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20 abril, 2024

Todas as séries (e reality show) que eu assisti em 2023!

Olá pessoas! Até que não demorei pra aparecer com o post das séries do ano, huh? Se não me engano, ano passado esse post saiu quase no fim do primeiro trimestre... Não vou nem comentar sobre isso aqui, então segue o baile :)

Como já é de praxe, comento aqui nesse post todas as séries (não doramas, nem filmes) e outras coisas derivadas (leia-se: documentários, reality show, etc), vistos no ano anterior (porque sou dessas, eu espero o ano acabar realmente pra contabilizar).

Em 2023 eu acho que consegui balancear; assisti um total de 18 dramas (que não pareceram tudo isso), e bastante séries. Também vi uma página inteira do meu bullet de filmes, e acho que só ficou a desejar os animes e desenhos mesmo (apesar de eu ter conseguido finalizar Star vs. Forças do Mal). Espero poder reverter isso em 2024 e deixar tudo igualzinho!

Ainda estou pensando se faço um post com os animes e desenhos também.... Será que faço? Aceito sugestões nos comentários :)







The Gifted - 1ª e 2ª temporadas (final?)

Nossa, como eu disse no instagram, essa é uma daquelas séries que eu acho que só eu assisti. Mais alguém aí conhece esse mundinho a parte da Marvel

Aqui temos uma espécie de X-Men (até porque, sem muitos spoilers, eles mencionam os X-Men e alguns mutantes em específico várias vezes nos episódios), mas com uma nova geração que já se esqueceu que as pessoas podem ter seus genes modificados e nascer com poderes. 

Acompanhamos uma família a princípio, mas ao longo da série esse núcleo vai crescendo e se expandindo, virando uma espécie de novela mesmo. Tem a parte dos mutantes com mutações visuais, então eles são rechaçados pela sociedade, tem os mutantes que escondem quem são, a fim de viver bem, tem os que não se escondem e nem têm medo do que pensam deles... Enfim, vários tipos de pessoas por aqui. 

A série nem é tão antiga assim (bom, depende se você considera 2017 recente), mas saibam que o roteiro ainda é o mesmo das séries dos anos 2000, início dos anos 2010, com vários episódios por temporada, aquele dramalhão adolescente, personagens irritantes pra caramba, e até que efeitos especiais decentes. 

Ah, eu coloquei um ? alí no título, porque aparentemente a série foi cancelada, mas sei lá né, com tudo voltando e tendo reboot hoje em dia, vai que eles resolvem ressuscitar....


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Sanditon - 2ª e 3ª temporadas (final)

Minha série fofinha acabou! Como foi divertido acompanhar essas duas temporadas curtíssimas de Sanditon! Eu assistia um episódio toda noite, até acabar, e não sei se eu comentei isso aqui, mas sou uma pessoa que guarda sentimentos de lugares e momentos, então a minha cama á noite, quentinha e um episódio de uma série de romance gostosinha me trazem bons pensamentos e memórias.

Minhas divagações á parte, vamos a série kkkk

Aqui temos a conclusão daquela história iniciada em 2019 que foi cancelada depois de 1 temporada e com o ator principal saindo do elenco mesmo com um final triste, com a desculpa de que "era assim que a história deveria acabar" 🤡 Sobre uma obra de Jane Austen, veja bem (lembrei de uma amiga: "mas gente, homem pensa?")!!! sim Theo James, eu peguei ranço de você, caguei pra o que quer que você for fazer. espero mudar de ideia um dia 

Eu achava que não ia gostar das mudanças de elenco, de roteiro e etc, mas elas foram muito bem encaixadas! Acabei gostando mais que a primeira temporada hahaha o local das filmagens continua o mesmo com alguns acréscimos porque a história anda né, mas a cidadezinha de Sanditon com as casinhas enfileiradas e o mar logo á frente continua a nos encantar <3

Gostei muito de como tudo foi resolvido, AMEI um casal secundário da segunda temporada (quase que eu coloco um gif deles aqui, ao invés dos protagonistas kkkk), e os temas abordados foram importantes e mostrados de um jeito muito legal. Série recomendadíssima!


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Sherlock - 4ª temporada (final)

Gente, que parto foi terminar essa série viu. E digo isso em dois sentidos: primeiro que a série vivia saindo dos streamings quando eu estava assistindo com o meu pai (acho que a gente levou, sem brincadeira, uns 6 anos pra assistir tudo. ou mais), e porque a história começou a dar umas reviravoltas estilo novela mexicana e quando a gente tava assistindo o último episódio a minha cara era aquele meme do Shrek

Como ainda não li os livros (comprei um volume de contos ano passado, espero ler em breve), não sei se a série foi fiel com o desenrolar dos acontecimentos, mas os roteiristas resolveram ir por um caminho que eu não gostei não -e nem meu pai.

A gente realmente assistiu porque gostamos muito do personagem e pra terminar de vez a série (que lembrando: tem mais de 1 hora por episódio). A atuação do Benedict e do Martin Freeman continuam boas, mas senti que o Freeman não conseguiu dar conta do que fizeram com o personagem dele, hein....


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The Handmaid's Tale - 5ª temporada

Essa também eu tenho que confessar que demorei pra acabar. Os episódios não estavam fluindo e só estavam acontecendo coisas que eu não tinha lá muito interesse em saber né nom Serena?, então assim..... kkkk

Quanto a história, muita coisa mudou. Quando a gente para pra pensar que a série só tem 5 temporadas, mas que tanta coisa aconteceu, muitos anos já se passaram na cronologia, desde a primeira temporada, tanta coisa já aconteceu... Não digo que o ritmo decaiu, claro que teve mudanças nesse sentido por conta do que acontece na 4ª temporada, mas o foco do plot da história teve que mudar. Ainda não sei se gostei ou não.

Aqui o foco está na June em sua "nova vida" (sem spoilers), mas ainda sofrendo, porque sofrimento demais nunca é pouco, não é mesmo?, mas também acompanhamos os dilemas dos outros personagens (que com exceção da Serena e do comandante Joseph, ficam bem em segundo plano). Pra não dizer que não teve algo que me prendeu, os dois últimos episódios são os melhores, e a temporada termina num cliffhanger bem bom. 


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Daisy Jones & The Six

Primeiramente, não, eu não li o livro da Taylor Jenkins Reid. Eu nunca li nenhum livro dela porque não tenho vontade mesmo, todas as histórias parecem ter exatamente o tipo de plot que eu não vou gostar (com exceção de Amores Verdadeiros, essa eu tenho interesse de ler, mas provavelmente não vai rolar, já que eu não tenho o livro e o filme já estreou na Prime, então vou assistir o filme).

Ou seja, eu conhecia a história de Daisy Jones por cima; mas assistindo a série, percebi que todas as teorias (ou quase todas, vai) que eu fiz durante os episódios, estavam corretas. Sim, essa é uma história sem grandes revelações, sem nada de novo pra apresentar, e diversas vezes previsível. Isso significa que é ruim e eu não gostei? Não. Na verdade, eu me até que me diverti assistindo os episódios sentindo uma raivinha vez ou outra, claro.

A narrativa é contada em forma de documentário sobre essa banda fictícia dos anos 60 (?) que foi uma daquelas bandas de um disco de sucesso só; então eles ficaram muito famosos mas não duraram nada. Os membros da banda têm personalidades diferentes e eles encontram a Daisy (interpretada pela neta do Elvis, Riley Keough) pra ser a cantora principal deles, junto com o Billy. No começo as coisas não dão certo, mas depois eles se ajeitam "daquele jeito" e conseguem prosperar nesse mundo catastrófico que foi a indústria musical da época em que o rock estava roubando a cena. Ah, e tem as drogas também. Sempre tem as drogas.

No fim das contas, eu gostei muito da interpretação do elenco principal, da direção e como respeitaram o formato da história (documentário) e gostei bastante das músicas! Minha preferida é Let Me Down Easy. Ah, o figurino também ficou bem divertido de um jeito não brega (afinal, vocês sabem o tipo de calça que o povo usava nessa época né?). Mas como eu disse, a história não tem nada de inovador, talvez um ponto ou outro, e no fim das contas foi uma série pra assistir enquanto eu passava roupa (quem é mais velho aqui sabe a minha tour com assistir séries enquanto eu passo roupa hahaha).


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The Flatshare (Teto para Dois)

Mais um aqui que eu não li o livro (e nem pretendo ler), mas que já que a adaptação saiu, bora assistir né? rsrsrs

Uma mini série da mesma leva do "assisti enquanto passava roupa" que tem começo meio e fim (é uma mini série mesmo, afinal), e que fala sobre uma mulher e um homem que dividem a cama de um jeito não sexualmente: ela usa de noite e ele de dia, então eles nunca se encontram -SE respeitarem os horários né... Mas estamos falando de uma comédia romântica, então é claro que uma hora eles vão errar o horário e se encontrar....

Essa aqui tem uma vibe de comédia romântica dos anos 2000, então quem não leu o livro acho que vai gostar bastante. Gostei deles se comunicarem via post-it e mesmo sem se conhecerem tentarem ajudar um ao outro (o que parando pra pensar, só em ficção mesmo que uma pessoa vai morar com um completo desconhecido e dividir itens bem pessoais....). A história também tem como foco relacionamento abusivos e suas consequências, além de falar um pouco sobre colegas de trabalho que puxam seu tapete.

Num geral eu gostei da série, foi bom pra passar o tempo e bem produzida/dirigida. Ah, eu achei curioso que a protagonista é interpretada pela Sybil de Downton Abbey (fazia tempo que eu não via essa atriz fazendo alguma coisa)!



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Merlin - 1ª e 2ª temporadas

Minha série conforto! Como eu descrevi na minha retrospectiva no instagram: efeitos especiais horrorosos, plots questionáveis, e um bromance da melhor qualidade!

Ok, ok, vamos do começo. Eu conheci Merlin quando passava na TV (agora esqueci o canal, será que era na Universal ou na SyFy?) e vocês sabem como funciona acompanhar série pela TV né, episódios fora de ordem, horários inflexíveis e não poder dar pausa pra xixi. Então quando eu estava vagando pelo facebook numa das 5 vezes em que fiz isso ano passado, apareceu uma postagem da página de Merlin aqui no Brasil que eu nem lembrava que seguia. E lá eles atualizaram dizendo que tinham postado a série no drive, dublado! Foi a oportunidade perfeita pra reviver esse meu momento de fã de histórias do Rei Arthur e do mago Merlin e de quebra assistir a série completinha e na ordem certa.

Ainda não terminei de assistir tudo (em minha defesa, só tinha as 3 temporadas e quando eu comecei a ver a terceira eu fiquei enrolando porque não tinha mais episódios pra assistir, já que eles só colocaram as duas últimas temporadas um pouco antes do ano acabar), mas já adianto que o roteiro se mantém constante durante todos os episódios.

Nessa versão da história de Artur e Merlin, o mago ainda é jovem (e tem a mesma idade que o futuro rei), mas serve de apoio e guia, apesar de se atrapalhar algumas vezes. O próprio Merlin tem seu tutor, Gaius (um velhinho muito do simpático que é o único que sabe o segredo do Merlin), e passa seus dias como ajudante pessoal de Artur, enquanto salva a vida dele inúmeras vezes sem o mesmo desconfiar.

As outras personagens da série também estão presentes, como o rei Uther (um combo de péssimo rei + péssimo pai), Guinevere (que aqui também é o interesse amoroso de Artur, mas não se resume a uma mulher sem graça e sem personalidade; pelo contrário, ela brilha diversas vezes além de ser acho que única representação da rainha Gwen que não seja branca), a bruxa Morgana -que eu não vou falar muito sobre, porque essa versão dela sofre várias modificações ao longo dos episódios- que é interpretada por uma atriz lindíssima (Katie McGrath) e é claro, o Dragão-feito-de-CGI-horroroso (interpretado pela voz de Sir John Hurt), que é a personagem com mais paciência nessa série toda kkkkk quantas vezes eu e as pessoas do TV Time não reclamamos nos comentários de que o Merlin sempre vai pedir ajuda ao Dragão, mas NUNCA segue o que ele manda! 

A série tem uma história moldura, que segue até o fim das 5 temporadas, mas enquanto as coisas principais acontecem, temos alguns episódios "episódicos" com começo, meio e fim, só pra gente aproveitar mais esse mundinho das cavalarias, reis, bruxas e magos.



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Outlander - 6ª e 7ª temporadas

Confesso que demorei pra assistir essas temporadas de Outlander, mesmo sendo uma das minhas séries preferidas. Já era pra eu ter falado, pelo menos, sobre a temporada 6 no post do ano passado, mas acabou que eu só senti mais vontade de ver tudo depois de conversar com a única amiga que eu tenho que também assiste a série.

Como falar sobre Outlander é chover no molhado, só digo que a história continua muito boa, mesmo com a "fórmula" da Diana, a gente ainda consegue se surpreender com a sucessão de acontecimentos, e eu continuei apaixonada pelo meu casal favorito da ficção! Jamie e Claire continuam tão unidos e tão fortes como sempre, mesmo com as tragédias acontecendo na vida deles (e bota tragédia, viu?).

Temos alguns acréscimos de elenco novo também, com personagens que chegam e ficam e outros que chegam e vão embora porque sua história já foi contada. O foco agora é na vida diária da família Fraser, enquanto eles lidam com um pai e seus dois filhos (esquisitíssimos) que chegaram ao Fraser's Ridge procurando moradia. E depois, voltamos à mistura de passado com presente, porque Brianna e  Roger precisam tomar uma decisão muito importante em nome da família.

O "final de temporada" é emocionante e nostálgico (como todos os outros), e eu mal posso esperar pra sair a segunda parte da temporada 7 em novembro; ou não né, afinal depois dela, a 8ª temporada será a última (já confirmado por todos).



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Queen Charlotte: A Bridgerton Story

E aqui temos a melhor coisa relacionada a Bridgerton que a Netflix inventou de fazer! 

Quando os trailers saíram, eu fiquei super empolgada porque gostei de cara do que spoiler da cena do muro (que aliás, é uma das melhores cenas da série toda, que inclusive reverbera durante todos os 8 episódios). Gostei do elenco e principalmente, gostei deles estarem fazendo algo "novo" -mesmo sendo a partir de um universo que já existe.

Fui assistir e acabou que me encantou mesmo! A série fala principalmente da vida do rei Geroge IV e sua esposa Charlotte, mas de formas separadas (calma que tem cena deles dois juntos também); vemos a preocupação -com razão- da Charlotte ao ter que se casar com um inglês desconhecido e nem imaginar o que ele escondia por trás do rostinho bonito (ou da personalidade bacana). 

Esse spin-off continua com os mesmo trejeitos da série original dos Brigadeiros, e eu arrisco a dizer que apesar de poder assisti-la independente, eles fazem alguns comentários sobre as personagens das outras 2 temporadas. Mas nada que te faça ficar confuso, é mais um "easter egg" pra quem é fã.

Espero que a netflix não invente de acrescentar uma segunda temporada, porque além de não ter história pra isso, seria muita mancada focar num spin-off ao invés da série principal, que todo mundo fica aguardando ano após ano. 


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Only Murders in the Building - 1ª e 2ª temporadas

Preciso dizer que eu já havia assistido ao primeiro episódio de OMITB um pouco depois que estreou nas terras tupiniquins, mas eu achei um porre kkkkk bem chatinho e com um humor específico e feito para os estadunidenses. Decidir dar uma nova chance quando começamos a assinar o Star+ aqui em casa (a série está lá, aliás), e apesar de ter pegado gosto após alguns episódios, a minha opinião inicial não mudou muito não.

O episódio piloto não é bom (um ponto negativo) e a série demora pra engatar; e eu ainda acho que o humor é bem específico e "feito para" estadunidense (tanto que 90% do elenco é composto de atores da Hollywood de 30 anos atrás). Mas isso não impede ninguém de se divertir com o trio composto por um ator em decadência, um ex-roteirista da Broadway e uma jovem séria que não sabe o que quer da vida. E o que eles têm em comum? O amor por podcasts de true crime. Eles gostam tanto disso, que decidem criar seu próprio podcast de true crime, após um crime acontecer no hotel em que eles moram, em Nova York. 

Não sei se vocês já viram aquele meme do cavalo, que vai melhorando o desenho das partes do corpo dele dividido por partes, em que as pessoas costumam comparar temporadas de séries? Pois aqui tem mais uma: a série vai melhorando com o passar do tempo. Detalhe aqui e acolá, a narrativa, desenvolvimento de personagens e os mistérios, só vão crescendo conforme os 10 episódios de cada temporada passam. 

Além dessa premissa e da comédia (sem gente rindo, preciso dizer!), eles sempre colocam umas participações especiais bem legais com exceção da Amy Schummer na S2, que graças a Deus, só apareceu em 2 episódios e depois foi embora. ninguém gosta dessa mulher, e o elenco de peso só vai ficando mais pesado também kkkk atualmente estão filmando a 4ª temporada, e eu já assisti a 3ª, mas como foi só esse ano, a resenha dela fica pro ano que vem heheh


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Eu Nunca... - 4ª temporada (final)

E a minha série queridinha chegou ao fim! *todos chora

Eu Nunca... se foi no meio de 2023 e assim que a temporada estreou eu já peguei pra assistir, porque o cliffhanger deixado na temporada passada estava me dando muita curiosidade, e porque como eu disse, essa série é super gostosinha de assistir. 

O que falar: a vida da Devi teve várias reviravoltas, e o humor dela também. Gostei que nessa temporada eles focaram um pouquinho mais na saúde mental dela (eu amo as cenas dela com a psicóloga), mas não deixando de mostrar o quanto a Devi consegue ter noção e ao mesmo tempo ser doida hhahaha

A vida das amigas dela, Eleanor e Fabíola também são resolvidas (de um jeito que eu super curti), a é claro, a vida amorosa da Devi também foi devidamente concluída -e com sucesso! Que bom ver meu ship vingar e acabar tudo bem; foi ótimo estar certa desde o começo hahah

Então mais uma vez fica aqui minha indicação: se você ainda não assistiu Eu Nunca..., não sabe o que está perdendo. Não se engane por achar que é uma série adolescente (que é mesmo), e que será cheia de coisas bestas, porque o roteiro e o texto da série vão te surpreender


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Abbott Elementary - 1ª e 2ª temporadas

Bom dia, você já ouviu falar da série Abbott Elementary? 

Conhecer eu já conhecia, mas só de ouvir falar; até estar dando uma olhada no catálogo da Star+ quando começamos a assinar, que surgiu o interesse de assistir. Peguei um dia pra ver, e achei super gostosinha! É uma série da mesma categoria de Friends e Modern Family: comédia sem risadas de fundo pra assistir enquanto almoça. Eu assisti enquanto comia a sobremesa da janta, mas você entendeu.

Aqui acompanhamos o corpo docente de uma escola majoritariamente negra (pensando agora, não lembro de ter visto alunos brancos...), na periferia de "Philly", nos Estados Unidos. Eles vão desde professores bonzinhos (como a fofa da Bárbara) até professores malucos (como a Melissa). E no meio disso temos a Janine, nossa protagonista (essa felizinha do gif, fazendo estrelinha), que é um raio de sol na vida de quem a conhece. Ela tem pouca experiência lecionando -o que a faz tomar decisões muito questionáveis na maioria dos episódios-, mas o coração grande e a bondade compensam. Além do mais, ela tem colegas que estão sempre dispostos a ajudar.

A série é super leve, com temáticas do dia-a-dia numa escola, mas também acompanhando a vida pessoal de cada professor. Preciso destacar também o Gregory (interpretado pelo "carinha que mora logo alí", vulgo Tyler James Williams), que tem o sonho de ser diretor, mas enquanto isso não acontece se contenta com um cargo mais baixo; a louca da Ava, que poderia ter qualquer profissão menos ser a diretora da escola Abbott (e a história de como ela conseguiu ser diretora é no mínimo curiosa), e o Jacob, um dos poucos professores brancos que dá aula pro ensino médio (que é um queridinho meu, porque ele não tem filtro e fala demais ás vezes, tipo eu).

Estou no aguardo da 3ª temporada estrear por aqui (lá fora já estão no episódio 10), então é claro que eu recomendo essa série; a classificação diz livre para todos os públicos, mas poucas coisas são livres para todos os públicos hoje em dia, então eu recomendo para acima de 12 anos, pelo menos. 


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Squid Game: the Challenge

Como você já deve saber se é frequentador desse blog (pff), eu gosto bastante de reality shows (os bons, claro. Nada de "de férias com ex" ou "casamento às cegas" por aqui), então quando eu vi que surgiria um reality show sobre Squid Game eu torci a boca. Por que bem, esse reality show é exatamente o que o dorama critica, e é claro que a Netflix ia usar e abusar até não poder mais do poder de Squid Game (que eles gostam de chamar de Round 6 por aqui). Mas bem, sabendo separar as coisas eu acho que tudo bem (e parece que nem fez sucesso, então não acho que vão fazer outra edição; ah, e parece que o vencedor ainda não recebeu o prêmio......).

Basicamente eles tentam imitar todos os jogos feitos no dorama (mas sem a parte da morte, claro, as pessoas só fingem que levaram um tiro e caem no chão, é meio cômico aliás), mas com grandes mudanças; os jogos principais estão aqui (com exceção do Cabo de Guerra, que eu achei justo eles terem substituído, porque no dorama funcionou por motivos de surpresa, o que não seria justo num reality show em que as pessoas já sabem o que vai acontecer), mas a forma como eles foram conduzidos pra chegar num único ganhador foi um pouco decepcionante.

Pra começar, eu não sei se foi uma exigência/prerrogativa dos produtores que eles escolhessem pessoas chatas e legais, pro público torcer pra legais e ficar com raiva das chatas (porque eu pegue rancinho de uns chatos, viu?), mas isso foi um ponto negativo que vale a pena mencionar. 

Mas nada se compara ao grande problema desse reality: os jogos de azar. Como eles mudaram um pouco as regras, mas tinha muitos jogadores que passavam a cada fase, eles tiveram que eliminar aos poucos pra ter a quantia certa, e o recurso escolhido foram mini jogos de azar do tipo: jogar um dado e se cair em 6 ou 1 você sai; escolher entre caixas com botões diferentes, e se você escolher a caixa que vai brilhar de tal cor, você sai; e por aí vai. Ou seja, dava super pra equipe manipular os resultados (que eu tenho certeza que foi o que eles fizeram). 

O que tiramos desse programa então? Na verdade, nada. Como eu disse, o próprio fato dele existir já vai contra a o propósito do dorama. As briguinhas entre os participantes pareciam brigas de participantes do BBB (o que nos leva a pensar que a humanidade é a lama mesmo, independente do país ser desenvolvido ou não), e ganhar através de jogos de azar não me parece justo. Conclusão: não precisa assistir isso aqui não, pode pular



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The Chosen - 1ª temporada

Finalmente peguei The Chosen pra assistir! Não tem desculpa pra minha demora (apesar de eu não ter curtido o primeiro episódio não), eu só enrolei mesmo, mas ainda bem que eu finalmente apertei o botãozinho de assistir na Netflix (ah, outra coisa: um dos motivos pra eu ter enrolado pra assistir foi essa limitação que havia anteriormente de existir apenas no app específico). 

A série ficou muito boa, cheia de momentos cotidianos que se tornam especiais por conta de Jesus, eu chorei em todos eles! Era de lei: eu sabia que não sairia intacta de um episódio, tinha que ter uma lagriminha pelo menos hahaha

A atuação do elenco me surpreendeu (a dublagem também, fiquei feliz por um projeto ser levado tão a sério, com dubladores que combinam com os atores, e não apenas uma voz qualquer só pra falar que existe a opção de dublagem que é o que infelizmente acontece com a dublagem dos doramas que não são dirigidos pelo Glauco.... sim, eu cheguei a conclusão que só ele é um bom diretor pra escalar as vozes, porque olha....), a trilha sonora é in-crí-vel e gostei muito como eles escolheram contar a história dos "escolhidos", dando destaque para seus problemas pessoais e personagens secundários que emocionam tanto ou até mais que os protagonistas (estou falando de você, mulher Samaritana que veio pegar água no poço!).

Se você ainda não assistiu, vai correndo! Já temos 3 temporadas, com a 4ª sendo lançada nos cinemas e em TV aberta; não perde a chance não, vai conhecer Jesus e depois migrar pra Bíblia e conhecer Ele mais a fundo ainda! 


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Goosebumps

Arrepios.....! Será que alguém lembra dessa série de livros de terror infantil, que também teve uma adaptação pra TV muitos anos atrás? Eu assistia alguns episódios, mas como passava na TV aberta em horários aleatórios, eu não conseguia acompanhar direitinho. Até que, zanzando na disney+ outro dia, vi que essa nova adaptação existia, chamei minha irmã e a gente começou a assistir.

A história está bem fiel aos livros (pelo que eu li pela Internet, afinal eu não li os livros), seguindo uma história principal, adaptando situações episódicas com adolescentes, os pias deles e um professor que herdou uma casa assombrada como protagonistas. A série é sobrenatural e tem uma trilha sonora mais sombria, com alguns efeitos especiais bem bons (apesar de cumprir o "check" na listinha de produções fantásticas da TV hoje em dia: a imagem totalmente escura, quase preta, zero iluminação, pra conseguir enganar o público de qualquer efeitos).

Como eu disse, os adolescentes são os protagonistas, e ao mesmo tempo em que a gente acompanha os dilemas das vidas particulares deles com seus pais (que são péssimos pais, aliás), também vemos como eles se viram com esse ex-aluno que morreu misteriosamente anos atrás e agora assombra a cidade em busca de vingança.

A história não tem furos de roteiro, mas preciso comentar que o desenvolvimento de personagem deixa a desejar; os adolescentes amadurecem, e são bem espertos pra o que a gente espera de pessoas de 15, 16 anos de idade (eles também fazem umas bobagens, bem típico dessa raça), mas os adultos diversas vezes não agem como adultos e fazem escolhas e tomam atitudes ridículas, principalmente na reta final da temporada (que como boa amante de coisas únicas, eu preferia que acabasse por aqui, mas a segunda temporada parece que já foi confirmada). Quero destacar o personagem do professor novo, que age como o vilão da temporada (não por querer, claro), que é interpretado pelo talentosíssimo Justin Long, que estava sumido fazia alguns anos e que fiquei bem feliz de vê-lo voltando a atuar. 

Se você quer algo leve e adolescente pra assistir, só pra passar o tempo, mas que ainda seja de qualidade, eu recomendo a série. Mas não espere jump scares ou cenas violentas.


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Single's Inferno (Solteiros, Ilhados e Desesperados) - 1ª e 2ª temporadas

Por algum motivo o meu cérebro esqueceu que eu já assisto esse reality há 3 anos (já foram 3 temporadas), e acabei não falando sobre ele aqui 🤡 mas sem problema, porque acho que a maioria das pessoas que consumem programas coreanos já ouviram falar do reality show dos Solteiros numa ilha.

Pois bem, comecei a assistir a primeira temporada lá em 2022 sem pretensão, achei que fosse só um passatempo -mas eu esperava sim que a atitude dos participantes fosse bem diferente dos realities daqui do Brasil (e nisso eu acertei). Mas acabou que eu comecei a ficar engajada de verdade conforme os episódios iam passando, e até a minha irmã se interessou e começou a assistir comigo lá pela metade (ela teve um pouco de dificuldade de associar quem era quem).

O formato de "arranjar um par romântico em TV aberta" não é nada novo, mas colocar essas pessoas numa ilha chamada Inferno e só dar o Paraíso à elas quando formarem casais foi bem legal. Ou seja: eles podem conversar e interagir na ilha (ou no Inferno), mas não podem saber a idade ou profissão um do outro (caso você não saiba, a hierarquia é muito importante na Coréia do Sul, então você saber a idade de alguém e descobrir que essa pessoa é mais nova ou mais velha que você, influencia totalmente na forma como trata essa pessoa e no discurso escolhido ao falar, se vai ser formal ou não). Só depois que um menino e uma menina conseguirem se escolher "ao mesmo tempo", aí eles podem ir para algum hotel muito chique com piscina, camas enormes e comida maravilhosa pra poder conversar e descobrir esses itens mencionados -mas sim, o resto fica segredo pros outros participantes.

A questão é que a gente começa a se empolgar com os participantes (em especial as meninas, porque mulher sofre por homem em qualquer país do mundo), e acabamos torcendo pra um determinado casal ficar junto, enquanto pra outros a gente não quer nem ver de longe. 

A primeira temporada formou 3 casais (se não me engano, já faz tempo), mas eles não têm obrigação de continuar juntos após o programa; essa temporada também teve uma menina padrão coreano que teve vários pretendentes querendo ela, um cara que só quis uma única menina durante o programa inteiro (o que foi muito perturbador), e um casal interessante de início, mas que depois foi só ladeira a baixo por conta do cara.

Já na segunda temporada a amizade entre os participantes ganhou mais espaço (apesar de também haver outra menina sendo disputada por mais de um homem); eles se ajudavam a conquistar um ao outro, e teve até um dos participantes (que entrou no meio da competição) que ganhou tanto destaque que acabou virando apresentador na 3a temporada.

Falando em apresentador, sim, temos 4 apresentadores comentando as cenas e dando seus palpites nos casais que podem formar; eles são o Kyuhyun (Super Junior), Lee Da Hee (atriz maravilhosa, que veste as melhores roupas, minha amiga falou que ela parece uma Barbie), o rapper fofinho Hanhae e a querida e sempre sensata modelo Jin Kyung. Eles falam o que a gente pensa e sempre surtam quando algo mais "ousado" acontece no programa hahahaha


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E quase que esse post não sai! Parece que cada ano que passa, o dia da postagem dessa série de post aqui sai cada vez mais tarde kkkkkk mas antes tarde que nunca né, acho que ainda dá pra aproveitar as dicas!

Se você leu até aqui, obrigada! Deixa sua opinião aqui embaixo -se quiser- e dê recomendações sobre novas séries que eu preciso assistir em 2023!

Beijos e até o próximo post!

22 julho, 2023

[K-Drama] Hospital Playlist 2

Olá pessoas!
E voltei com uma resenha que já era pra ter saído faz tempo, será que tem problema só ter saído agora? hehehe



Título: Hospital Playlist 2 / Wise Hospital Life 2 (슬기로운 의사생활++)

Episódios: 12

Ano/BN: 2021 / tvN (Netflix)



Sinopse

Um drama ambientado em um hospital, onde médicos, enfermeiras e pacientes contam a história de pessoas vivendo a vida.




- se não me engano, a segunda temporada começa na mesma "época" que a primeira terminou, então a gente não fica perdido nos acontecimentos. Muitas coisas dão continuidade (por ser uma segunda temporada né), e outras coisas novas acontecem. Temos personagens novos, núcleos novos e dramas novos (e alguns velhos também, pra não perder costume).


- confesso que o romance foi "ok" pra mim nessa segunda season aqui; eu senti que na primeira eu torcia bem mais pros casais ficarem juntos, pra ter várias cenas fofinhas e etc. Não que não tenha a season 2, mas senti que eles preferiram focar em outras coisas (mas sim, o casal principal é resolvido). De resto, eu percebi que me importava mais com a amizade deles do que o romance mesmo (como já era desde a season 1).


- as músicas continuam lindas e emocionantes, uma das melhores partes, de longe! Eu ficava empolgada com os covers, e com as performances. A Ost da season ainda é melhor pra mim, mas temos boas faixas aqui também (como eu comento mais abaixo na parte da música)



- e é claro, não podia faltar o drama: muito chororô (principalmente se você é manteiga derretida como eu). Alguns acontecimentos me deixaram só tristinha, mas outros foram de deixar o coração pequenininho mesmo. 



Música

Como você já deve saber pela primeira temporada, Hospital Playlist faz um cover em cada episódio (alguns deles cantados pelos próprios atores no estúdio), então apesar de querer colocar a ost inteira aqui, eu tive que selecionar apenas alguns, ok? 

Recomendo então Rain and You (Lee Mujin) que gruda na nossa cabeça! Que música linda!; In Front of the Post Office in Autumn (Kim Dae Myeung), cantada lindamente pela voz soft do Kim Dae Myeung; I Like You (Cho Jung Seok) que ganhou como melhor Ost no MAMA em 2021; I love you more than anyone (Twice) que é super fofinha; Running in the sky (Hynn) que é bem legal também; e Butterfly (Jeon Mi Do) pra gente aproveitar os falsetes da Mido.

Sobre os covers dos episódios, eu destaco duas que eu gostei MUITO: Let's forget it e o cover de It's My Life do Bon Jovi





Classificação: 8,4


Por hoje é só. Até o próximo post!

27 maio, 2023

[K-Drama] It's Okay, That's Love

Olá pessoas!
E vamos ao post de hoje, que sim, é mais uma resenha (tenho várias nos rascunhos, preciso me livrar delas hahaha)!



Título: It's Okay, That's Love / It's Ok, This is Love / It's Alright This is Love (괜찮아, 사랑이야)

Episódios: 16

Ano/BN: 2014 / SBS



Sinopse

Jang Jae-Yeol é um escritor de mistério e DJ de rádio. Ele acha que o mundo gira em torno dele. Ji Hae-Soo está passando por seu primeiro ano em psiquiatria em um hospital universitário. Ela escolheu a psiquiatria, porque ela não deseja realizar cirurgias. Depois que ela conhece Jang Jae-Yeol, sua vida passa por grandes mudanças.



- Antes de tudo, esse dorama é recomendado para maiores de 16 anos, não por conter cenas forte, mas por falar sobre assuntos mais maduros, que a gente normalmente não vê em doramas que são transmitidos normalmente. Ele também aborda temas psicológicos (todos os personagens têm algum problema/trauma) bem interessantes (alguns eu nem conhecia).


- O romance é o foco principal, mas eu achei esse casal difícil viu? Eles tinham muitos altos e baixos, eram bem diferentes um do outro, então quando eles concordavam, era porque um dos dois cedia. Num geral, eu gostei de acompanhar a história deles (de como eles conseguiram se ajudar, de forma que um não foi responsável diretamente pela cura do outro, mas apenas serviram de apoio mesmo).


- As personagens secundárias servem mais como pano de fundo mesmo, porque nenhuma delas me deixou tão interessada quando o plot principal mesmo, mas sei que muita gente gostou (até por serem atores bem conhecidos e amados pela dramalândia). 


- Por ser um dorama mais "antigo", o ritmo é diferente, talvez um pouco lento em alguns momentos, e também senti que a produção talvez não fosse das melhores, mas nada disso impede de termos uma boa história pra entreter e até fazer pensar (principalmente nos momentos finais, que podem levar às lágrimas alguém mais sensível). Além claro, do plot twist no meio da história........ *shhh*


Música

A Ost de IOTL (por aqui abreviamos nomes compridos) é muito boa! Ela é dividida em músicas originais e músicas pop norte-americanas (que tocam bem mais que as originais, viu....), e num geral, a Ost acabou virando uma das minha preferidas!

Da parte "original" eu indico: Best Luck (Chen - EXO), do nosso reizinho das Osts, It's alright This is Love (DAVICHI), das duas rainhas das Osts também e Sleepless Night (Crush feat. Punch), que era bem gostosinha de ouvir porque essa combinação de vozes ficou ótima. 

E da parte "pop" as favoritas são Cross My Mind (Twin Forks), que vai grudar na sua cabeça por conta dos assobios e do refrão, ela virou uma das minha favoritas, You’re My Best Friend (The Once), que é super gostosinha e a combinação violão e voz é sempre ótima, Hero (Family of the Year), que sempre me deixava com o coração apertado quando tocava, porque sempre tocava nos momentos mais importantes do dorama e Offbeat (Clara C), que tem um comecinho fofo.




Classificação: 7,8


Por hoje é só. Nos vemos semana que vem!

Tchau, tchau!

14 março, 2023

[K-Drama] Hometown Cha Cha Cha

Olá pessoas!
E vamos de mais uma resenha? Esse é um que ficou famosinho (e polêmico) em 2021 e que é de romance, pra você que é do romance.




Título: Hometown Cha Cha Cha /  The Sea Village Cha Cha Cha (갯마을 차차차)

Episódios: 16

Ano/BN: 2021 / tvN



Sinopse

Yoon Hye Jin é uma mulher que tem beleza e inteligência. Seu plano de vida desmorona por causa da pequena dose de retidão em seu coração e, após vários obstáculos, ela se muda para a vila costeira de Gongjin e conhece Hong Doo Shik. Ele está oficialmente desempregado, mas é um homem que parece ajudar a todos em Gongjin em qualquer situação que encontrem.




- esse dorama é daqueles bem levinhos, tem um conflito "sério", mas não o suficiente pra me fazer ficar empolgada pra saber o que ia acontecer, porque além disso, ele também é clichê. Muita gente gostou na época, falaram que era 10 e não sei o que.... Fica aí pra cada um tirar suas próprias conclusões.


- a atuação do elenco foi muito boa, todo mundo tinha seus momentos pra brilhar (porque esse é um dorama slice of life -dos ruins-, no maior estilo "novela", em que a gente acompanha a vida de muitas persoangens).


- o casal principal é bonitinho, o desenvolvimento do romance deles é até que razoável e muita gente vai gostar, mas eu não achei que eles tinham tanta química como o povo falava (e o povo falou disso hein, porque antes do dorama estrear eles sempre fazem aquela sessão de fotos pra alguma revista, então todo mundo tava surtando e eu: ok. hahahaha)


- confesso que nadei contra a maré, porque em muitos momentos eu concordava com a protagonista (que era julgada por ser da cidade grande), por motivos de: o pessoal de Gongjin fazia algumas coisas que eu também não gostaria se as pessoas fizessem na vida real pra mim (inclua aqui fofocar: que povo fofoqueiro, viu? Eles bisbilhotavam o tempo todo a vida da Hye Jin, muuuuito chato).




Música

Com certeza a música mais marcante do dorama inteiro foi Romantic Sunday (Car, the garden) que grudou na cabeça de todo mundo com seu "la la la la...". My Romance (Cheeze) também tocava bastante e é bem bonitinha. Be the Light (Kim Jae Hwan) é uma faixa mais calma e bem bonitinha também. The Image of You -Remains in My Memory (Sandeul) que eu tinha que colocar aqui porque além de boa, é cantada pelo Sandeul (e ele sempre arrasa nas Osts). Outra que ficou uma graça e precisa ser comentada é Here Always (Seungmin - Stray Kids), porque se não me engano, foi a estréia do Seungming nas Osts :')




Classificação: 7,0


E por hoje é isso. Eita que eu tô conseguindo postar com mais frequência, hein?

Beijosssss

12 março, 2023

[K-Drama] Squid Game

Olá pessoas!
Sim, você leu certo o título desse post! Estou aqui hoje pra falar minha opinião sobre Squid Game.
Sem mais enrolações, vamos lá!



Título: Squid Game / Round 6 (오징어 게임)

Episódios: 9

Ano/BN: 2021 / Netflix



Sinopse

Por meio um convite misterioso, um grupo de 456 pessoas, falidas e fracassadas na vida, recebem uma tentadora chance em participar da competição onde apenas um vai ganhar o prêmio milionário. O jogo é inspirado em brincadeiras infantis, mas com consequências mortais que nem imaginam.




- o clima da série é muito bem aproveitado, e segue desde o primeiro episódio até o último. Todos os plots são desenvolvidos e resolvidos (mas daquele jeito né, porque agora anunciaram 2ª temporada.......) e o elenco deu um show de atuação. Eu já conhecia algumas pessoas, mas outras foram novidade e como todo mundo já deve saber, eles mereceram o sucesso.

- a história é bem triste e bem pesada, cheia de cenas gráficas à la Jogos Mortais (o motivo pelo qual minha irmã não quis assistir), então não recomendo pra quem não está acostumado ou não curte mesmo essa proposta meio gore.

- a ideia de fazer os jogos com dinheiro, e chamar apenas pessoas pobres (que tem uma probabilidade de 80% de aceitarem), foi bem legal, eu confesso. Não sabia nada sobre a história quando peguei pra assistir, então fiquei super empolgada, e acabei maratonando o dorama. Até porque os episódios terminam em cliffhangers, fazendo a gente querer ver logo o que vai acontecer.




Música

Ao invés de comentar faixa por faixa (ou no caso, as faixas que eu mais gostei), deixo aqui a recomendação do vídeo do maytree, no qual eles fazem um resumo das músicas mais importantes em 1 minutos e 40 segundos, tudo a cappella (é MARAVILHOSO).

Detalhe que a trilha foi composta toda pelo compositor Jung Jae Il, e uma cena em específico, a gente também confere um pedacinho de Fly me to the Moon na voz da cantora Joo Won Shin.





Classificação: 9,0


Por hoje é só. Obrigada por ler até aqui e até o próximo post!

Beijos!!

05 março, 2023

[Minha Experiência] Forever Tour in Brazil - 2022/23



 Olá pessoas!

Vamos dar uma interrompida nos posts "normais" pra conversar um pouquinho sobre essa experiência que eu tive noite passada (estou escrevendo na noite seguinte ao show, pra não esquecer nenhum detalhe, porque sou dessas, infelizmente). Vou tentar colocar o máximo de coisas interessantes (ou não) aqui nesse post!

Antes de tudo, esse é um relato pessoal, contando a experiência que eu tive no show do Big Time Rush aqui no Brasil, em São Paulo, no dia 3 de março, no Espaço Unimed (Barra Funda).






A COMPRA DOS INGRESSOS

Bom, o BTR avisou que tava de turnê no começo de 2022 e eu acompanho eles no instagram e tals (eu assistia a série de TV desde a estréia, lá em 2010, e continuei acompanhando os meninos, mesmo durante a longa pausa deles e então o retorno), e quando eles lançaram uma imagem mostrando Brasil com São Paulo junto, eu surtei kkkk 

A venda de ingressos aconteceu em agosto de 2022, e eu consegui comprar bem fácil (até agora não tenho certeza de os ingressos esgotaram ou não, porque mesmo no dia do show tinha gente comprando na bilheteria); fui no show junto com a minha irmã

Pegamos pista, inteira (nenhuma de nós duas estuda mais) e junto com as taxas o preço total de cada ingresso foi R$470,00 (parcelados em até 5x). Achei bem caro, espero que se eles voltarem mais pra frente não seja tão caro (até porque depois o preço abaixou....).

Ah, e nós imprimimos aqui em casa mesmo.





NA IDA PRO SHOW

Fomo de trem e depois fizemos baldeação na estação Luz pra Barra Funda. Da estação do trem pro Espaço Unimed (a casa de shows onde aconteceu o evento) é muito perto, dá 5 minutos (ou menos). 

Tinha um monte de vendedor com itens não-oficiais em volta do espaço, e gente vendendo comida também, mas a gente entrou sem problema, porque o show começou ás 21:30, mas os portões abriram ás 18:30 (nós chegamos umas 20:15). Lá dentro só revistaram rapidinho a gente (a principal preocupação deles era levar guarda-chuva kkkk). 

Lá no Espaço Unimed tinha banheiro, comida e merchan bem acessíveis (perto do palco e tals).





A COMPRA DO MERCHAN

Eu queria voltar com alguma lembrança do show, porque quando eu fui no show do Bangtan eu já tinha a camiseta, então é como se esse fosse um objeto pra me lembrar da experiência que eu tive, e eu queria algo assim com o BTR também. 

Não compramos nada dos vendedores fora do show (apesar de eu ter considerado comprar depois....), mas lá dentro do Unimed tinha alguns homens vendendo copos lindos por R$30,00 (que até eu não tenho certeza se eram oficiais, mas eram bem bonitos e bem feitos hahaha). 

Comprei e fiquei feliz hahaha





DURANTE O SHOW

Foi uma gritaria danada hahaha

Como ficamos na pista (e não na pista premium), ficamos o tempo inteiro de pé (mas enquanto não começava a gente sentou no show mesmo). Não compramos nada lá (além do copo, claro) e sei que não foi tanto tempo assim de espera, mas parece que demorou demais pra começar hahahah mas eu estava ansiosa, então foi isso.

O som do show estava muito bom, os instrumentos perfeitos!! O pessoal da banda era muito talentoso (e eles apresentaram todos, fizeram todo muito gritar pelo povo da banda também hahaha). 

No meio do show eles liberaram uns balões gigantes e ficaram brincando com eles no palco (mas não soltaram pra galera, foi só no palco mesmo). E no final teve a chuva de confetes/papel cortado, que me deixou toda emocionada pra variar.





APÓS O SHOW

Assim que a última música tocou (que já sabíamos que seria Boyfriend), eu e minha irmã saímos correndo (como dava né, com um pessoal na nossa frente andando bem devagar) e corremos pra estação pra pegar o último trem (aqui em SP o último trem parte ás 23:55 -ou algo assim), porque o show acabou 23:30 em ponto.

Deu tudo certo, fizemos a baldeação certinho (apesar da minha irmã ficar com medo da gente perder), e voltamos pra casa em 1 hora. 





Pontos Positivos


* Os meninos são muito simpáticos!! Eles estavam muito felizes e falaram o tempo inteiro! Eles super interagiram com a galera, faziam piada, contavam qual música eles gostavam mais.... Foi muito legal!

* Teve dancinha!! Como uma boa boyband, o BTR tem passos de danças pra maioria das músicas e eles conseguiram fazer todos no palco (eles até ensinaram pra gente o passo de Dale Pa'Ya, que eu só consegui fazer metade kkkk)

* Antes cantar Worldwide eles chamaram 4 meninas pro palco, fizeram elas sentarem nuns bancos e abraçaram elas, cantaram pra elas (o Carlos até SE AJOELHOU e cantou pra menina!!! Você é casado, pais de 3 filhos, homem! kkkkkkk), e as meninas aproveitaram bastante, deu pra ver que elas eram muito fãs o que eu achei bem justo.





Pontos Negativos


* Acho que meu único ponto negativo foi o Espaço Unimed mesmo. Gente, que lugar péssimo pra show! O palco só é um pouco mais alto que o chão que a galera fica, então a gente não vê nada! O lugar é construído de forma "normal", sem nenhuma caída em direção ao palco, ou o palco ser mais alto... Sério, um horror. O Espaço Unimed só é bom pra fazer show estilo Roberto Carlos, em que eles colocam cadeiras e mesas pro povo assistir sentado. De resto, eu acho que só compensa pista premium (daquele jeito né, tenha consciência que você pode ser esmagado), ou camarote (talvez o mezanino também, mas depende). De resto, nota 2 pro Espaço Unimed

(mesmo tendo banheiro com água e sendo bem bonitinho com luzes e etc)

* E claro, o fato de que eles não cantaram Fall (e cantaram Honey, que é uma música que eu não gosto tanto e que podia ter sido trocada por outra....)





Coisas pra ressaltar do show em si


* Os meninos estavam muito felizes, eles cantaram a setlist igualzinha que a produtora do show liberou, então eu lembrava de algumas músicas quando alguma acabava. Eles pularam muito, o Logan e o James fizeram dois saltos pra trás (que é tipo uma marca dos shows deles, eles sempre fazem isso) e foi bem no começo, foi muito legal xD

* Antes de cantar as duas últimas músicas (Big Time Rush e Boyfriend) eles saíram do palco, todo mundo achou que tinha acabado e estávamos surtando porque ainda faltava cantar essas duas que são as mais populares deles (ou duas das) quando eles aparecem de volta com a camiseta do Brasil pra cantar "oh, oh, ohhh-ô" e foi INCRÍVEL.

* A galera foi bem respeitosa, ninguém brigou com ninguém, o pessoal pulava junto, gritamos "Big Time Rush" antes do show começar (e tem filmagem disso no instagram), gritaram "____ eu te amo" pra todos os membros em momentos específicos, batemos palma, muitos gritos... enfim, foi ótimo! Algumas pessoas levaram cartazes e acho que eles conseguiram ver. 

* Eles não falaram nada em português, que eu me lembre, só o Carlos no final gritou "Brasil, te amo", mas fora isso não lembro mesmo.... O Kendall disse que estava sendo o melhor show da América do Sul e que eles com certeza vão voltar (*todos morre*).





Acho que é isso. Se eu lembrar de mais alguma coisa, edito o post.

Foi um momento muito legal, a minha versão de 14 anos ficou satisfeita e com uma impressão de "dever cumprido", sabe? Eu nem poderia imaginar que conseguiria ir no show dos meninos... Então foi mais um sonho realizado, só tenho a agradecer a Deus mesmo.

Se você tiver a oportunidade, vá, porque vale a pena. Muito.


Beijos e até o próximo post!

19 março, 2020

[C-Drama] Go Go Squid!

Olá pessoas!
Tenho algumas três resenhas pendentes á fazer, e como consegui adiantar a edição dos posts, criei coragem, mandei a preguiça embora, e como estamos de quarentena (infelizmente), agora é o momento de lançar tudo.

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Título: Go Go Squid (亲爱的,热爱的)
Episódios: 41
Ano/BN: 2019 / Dragon TV e Zhejiang TV

Então, Go Go Squid foi meu primeiro drama chinês. Eu já havia tentado assistir outro antes (acho que uns outros 2...), mas a língua e o áudio me incomodavam. Vou explicar sobre o "áudio": li numa thread no tt que muitas (mas muitas MESMO) falas são dubladas novamente pelos atores, num estúdio, porque na hora de gravar acabaram ficando ruins. Se alguém puder me confirmar que é isso mesmo, eu agradeço 🙏
E aí por conta dessa "falha" eu acabei adiando bastante minha aventura pelos c-dramas.

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Minha Sinopse
Uma garota que canta na internet (e é relativamente famosa) com uma amiga, conhece um jogador de CTF num cyber cafe e se apaixona à primeira vista.


Personagens
Tong Nian (Yang Zi): nossa protagonista. Ela tem 19 anos (ou 20? Não lembro mais direito...) e é inocente, fofa e muito inteligente. Na faculdade onde estuda, a Tong Nian vive fazendo tarefas importantes para os professores e até dá palestras. Acontece um "instalove" entre ela e nosso mocinho (o que surpreendentemente, não me incomodou), e apesar de ter zero experiência no amor, ela é corajosa o suficiente pra se arriscar e não ter medo do futuro.
Achei a atriz uma graça, e descobri que ela é bem famosinha, talvez por isso o drama teve tanta visibilidade na época do lançamento. E achei demais que ela ficou com o mesmo penteado o drama inteiro, nos 41 episódios hahahaha

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Han Shang Yan (Li Xian): o mocinho incompreendido.... Brincadeiras á parte, o Hang Shang Yan é um cara de 30 anos (!!) que dedicou a vida aos jogos de computador... Ele é bom no que faz, mas por causa de um acontecimento do passado, sua vida mudou completamente, e ele virou alguém meio amargo com a vida... Eu sei, parece o típico clichê do bad boy, que por dentro é uma graça. E olha, é quase isso, só que o Han Shang Yan não tinha nada de bad boy, a não ser a cara de poucos amigos kkkk ele era gentil com as pessoas, se importava demais com os meninos do clube (até porque, ele tinha responsabilidade por todos eles, e sabia disso), e sempre procurava cuidar da Tong Nian, mesmo falhando inúmeras vezes por -também ter zero experiência no assunto romance.
Eu achei o ator lindo e talentoso demais! A voz dele também era muito bonita e a atuação me encantou de verdade.

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O Romance
Olha, já digo aqui: se você procura romance pela sinopse que eu escrevi alí em cima, e pelas imagens promocionais do drama, você vai cair do cavalo. Essa coisa do amor só aparece em algumas parte dos episódios, e nos episódios finais, sendo jogada bem pra segundo plano, viu? Talvez por conta da quantidade de episódios (41 de 40 minutos) e dos pulos no tempo, o romance do Han Shang Yan com a Tong Nian é bem desenvolvido. Eles conseguem fazer algo natural e nada forçado (aliás, a química entre a Yang Zi e o Li Xian foi real, hein? Teve até beijo fora do roteiro.... 🙈)
Ah, tem romance com outras personagens também, tipo o do DT e da Appledog, que ficou bem ralinho, mas que me fez querer ver muito mais... Poxa, eles eram tão bonitinhos juntos!, mas deixo aqui o mistério.


   



Os Jogos
Como mencionado aqui em cima, o romance ficou em segundo plano, logicamente o que foi o ponto principal foi o CTF em si -um jogo que até o último episódio eu não consegui entender direito como funcionava e o que era. Só sei que se tratava de entrar no "local" do inimigo e "hackear" tudo... Ou algo assim, sei lá, né?
Durante o drama acontecem várias partidas em diferentes lugares (vemos os atores falando um pouquinho de inglês, alguns atores estrangeiros), e isso realmente movimenta a história. Parece que o CTF é super famoso lá na China (e em algum outro país bem aleatório que eu não lembro agora... Tá vendo o que dá a gente demorar tanto pra fazer resenha??), então era considerado um emprego, ou um e-Sport, se você preferir, o que fez o Han Shang Yan ser julgado diversas vezes por "não ter um trabalho e ficar jogando no computador o dia inteiro".

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A Amizade
Eu disse que aconteceu uma coisa no passado do Han Shang Yan lá em cima, certo? Sem dar muitos detalhes, foi algo relacionado á amizade, e isso abalou muito ele (e sua confiança). Mas mesmo guardando mágoas de algumas pessoas, ele sempre tratou todos os meninos do K&K (a agência de CTF dele) com muito cuidado e zelo. Acho que o relacionamento dele com os meninos foi uma das minhas coisas preferidas na história, mais até do que o relacionamento dele com o Solo/Time SP....
Por conta disso (e outros tantos fatores, porque eu descobri que c-dramas são quase novelas brasileiras, com mil atores e milhares de histórias), a carga dramática é até que boa. 
Não me fez chorar, mas eu ficava com o coração mexido em algumas cenas.



   


Música
A trilha sonora é muito boa! Algumas músicas os próprios atores cantavam durante o drama, então não músicas originais (ou seja, não vou por aqui), mas tenho umas 2 músiquinhas como destaque:

Nameless Generation - Chen Xue Ran
A abertura de Go Go Squid me aquecia o coração todas as vezes, e foram poucos episódios que eu acabei pulando (por querer ver logo o que iria acontecer). A voz do cantor é bonita, e apesar da melodia ser triste e melancólica, a letra é profunda e faz refletir (e combina demais com o Han Shang Yan!).
Ah, eu recomendo não assistir as aberturas de c-dramas, porque elas contam a história toda kkkkk

Só achei com legenda em inglês... :/


Milk Bread - Yang Zi 
A música da Tong Nian para o Han Shang Yan -que acabou sendo a música do final dos episódios também. Cantada pela própria Yang Zi/Tong Nian, ela fala sobre um amor doce que acabou de começar, e que apesar de estar incerta e com medo, a mocinha quer se apoiar em seu interesse romântico...

Só em inglês também... :(



Pontos Negativos
Eu até poderia mencionar a quantidade de episódios, mas olha... Foi perfeito. Eu não tiraria nenhum e não acrescentaria nenhum também (kkk). A recepção de Go Go Squid foi tão boa, teve notas tão altas da crítica (até no MyDramaList) e do público, que realmente, achar defeito é a mesma coisa que procurar pelo em ovo!
Lógico, pra quem não está acostumado, pode demorar um pouquinho até pegar o ritmo da coisa, e talvez tenha gente que ache os diálogos compridos demais (coisa que me incomodou só um pouquinho), ou até gente que ache que deveria ter mais romance (eu admito: queria mais cenas dos dois juntos!!), mas sério, o c-drama é ótimo.


Classificação: ***/2 (bom, quase ótimo).
Se você nunca viu nada chinês, acho que Go Go Squid é uma ótima oportunidade pra começar: uma história leve, com pano de fundo atual (quer algo mais século XXI que uma menina que canta na internet e um cara que joga online??) pra ninguém botar defeito.
Vai na fé!

É isso. Essa foi minha primeira resenha de um c-drama, não sei como me saí... Digam aí!
Obrigada por ler até aqui!
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