maioria das pessoas que consumem programas coreanos já ouviram falar do reality show dos Solteiros numa ilha.

Pois bem, comecei a assistir a primeira temporada lá em 2022 sem pretensão, achei que fosse só um passatempo -mas eu esperava sim que a atitude dos participantes fosse bem diferente dos realities daqui do Brasil (e nisso eu acertei). Mas acabou que eu comecei a ficar engajada de verdade conforme os episódios iam passando, e até a minha irmã se interessou e começou a assistir comigo lá pela metade (ela teve um pouco de dificuldade de associar quem era quem).

O formato de "arranjar um par romântico em TV aberta" não é nada novo, mas colocar essas pessoas numa ilha chamada Inferno e só dar o Paraíso à elas quando formarem casais foi bem legal. Ou seja: eles podem conversar e interagir na ilha (ou no Inferno), mas não podem saber a idade ou profissão um do outro (caso você não saiba, a hierarquia é muito importante na Coréia do Sul, então você saber a idade de alguém e descobrir que essa pessoa é mais nova ou mais velha que você, influencia totalmente na forma como trata essa pessoa e no discurso escolhido ao falar, se vai ser formal ou não). Só depois que um menino e uma menina conseguirem se escolher "ao mesmo tempo", aí eles podem ir para algum hotel muito chique com piscina, camas enormes e comida maravilhosa pra poder conversar e descobrir esses itens mencionados -mas sim, o resto fica segredo pros outros participantes.

A questão é que a gente começa a se empolgar com os participantes (em especial as meninas, porque mulher sofre por homem em qualquer país do mundo), e acabamos torcendo pra um determinado casal ficar junto, enquanto pra outros a gente não quer nem ver de longe. 

A primeira temporada formou 3 casais (se não me engano, já faz tempo), mas eles não têm obrigação de continuar juntos após o programa; essa temporada também teve uma menina padrão coreano que teve vários pretendentes querendo ela, um cara que só quis uma única menina durante o programa inteiro (o que foi muito perturbador), e um casal interessante de início, mas que depois foi só ladeira a baixo por conta do cara.

Já na segunda temporada a amizade entre os participantes ganhou mais espaço (apesar de também haver outra menina sendo disputada por mais de um homem); eles se ajudavam a conquistar um ao outro, e teve até um dos participantes (que entrou no meio da competição) que ganhou tanto destaque que acabou virando apresentador na 3a temporada.

Falando em apresentador, sim, temos 4 apresentadores comentando as cenas e dando seus palpites nos casais que podem formar; eles são o Kyuhyun (Super Junior), Lee Da Hee (atriz maravilhosa, que veste as melhores roupas, minha amiga falou que ela parece uma Barbie), o rapper fofinho Hanhae e a querida e sempre sensata modelo Jin Kyung. Eles falam o que a gente pensa e sempre surtam quando algo mais "ousado" acontece no programa hahahaha


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E quase que esse post não sai! Parece que cada ano que passa, o dia da postagem dessa série de post aqui sai cada vez mais tarde kkkkkk mas antes tarde que nunca né, acho que ainda dá pra aproveitar as dicas!

Se você leu até aqui, obrigada! Deixa sua opinião aqui embaixo -se quiser- e dê recomendações sobre novas séries que eu preciso assistir em 2023!

Beijos e até o próximo post!

12 agosto, 2023

[K-Drama] 18 Again

Olá pessoas!
Voltamos com mais uma resenha perdida de 2022 (na verdade ela estava no rascunho, mas tudo bem), e olha, espero que apreciem porque com o frio que está fazendo em SP fica muito difícil digitar com as mãos congelando.... :'(





Título: 18 Again / 18 outra vez (18 어게인)

Episódios: 16

Ano/BN: 2020 / jTBC



Sinopse

Jung Da-jung e Hong Dae-young, vivem um relacionamento um pouco desgastado por conta de inúmeras situações. Da-jung é uma locutora novata em busca de aceitação no mercado e Dae-young está desempregado. Eles têm um casal de filhos na adolescência e tiveram suas vidas limitadas devido ao nascimento dos gêmeos, como todo casamento tem seus altos e baixos, eles acabaram se divorciando, mas um evento mudou tudo. 





- Esse drama é uma adaptação coreana do filme americano '17 Outra Vez' com o Zac Efron, e sendo grande fã desse filme (e do Lee Do Hyun agora né), eu fui correndo assistir, porque todo mundo falava que era muito bom e que a adaptação ficou boa. E ficou mesmo! Arrisco até a dizer que ficou uma história mais profunda e melhor explicada, hein.... Mas é claro que isso seria mesmo, porque quando eu estava lá pro episódio 3 ou 4, já tinha acontecido muita coisa do filme, e eu comecei a pensar se não seria demais 16 episódios, mas eles conseguiram gente!


- O foco é no arrependimento e segunda chance do protagonista, que se vê tendo uma nova oportunidade de fazer as coisas boas pra sua família (até porque ele acha que vai ficar pra sempre no corpo jovem, que não vai voltar mais a ter o corpo atual), então a gente acompanha o Dae Young agindo como um adolescente que nasceu na época errada fazendo coisas que adolescentes não fariam, mas ganhando o coração das pessoas á sua volta.


- Depois do plot principal, temos o romance -é claro. Muito bem trabalho e cheio de cenas (e casais) pra gente surtar e achar fofinho, a aura rosa desse dorama não fica para trás não. O Lee Do Hyun é um ótimo ator, e consegue fazer par com qualquer atriz que seja (mesmo não tendo muita química, como eu achei foi o caso de The Glory), então se você é fã de romances, pode ficar feliz!


- Sei que o protagonismo é o Dae Young, mas ele não brilha sozinho não. A Da Jung é incrível! O que eu achei de 'ok' na versão norte-americana, aqui eu amei essa mulher! Ela era gentil, determinada, carismática, queria o bem pra todo mundo, mesmo não estando satisfeita com como as coisas na vida estavam.... Ela é uma daquelas protagonistas pra gente se inspirar, sabe? Eu ainda não tinha assistido nada com a Kim Ha Neul, mas esse primeiro contato foi maravilhoso, mal posso esperar pra conferir outros trabalhos dessa mulher.


- Outro fator bem legal foi a comédia. Não é nada escrachado e nem exagerado; pelo contrário, eu achei que foi na medida certa, nos momentos certos. Como temos um pouco de drama pra gente sofrer pela situação dos protagonistas, a comédia não pode estar o tempo inteiro presente, então quando ela dava as caras, era muito certeira. Ponto pro diretor!



Música

Pra um drama animado, a Ost é surpreendentemente triste e com músicas calmas, viu? hahaha

Recomendo aqui First Time (Every Single Day), uma música em inglês bem gostosinha; Somebody (Clara C) que é outra faixa em inglês mais calma e melancólica; The Only One (SOYOU), uma das músicas tristes que mais tocava (e que é a cara da Soyou participar de ost hahaha); Hello (Sohyang) outra música "principal" que tocava bastante, e o 'hello, hello, hello' vai grudar na sua cabeça e por último mas não menos importante, One Person (Solji), uma faixa da Solji (com sua voz marcante) que também é outra tristinha hehehe




Classificação: 9,5


Obrigada por ler até aqui. Espero que tenham gostado e já anotado esse aqui na sua lista pra assistir!

Até o próximo post!

15 julho, 2023

[K-Drama] Bad and Crazy

Olá pessoas!
Tudo certo com todo mundo por aí? Cá estamos com mais um post de resenha pra vocês!



Título: Bad and Crazy (배드 앤 크레이지)

Episódios: 12

Ano/BN: 2021 / tvN



Sinopse

Um detetive esnobe acorda com outra personalidade, da qual ele não tem conhecimento, para erradicar a corrupção policial e realizar a justiça social.




- Eu estava muito animada pra esse dorama depois de ter lido a sinopse, então quando estreou fui correndo procurar um lugar pra assistir (agora vc pode ver na netflix), e até o episódio 4 ou 5, eu estava achando bom. Mas depois começou a ficar meio morno a história e permaneceu assim até o final.


- Essa história é bem curta e não tem nenhum acontecimento grande ou que tenha feito a dramaland parar, comentar por semanas ou até mesmo fazer gifs e piadinhas e etc, então saiba que Bad and Crazy é um daqueles doramas pra você ver enquanto espera um episódio novo de outro dorama estrear, sabe? o elenco é muito bom e eles deram seu melhor, mas como você, leitor do Dois Pontos já sabe, o que me prende é a história, não tem jeito. E nisso, Bad and Crazy infelizmente deixa a desejar.


- Temos romance (bem mais ou menos), bastante ação (foram as partes que eu mais gostei) e comédia, porque o K era locão e deixava o Sool Yeol locão também kkkkk a comédia é outro ponto positivo. E eu fiquei feliz pelo Wi Hajoon finalmente ter um papel mais de destaque (e diferente dos que ele já havia interpretado), mas uma pena ter sido apagado :(



Música

A ost de Bad and Crazy tem apenas 4 faixas, 3 delas são a cara do dorama e uma é mais calminha. E eu indico aqui Bulldozer (Don Mills) que tocava sempre, se não me engano é a música da abertura e BUMP (G2) que é um rockzão que tocava sempre nas cenas de luta kkkkk.





Classificação: 7,0



É isso por hoje. Até semana que vem!

22 março, 2022

[K-Drama] Into the Ring

Olá pessoas!

Até que enfim esse post saiu, hein? Ele tava nos meus rascunhos faz séééééculos....



Título: Into the Ring / Memorials (출사표)

Episódios: 32 (30 min.)

Ano/BN: 2020 / KBS2


Minha Sinopse

Goo Se Ra está cansada de tanto trocar de emprego (seja por se demitir ou por ser demitida), e quando ela percebe que poderia fazer mais do que já faz para sua cidade, a moça decide que vai virar representante distrital -pra ganhar 50.000,00 por ano.





- sendo honesta: eu não gosto de política. Fujo desse assunto. Fiquei com um pé atrás pelo tema de Into the Ring ser sobre política? Talvez. Mas acabou que deu tudo certo e eles trataram esse assunto de uma forma que me deixou satisfeita e percebendo que não importa o país, políticos são horríveis em todos eles (talvez não no Canadá ou na Nova Zelândia, eu acho)


- se você não quer pegar esse dorama pra ver porque acha que vai ser só o tópico acima, saiba que essa novela na verdade tem bastante romance (ou pelo menos bem mais do que eu esperava). O casal é bem realista e eu que achava que não ia shipá-los, me vi querendo mais cenas da Se Ra com o Gong Myung.


- tiveram alguns personagens -infelizmente mulheres- que me deixaram com rançinho (uma das amigas da Se Ra que era mãe, mas era super sem noção, dando conselhos horrorosos; Hee Soo, a outra única mulher dentro da área política junto com a Se Ra que era super competitiva ao invés de apoiar outras mulheres), mas num geral, isso tudo meio que deixa o drama mais realístico, né? 


- o final é fechado e ficamos com aquela sensação de "lição aprendida" (ou pelo menos, de que alguma coisa boa dá pra se tirar dessa história), se você é uma pessoa simples;










Música

A Ost de Into the Ring é muito gostosinha, várias músicas ficavam na cabeça e acho que eles acertaram na produção. As minhas preferidas são Good Sera (Si Yeon - Dreamcatcher), que é a música que sempre tocava quando a Se Ra se enchia de força de vontade e resolvia fazer as coisas sem ligar pro que poderiam pensar dela, New Direction (Youra) que é bem gosotosinha de se ouvir, Still living in wonderful day (9 and the Numbers) que sempre tocava nos momentos mais dramáticos e sérios do drama e claro, Our memories in summer (Nana e Park Sung Hoon, sim eles mesmos!), a música oficial do nosso casal fofíssimo!


Pontos Negativos

Casinha das Gifs O drama tem várias reviravoltas e algumas fazem a gente ficar com raiva de certos personagens (se pararmos pra pensar, até que faz sentido, porque todo mundo alí é político né, e a gente sabe como político é), e a Se Ra não conseguia fazer nada pra dar a volta por cima! Eu sei que a ideia era retratar algo real, e na realidade a gente dificilmente quase nunca consegue dar um jeito na corrupção, mas por outro lado eu queria que eles mostrassem um ponto de vista em que essas coisas podiam dar certo...

Casinha das Gifs O final foi satisfatório, mas ao mesmo tempo eu queria que algumas coisas tivessem acontecido de outra forma; e eu achei que o "vilão-mor" do drama se ferrou pouco no final também, ele fez muita coisa pra prejudicar muita gente, deveria ter acontecido mais coisa ruim com ele hahahahah





Classificação: **** (ótimo)

20 fevereiro, 2022

Vim falar de séries nesse post (o que eu vi em 2021)

Oi gente, tudo bem com vocês??

Pessoas que ainda leem o meu blog: como anda a vida? Alguém passa aqui de vez em quando pra ver se tem post novo? Não, né. Hahahahaha

Vim tirar a poeira desse cantinho e pra não postar outra resenha de dorama (tiveram várias em seguida, dá uma rolada aqui pra baixo), resolvi falar sobre outro tipo de série: norte americana.

O número de produções norte americanas que eu assisto diminuiu consideravelmente desde que eu me descobri dorameira (porque as coisas dos Estados Unidos são meio sem graça depois que a gente tem entretenimento de qualidade sul coreano, sabe?), mas de vez em quando eu resolvo dar um de "todo mundo" e pegar uma série ou outra pra ver.

Sem mais enrolações, aqui está uma pequena lista do que eu vi no ano de 2021, com uma breve sinopse (ou não, dependendo da série) e meus comentários -que são sempre condizentes e super relevantes!




Cena do Crime: Mistério e Morte no Hotel Cecil (doc.)

Eu sei, eu sei, esse aqui não é uma série... Mas foi na parte de séries que eu cataloguei esse documentário no meu bullet! 

Acho que a maioria das pessoas já ouviu falar da Elisa Lam, uma moça que foi passar um tempo  nos Estados Unidos e acabou morta numa caixa d'água de um hotel (se você não ouviu, aqui está um resumo). 

Pois bem, eu conheço essa história faz tempo e o pouco que eu sabia era por ler uma coisa aqui e outra alí internet afora. Até que minha sunbae me falou da existência desse documentário em 4 episódios, e eu fui conferir.

Os episódios contam com depoimentos de muita gente que trabalhou no caso, de outras que estavam no hotel, de gente que virou fã da Elisa entre outros. Uma coisa bem interessante de pontuar, é que o caso na verdade teve uma solução -e a polícia deu como encerrado.


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The Alienist - 1ª temporada

Não sei bem como eu resolvi pegar essa aqui pra assistir; acho que um dia bateu uma vontade de ver algo no estilo Hannibal (não que essa seja igual á Hannibal) e como eu já gostava da Dakota Fanning, resolvi pegar pra ver.

Enfim.

"Alienista" é um termo utilizado nos tempos antigos pra "psicólogo/psiquiatra", então qualquer pessoas que lidasse com a mente e a psique humana era visto como um alienista (porque a gente sabe que demorou pras pessoas aceitarem essa profissão....).

Na série acompanhamos três amigos que dedicaram seu tempo e energia (e dinheiro, e conexões e etc) pra encontrar quem era o sujeito que matava meninos prostitutos (esse é o termo utilizado na série).

Ao meu ver, é uma série pesada (estamos falando de morte de crianças/jovens aqui) e que demanda concentração pra entender o que acontece e criar teorias. Não tem muitos episódios e eu assisti bem rapidinho. Super recomendo, é uma das poucas séries atuais que prestam hahaha


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High School Musical - The Series: The Musical - 1ª temporada

Não vi muita gente comentando sobre essa aqui (apesar de ter HSM e Olivia Rodrigo juntos), então peguei pra ver porque apareceu de recomendação no Disney+ pra mim, e olha, foi uma grata surpresa!

Não achei que fosse gostar da série, na verdade achei que fosse ser meio bobo e nada a ver, mas a premissa é interessante (apesar de não ser nada original), e o elenco é bem cativante. As música são bem boas (minhas preferidas: 'Born to Be Brave' e 'Wondering') e apesar dos conflitos na vida real entre os protagonistas, a série já teve outras temporadas confirmadas. 

Acho que vale a pena dar uma chance!


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Lost in Austen

Teve uma época que eu estava viciada em séries de época (se você ver o post que eu falo sobre séries assistidas de 2020 vai ver que tem umas 4 por lá), e no ano de 2021 não foi diferente. 

Lost in Austen é exatamente o que o nome sugere: uma garota chamada Amanda, que é super fã de Jane Austen (em específico de Orgulho e Preconceito) um dia recebe uma visita inesperada e acaba no mundo da história

Lá ela causa muita confusão (sei que parece sinopse de filme sessão da tarde, e é isso mesmo), bagunça a linha do tempo e dos acontecimentos da história da Jane Austen e apesar de "tentar concertar" as cagadas, eu achei tudo bem fraco.

Me peguei revirando os olhos várias vezes com as atitudes da Amanda e apesar da quantidade de 4 episódios nem ser tanta coisa, pareceu muito mais tempo. Não sei se recomendo, se você é fã de O&P assim como eu, tem outras adaptações e remakes melhores por aí....


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Orgulho e Preconceito (1995)

Agora sim vem coisa boa! E sim, outra adaptação dessa história linda! hahahah

Nessa versão de 95 temos Jennifer Ehle interpretando a Lizzie e o maravilhoso-meu-crush-dos-anos-2000 Colin Firth no papel do Sr. Darcy (pode suspirar, vai lá). 

Em 6 episódios de quase 1 hora, a história linda de "enemies to lovers" da Jane Austen é contada de forma emocionante e bem fiel (sério, se você não quer mesmo ler o livro, assiste isso aqui). 

Eu me encantei mais do que imaginava com essa adaptação e ver o Colin Firth novinho (principalmente naquela cena dele saindo do lago hehehe) foi um bônus!


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The Great - 1ª temporada

Assim como eu disse alí em cima que peguei The Alienist pra ver por causa da Dakota Fanning, no caso de The Great foi por causa da irmã mais nova dela, a Elle Fanning

Bem diferente da série mencionada aqui, The Great tem um tom meio... Satírico. Mas ao mesmo tempo é dramático. Não sei explicar muito bem, mas se fosse pra tentar, eu diria que a vida de 'Catarina, a Grande', foi cheia de acontecimentos macabros quando ela tomou o trono do marido e governou a Rússia no lugar dele, que ao retratar essa história, eles decidiram colocar a comédia satírica pra mascarar as atrocidades cometidas nos episódios (não vou entrar em detalhes, mas tem uma cena em um personagem assassina sem querer outra pessoa, e eles dialogam de um jeito "leve", como se estivessem falando sobre o clima...).

A série é pra 18+ (eu não sabia quando fui assistir 🤡) e uma segunda temporada estreou esse ano -que eu não vou acompanhar, porque apesar de não ter odiado The Great, percebi que esse tipo de conteúdo não é pra mim.


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Modern Family - 10ª e 11ª temporadas (final)

Finalmente acabei Modern Family, depois de anos assistindo! Essa série foi assistida em família, porque como o próprio nome diz, é perfeita pra esse formato!

Admito que esperava um pouco mais do final (ficou meio "normal" demais pra um último episódio, sabe?), mas ao mesmo tempo eu entendo que eles manteram o tom leve da série até o fim, misturando pequenas doses dramáticas pra ensinar uma lição ou falar sobre algum assunto sério.

A comédia continua no mesmo (as primeiras temporadas ainda são as melhores, na minha opinião) e com um plot twist aqui e alí, eu me despedi dessa série e do elenco que vi crescer (literalmente, né mesmo Manny e Luke?).


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Normal People

Muita gente conhece o livro da Sally Rooney (que foi tão comentado no booktube anos atrás), e como eu não tinha ideia de quando poderia ler a história, aproveitei que já tinha assinado o Starz+ pra ver The Great, e peguei Normal People pra acompanhar também. 

A série é curta, tem 12 episódios e apesar de ter uma carga dramática pesadíssima, dá pra maratonar.

A história acompanha a vida de dois jovens desde a época da escola até os primeiros anos da vida adulta. A melhor parte de tudo são os conflitos que os dois sentem e passam, conflitos que qualquer um possa se identificar (eu particularmente, entendia super o que a Marianne passava com respeito de autoestima e aceitação pessoal e alheia), fazendo com que você sinta o que Connor e Marianne sentem, e sofra junto com eles.

Como eu disse, a carga dramática é muuuito pesada, então atenção para os milhares de gatilhos aqui (eu acho que é spoiler se eu contar, mas na internet deve ter uma listinha de todas problemáticas abordadas na série), e é muito importante lembrar que a série tem classificação indicativa de 18+ (pelamordeJevoá, cuidadooo).


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Howards End

Essa série é uma gracinha! Eu não dava nada e me vi querendo saber o que ia acontecer no decorrer dos episódios.

Ela é bem curtinha (4 episódios) e conta a história de três irmãos órfãos, em que o foco que nós acompanhamos é nas duas irmãs mais velhas, Margaret e Helen. Elas são muito gentis e independentes, e (talvez) um pouco intrometidas? Eu não chamaria de intromissão, mas para uma série de época ter mulheres que falam o que pensam e agem da forma que quiserem não é visto com bons olhos, podemos dizer que essas irmãs deixaram algumas pessoas nervosinhas hahaha

Não vou falar muito (até porque, são só 4 episódios né), mas a história começa a desenrolar quando Helen vai passar uma temporada na casa da bem afortunada família Wilcox (bônus: Matthew Macfadyen, nosso eterno Sr. Darcy da adaptação de 2005 faz parte do elenco!).


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The 100 - 1ª e 2ª temporadas

Muita gente falava dessa série (falavam muito bem) e quando um ex-aluna mencionou com tanta empolgação como ela gostava, peguei pra ver.

O nome 'Os Cem' vem de 100 jovens enviados do espaço à Terra (de muitos anos a frente do que estamos vivendo) pra ver se é possível habitar novamente no planeta água. Os 100 jovens são escolhidos por mal comportamento e só recebem um "boa sorte" e nada de ajuda pra se virar aqui. 

Admito que os primeiros episódios (apesar de terem um bom ritmo) são um pouco "adolescentes" (com aquelas tramas de amizade, ciúmes, romance clichê e etc), mas no decorrer da temporada, o plot começa a se desenvolver melhor e eu me vi gostando bastante de The 100!

Achei a segunda temporada melhor que a primeira, mas infelizmente o final foi uma palhaçada na minha opinião (e o casal que eu shipava NUNCA ficaria junto), que acabei droppando a série por aí mesmo (dizem que ela continua boa até o final, então as chances do você gostar são grandes).


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Eu Nunca... - 2ª temporada

Olha essa série adolescente-clichê aqui de novo! 

Sim, continuei assistindo 'Eu Nunca...' porque, se você leu o post do ano passado, eu gostei muito da primeira temporada. A história da Devi ficou mais enrolada por aqui, e apesar de fazer várias cagadas e péssimas decisões, ainda foi bem divertido de acompanhar a vida dela.

Gostei (e ao mesmo tempo acho que não curti tanto) que um pouco do foco nessa segunda temporada foi no Paxton, um personagem bem genérico na primeira parte da série, e que aqui finalmente ganha uma profundidade (mas eu ainda sou team Ben, ok? 😂) -que agradou muita gente.

Os temas tratados na segunda temporada continuam atuais e são interpretados de forma muito gostosinha e divertida de acompanhar (dá pra soltar uma risadas em alguns episódios). 

Uma terceira temporada já está sendo gravada, e espero que a qualidade continue a mesma -e que claro, não tenha 10.000 temporadas.... 


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Ufa, acabou! Hahahaha

Depois desse post gigantesco, talvez eu fique um pouco ausente por aqui (espero realmente que não, porque quero falar de animes na próxima), mas não posso me esquecer de desejar um Feliz 2022 pros leitores do Dois Pontos, e torcer pra esse ano ser bom e livre do covid-19!

Beijos!

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