7 de janeiro de 2019

O sarcasmo brilhante de One Punch Man

Esse post era pra ter saído faz muito tempo (até porque o anime do qual será falado nem é mais novo), mas por n motivos acabou saindo só agora. Esqueçam as desculpas e bora falar de anime! -mais especificamente, do shonen mais apelão do mundo.

One Punch Man é uma webcomic criada por One, em 2009, que apesar do traço não ser dos melhores, conseguiu conquistar muita gente (muita gente mesmo!), ganhando uma versão digital, em 2012. A obra continuou fazendo sucesso, até que resolveram publicar um mangá e posteriormente -o que iriei falar aqui- uma adaptação para anime.

      

Saitama é um cara comum em seus 20 e poucos anos, que um dia acaba salvando uma criança de um vilão com cara de lagosta (sim, isso mesmo) enquanto voltava para casa. A partir desse dia, ele decidiu deixar de ser um assalariado pra se tornar o herói mais forte do mundo. E o melhor: derrotando tudo e todos com apenas um soco.

Por que One Punch Man é tão bom? Porque é uma sátira. Uma sátira sobre super-heróis
Apesar de diálogos bem construídos e com intenções sinceras, não dá pra levar o anime a sério o tempo inteiro (na verdade, eu ri em boooooa parte).
Pra vocês terem noção, no mundo em que Saitama e o resto das personagens moram, existe uma organização que classifica heróis de acordo com suas capacidades e habilidades, porque é mesmo muito necessário ter alguém pra socorrer a humanidade quando um monstro do mar resolve invadir e matar todo mundo. Quem nunca passou por isso?

A graça de One Punch é que tudo é tratado de forma tão seriamente cômica, que chega a ser incrível. Eu, como boa não-apreciadora de super heróis em geral (acho que esse tema já deu, na verdade), percebi que precisava dessa história. Precisava dessa narrativa lotada de referências e piadas naturais, além de frases soltas pelo nosso protagonista que simplesmente viram memes.

   

Só pra curiosidade, a obra também contém muitas situações vividas pelo próprio One, inclusive até em relação ao seu traço "feio" -que hoje em dia é desenhado por Yusuke Murata. Meu favorito é no episódio 7, onde Saitama joga a maravilhosa frase: "Eu não faço essa 'coisa de herói' por admiração. Eu faço porque eu quero!", comparando a avalanche de críticas que One recebeu.

A animação é ótima (mas a 2ª temporada vai ser feita por outro estúdio) e a dublagem também -até a dublagem brasileira. Vi apenas algumas cenas, mas achei que o trabalho deles ficou muito bom, como sempre-; você pode assistir o anime pela Netflix, ou pelo crunchyroll, se não me engano. 
Só sei que já vi milhares de vezes, e as cenas de lutas são sempre válidas por conta do inesperado e dos variados poderes.


O texto ficou sem spoilers, e por conta disso pode estar "mal explicado", mas levem em conta a indicação, ok?
Obrigada por ler até aqui, e até a próxima!
Ah, Feliz Ano Novo e que 2019 seja incrível!

27 de dezembro de 2018

O que 2018 me trouxe

 Nem sei como começar direito esse post. Pra você ter ideia, eu comecei a escrever porque acabei de fazer as unhas e estou esperando o esmalte secar (kkkkk) -detalhe que: faz mais de meses que eu não pintava as unhas.
A proposta do mês de dezembro do Togheter é contar o que aconteceu de bom em 2018.
Quais foram as situações ou coisas que vieram á mim nesse ano tão conturbado (isso todos concordamos; 2018 foi um ano complicado....)? O que você tem para agradecer, quando olha para trás e pensa nos seus últimos 365 dias??

Confesso que 2018 começou bem mal pra mim.
Por conta de uma influência negativa (que deveria ser positiva), eu acabei me afastando de todas as minhas amigas (nem tenho muitas, mas pra mim foi algo bem "grande"). Fiquei meio depressiva com a faculdade, a falta de emprego, o descaso de pessoas que eu achava que se importavam muito comigo... Enfim, foi um horror.
O pior foi que isso durou 4 meses. Apenas quando abril chegou e eu ouvi uma verdade (que foi mais como um tapão na cara) do meu pastor, que eu voltei ao "eu normal": não devemos nos importar com alguém esperando algo em troca. Isso se chama arrogância.
Mudou minha vida.
(reflita aí você também)

Logo depois, as coisas na faculdade começaram a ficar chatas e cansativas (por n motivos, tanto das matérias em si, quanto dos meus colegas de classe), e eu não via a hora de chegar as férias pra não precisar me estressar.
Ok. E então agosto chega, e a minha avó descansa eternamente. Foi algo repentino, mas ao mesmo tempo "esperado" (ela estava bem doente). De alguma forma (que nem eu sei explicar), isso causou um impacto emocional gigante em mim, gerando situações problemáticas num futuro próximo (mas aqui sou eu chutando, porque nada foi comprovado cientificamente. Ainda).

No meio de outubro (?), enquanto voltava para casa de mais um dia de aula da faculdade, á noite, eu surtei. Tive uma crise de falta de ar, coração acelerado, mãos suando e formigando, fraqueza... Uma sensação horrível. Eu achei que poderia morrer, entrei em desespero e fiz uma bateria de exames médicos, achando que pudesse ter alguma doença.
Não deu em nada.
E então, na sexta-feira passada (à esse texto), eu surtei novamente. Todas aquelas sensações descritas alí em cima aconteceram de novo. Meus pais me levaram para o hospital, e lá -com um médico de plantão- nós finalmente descobrimos o que eu tinha: ansiedade.
Ainda é muito novo e esquisito pra mim, aceitar que ansiedade é de fato uma doença e precisa de tratamento (no meu caso, o médico sugeriu que eu passasse inclusive por um psiquiatra, pra ver se havia necessidade de remédio).
Eu tento procurar quais são as coisas que me deixam ansiosa e não ficar me preocupando tanto, mas novamente, eu ainda não entendo direito como isso funciona (e nem vou tentar explicar aqui).

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Depois de todo esse texto rememorando as coisas ruins que aconteceram no meu 2018, o que eu tenho pra agradecer, você pode estar perguntando.
Bom,

 descobri que minha saúde está ótima, apesar da ansiedade;
 nada de ruim aconteceu comigo ou com a minha família 
(no sentido de assaltos, sequestros e etc);
 tenho o que comer (todos os dias) e onde morar (aliás, eu me 
mudei pela 9ª vez no dia 19 de outubro. faz 2 meses que estamos 
no apartamento novo e eu estou amando)
 voltei a conversar com minhas amigas, mas parei de implorar atenção 
(e de me sentir culpada por "cortar contato" com pessoas que não se importavam comigo);
 me aproximei uns 90% de Deus. eu sempre (uns 14 anos) 
tive uma vida de oração e leitura da bíblia, além de conversas diárias 
e aleatórias (do tipo: dentro do ônibus me surge uma vontade louca de 
conversar com Deus), mas sinto que com a leitura de um livro sobre 
propósitos, consegui ficar mais grudadinha dEle;
 consegui escrever regularmente durante o ano 
todo no blog (regularmente, regularmente...);
 conheci pessoas novas;
 voltei a brincar com crianças com mais frequência (meus 
priminhos tudo cresceram ou moram longe de mim, então ainda 
bem que tenho 5 crianças como novos vizinhos);
 tive um crush, mas desapeguei de forma super tranquila 
(muita diferença. até de idade);
 consegui ficar de boa com família e amigos, apesar do meu voto 
na eleição (até porque, desfazer amizade e relacionamentos por causa 
de pessoas corruptas que não se importam 1% com você, 
é muuuuuita falta de maturidade e altruísmo);
 descobri que design não é pra mim -e foi uma libertação dizer 
isso em voz alta, principalmente pros meus pais;
 comecei a fazer -finalmente- depilação á laser (algo que me 
incomodava desde sempre). e o melhor: fiz por mim;
 aprendi a conviver melhor com meu cabelo (cacheado, volumoso 
e nem um pouco do tipo que os homens gostam, mas quem liga?);
 comecei a acompanhar um podcast (Otaminas, suuuuuper recomendo);
 assisti muitos animes (eu não fazia isso desde a época da escola);
 fui num show cover do Queen 
(e percebi que só conheço 5% dessa banda, rsrsrs);
 entrei pro fandom do Stray Kids (Stay) e estou 
extremamente feliz por fazer parte de mais uma família;
 voltei a escrever;
 descobri que tomar leite sem lactose (apesar de não 
dar muita diferença) é bem melhor que leite integral;


Se esse post foi meio esquisito, releve. Como eu disse no começo, nem sabia como começar, imagina então como ele iria sair....
Enfim, obrigada por ler até aqui.


Estamos na véspera de Natal na hora em que eu estava escrevendo esse post!! (o meu feriado preferido) então eu tenho que me despedir com um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo (até porque só vai ter post de novo em 2019 -mdssss, 2019??!!!).
Bjosss!!!

30 de novembro de 2018

Não aguento mais estudar!

*Me esconde pra ninguém tacar pedra em mim*


Oi pessoas! Como estão?
Nem sei com que cara apareço aqui depois de tanto tempo sumida, sem postar nada, sem dar satisfação, sem dar qualquer notícia... Me desculpem. Ás vezes a gente faz planos e -infelizmente- muitas vezes eles não dão certo.
E como já é de praxe, minha frequência aqui no blog nunca foi das melhores, então não espante se esse cantinho ficar cheio de pó... Espero que ninguém tenha rinite xD
Tenho vários posts planejados na minha mente mas nenhum fora dela. Não sei quando vou ter tempo de atualizar as coisas (coisas que assisto, músicas que ouço, passeios, dicas e etc), fora os posts "especiais" que eu queria fazer faz um tempinho (tipo aquele de Violet).
Então esse será mais um daqueles posts bem pessoais onde eu conto coisas inúteis sobre a minha vida ~versão estudos~ não tão legal e nem tão divertida, mas que pelo menos vai servir pra dar as caras aqui.

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Passei outubro e uma boa parte de novembro (considerando que hoje é dia 30) surtando/preocupada com a faculdade. Tenho o TCC final (que na minha universidade é feito em forma de um projeto em grupo, em todos os semestres, então já estou acostumada) que nesse semestre ficou mais caro e precisa de mais atenção por conta do tema -embalagem. 
Eu terminei a parte escrita do negócio (eu normalmente fico responsável por essa parte) e nós já upamos no site, além de entregar uma cópia física para a coordenadora. Vamos ver no que vai dar. A apresentação para a banca (em forma de PDV) será dia 6 ou 7 -ninguém sabe ao certo.

Image result for anime study gifNão sei vocês lembram, mas eu comentei em algum post de atualizações, que eu precisava entregar algumas muitas horas de atividades complementares pra conseguir me formar. 
Na época eu só tinha 50 horas e alguns surtos. Com os avisos e ameaças da coordenadora, todo mundo começou a correr atrás das horas restantes, e comigo não foi diferente: escrevi milhares de relatórios, assisti um filme (de forma dinâmica) e aluguei vários livros na biblioteca; sem falar, claro, da "caça aos professores" por assinatura.
Só sei que fiquei bem ocupada pra organizar tudo numa pastinha e fazer as contas necessárias. Nem sei como, mas consegui fechar essa matéria com 111 horas (eu precisava de 100). 
Ufa.

*dica da titia Ari: não deixe suas atividades complementares para o último semestre; você corre o risco de não conseguir as horas necessárias, nem se formar e até contrair algum tipo de TOC ou ansiedade*

Ainda falando sobre faculdade e provas finais, como formanda do segundo semestre, tive que fazer o ENADE (eu até poderia pedir pra você ir googlar, mas te ajudo explicando o que é: uma prova tipo o ENEM -perceba a semelhança entre os nomes- que avalia o que os alunos aprenderam nos anos de faculdade, incluindo também uma nota muito importante do curso da própria faculdade. Ah, e se você se recusar a fazer essa prova ou fazer e for muito mal, você não recebe seu diploma e se ferra no mercado de trabalho :D).
A minha faculdade botou TANTA pressão nessa prova, que eu já estava de saco cheio. Nós tivemos simulados e exercícios durante o curso inteiro (um sacooooo), além de sermos obrigados a assistir palestras motivacionais sobre o assunto (perceba o medo de a nota da faculdade decair por conta das notas dessa prova....).

Image result for anime study test gifA prova foi domingo dia 25 (ah sim, eu também perdi meu domingo por causa dela!), e sendo bem sincera: achei que seria mais difícil. Apenas uma questão levou meu "minha-mãe-mandou" (porque eu realmente não conhecia o assunto), e as questões discursivas (diferente do ENEM, o ENADE te oferece a linda oportunidade de escrever até 15 linhas sobre um determinado assunto! ~ironia mode on, pelamordeJeová) abordavam assuntos que possibilitavam mini-textos com a nossa opinião.
Só foi bem cansativo, claro. No final da prova eu já tava vendo tudo embaralhado, tanto que dei uma parada, bebi água, comi uma bolachinha do kit que a faculdade deu...
Ah sim, todas as faculdades estavam com tendas na calçada, dando kits dentro de uma bolsa com:

* 1 garrafa de água da Leve (MEU DEUS, ESSA É A MELHOR ÁGUA DE GARRAFA DO MUNDOOOOO)
* 2 bolachinhas Bauducco (uma doce e uma salgada. Aquelas que a gente encontra em laboratório, logo depois que tira sangue, sabe?)
* 2 barrinhas nutritivas da Corpo (não, não estou ganhando por falar o nome das marcas aqui)
* 2 canetas pretas transparentes (o que foi ótimo, porque eu tô sempre precisando de caneta preta)

Image result for anime okay gifE se a gente ficasse até o final da prova esperando o caderno, ao invés de sair antes, a gente podia voltar nas tendinhas, caçar o professor do nosso campus e levar um pen drive pra casa. Só por ter ficado e entregado o caderno de questões pra eles.
Sintam a pressão.

Enfim, eu fiquei. Sou toda certinha, bem nerd.
E eu estava precisando de um pen drive também.

Queria poder encerrar esse assunto de faculdade nesse post, mas como ainda tenho o TCC pra apresentar, provavelmente voltarei nesse assunto no próximo post de atualizações... Enfim, espero que não tenha ficado cansativo. 
Se você achou perda de tempo ler sobre as minhas dificuldades e aventuras de aluna-quase-formanda, me desculpe pela inconveniência. Pra tentar melhorar esse clima de cansaço e tédio, termino esse post com uma música bem levinha (e fofinha) de um grupo que eu nem acompanho, mas que fiquei viciada: April - Oh! My Mistake

Eu achei a voz delas linda!! *--*

Beijos e até a próxima (prometo não demorar! Quero fechar o ano bem!)
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